Jornalistas da ANGOP entre os finalistas do Prémio SADC 2021

  • Aurélio Janeiro, jornalista da ANGOP
Luanda –Quatro profissionais da ANGOP concorrem ao Prémio SADC de Jornalismo 2021, cujo vencedor será anunciado na 41ª Cimeira Ordinária dos Chefes de Estado e de Governo da organização, a decorrer no Malawi.

Tratam-se de Aurélio Janeiro Sacalei Soi, profissional colocado na delegação da província do Huambo, Hélder Marcolino Faienda Dias, destacado na Lunda Norte, Jilmar Enoque Chitondua e Leonardo Belmiro Carlos, ambos no Bié.

Aurélio Janeiro Sacalei Soi concorre com uma reportagem sob o título “Estádio do Mambroa – um gigante abandonado”, enquanto Hélder Marcolino Faienda Dias o faz com a reportagem “Museu do Dundo - o guardião da tradição côkwe” e Jilmar Enoque Chitondua com o trabalho sobre “MOSAP II: ‘Um verdadeiro amigo’ no combate à fome”.

Os três primeiros concorrem na categoria de imprensa, enquanto o quarto inscreveu-se em fotojornalismo.

No total estão inscritos 16 profissionais angolanos, nas categorias de imprensa, fotojornalismo, televisão e rádio, segundo anunciou recentemente o Comité Nacional de Adjudicação do Prémio SADC de Jornalismo.

Segundo o regulamento, os trabalhos a concurso deverão ser avaliados pelo Comité Nacional de Adjudicação em cada Estado-membro, que seleccionará o melhor de cada uma das quatro categorias, para serem remetidos ao Comité Regional de Adjudicação (RAC), por intermédio do Secretariado da SADC.

A selecção dos melhores trabalhos a concurso, ao nível regional, será feita pelo RAC, cuja decisão é definitiva.

O CNA-ANGOLA está a avaliar cada uma das peças, à luz do regulamento do prémio instituído em 1996, com o objectivo de apoiar o processo de cooperação e de integração regional.

Tratam-se de Aurélio Janeiro Sacalei Soi, profissional colocado na delegação da província do Huambo, Hélder Marcolino Faienda Dias, destacado na Lunda Norte, Jilmar Enoque Chitondua e Leonardo Belmiro Carlos, ambos no Bié.

Aurélio Janeiro Sacalei Soi concorre com uma reportagem sob o título “Estádio do Mambroa – um gigante abandonado”, enquanto Hélder Marcolino Faienda Dias o faz com a reportagem “Museu do Dundo - o guardião da tradição côkwe” e Jilmar Enoque Chitondua com o trabalho sobre “MOSAP II: ‘Um verdadeiro amigo’ no combate à fome”.

Os três primeiros concorrem na categoria de imprensa, enquanto o quarto inscreveu-se em fotojornalismo.

No total estão inscritos 16 profissionais angolanos, nas categorias de imprensa, fotojornalismo, televisão e rádio, segundo anunciou recentemente o Comité Nacional de Adjudicação do Prémio SADC de Jornalismo.

Segundo o regulamento, os trabalhos a concurso deverão ser avaliados pelo Comité Nacional de Adjudicação em cada Estado-membro, que seleccionará o melhor de cada uma das quatro categorias, para serem remetidos ao Comité Regional de Adjudicação (RAC), por intermédio do Secretariado da SADC.

A selecção dos melhores trabalhos a concurso, ao nível regional, será feita pelo RAC, cuja decisão é definitiva.

O CNA-ANGOLA está a avaliar cada uma das peças, à luz do regulamento do prémio instituído em 1996, com o objectivo de apoiar o processo de cooperação e de integração regional.