Jornalistas realçam formação em Língua Portuguesa

  • Jornalistas da ANGOP concluem formação
Lubango – Jornalistas da ANGOP nas províncias da Huíla, Namibe e Cunene realçaram hoje, sexta-feira, no Lubango, a importância de acções de capacitação regulares em Língua Portuguesa, principal instrumento de trabalho na arte de escrever.

Falando no final de uma formação de refrescamento, decorrida de 14 a 18 deste mês, no Lubango, sobre Língua Portuguesa e Técnicas de Redacção, os jornalistas reconheceram ser necessário sempre aprimorar os conceitos da língua de trabalho, daí a importância da iniciativa do Conselho de Administração da empresa em promover acções do género.

Para a jornalista do Cunene, Fabiana Hitalukua, o seminário serviu para mostrar que sempre há espaço para se aprofundar os conhecimentos, visando um serviço público de melhor qualidade.

Frederico Herculano, do Namibe, admitiu que conseguiu reter várias técnicas para escrever um texto jornalístico de qualidade. 

Uma outra formanda, Belarmina Paulino, da Huíla, declarou que a formação serviu para esclarecer dúvidas na redacção, fornecendo alternativas para uma melhor escrita. 

Por sua vez o revisor e formador de quadros na área de Língua portuguesa da ANGOP, André Mateus, destacou que para além do uso da vírgula, as dificuldades cingem-se também na crase, concordância, modo conjuntivo e distinção de um grupo de palavras que podem constituir redundância.

Apelou para que os profissionais leiam mais e espera que ponham em prática o que foi transmitido.

Já o formador de Técnicas de Redacção Jornalística Patrício Cambuandy alertou que o jornalista tem de ter a capacidade de transpor o que vê e o que pensa de forma coerente, assim como conhecer melhor o seu lugar para desempenhar bem a profissão.

A acção formativa é a primeira que a ANGOP programou para três regiões do país, sendo que na segunda-feira inicia uma outra no Huambo, destinada aos profissionais das províncias do Cuando Cubango, Lundas Norte e Sul, Moxico, Bié, Cuanza Sul, Bié e Benguela.

A última etapa será em Luanda, para incluir as províncias de Cabinda, Zaire, Uíge, Malanje, Cuanza Norte e Bengo.

Falando no final de uma formação de refrescamento, decorrida de 14 a 18 deste mês, no Lubango, sobre Língua Portuguesa e Técnicas de Redacção, os jornalistas reconheceram ser necessário sempre aprimorar os conceitos da língua de trabalho, daí a importância da iniciativa do Conselho de Administração da empresa em promover acções do género.

Para a jornalista do Cunene, Fabiana Hitalukua, o seminário serviu para mostrar que sempre há espaço para se aprofundar os conhecimentos, visando um serviço público de melhor qualidade.

Frederico Herculano, do Namibe, admitiu que conseguiu reter várias técnicas para escrever um texto jornalístico de qualidade. 

Uma outra formanda, Belarmina Paulino, da Huíla, declarou que a formação serviu para esclarecer dúvidas na redacção, fornecendo alternativas para uma melhor escrita. 

Por sua vez o revisor e formador de quadros na área de Língua portuguesa da ANGOP, André Mateus, destacou que para além do uso da vírgula, as dificuldades cingem-se também na crase, concordância, modo conjuntivo e distinção de um grupo de palavras que podem constituir redundância.

Apelou para que os profissionais leiam mais e espera que ponham em prática o que foi transmitido.

Já o formador de Técnicas de Redacção Jornalística Patrício Cambuandy alertou que o jornalista tem de ter a capacidade de transpor o que vê e o que pensa de forma coerente, assim como conhecer melhor o seu lugar para desempenhar bem a profissão.

A acção formativa é a primeira que a ANGOP programou para três regiões do país, sendo que na segunda-feira inicia uma outra no Huambo, destinada aos profissionais das províncias do Cuando Cubango, Lundas Norte e Sul, Moxico, Bié, Cuanza Sul, Bié e Benguela.

A última etapa será em Luanda, para incluir as províncias de Cabinda, Zaire, Uíge, Malanje, Cuanza Norte e Bengo.