Jornalistas recebem carteira profissional

  • Jornalista Josué Isaías recebe carteira profissional
Luanda - O jornalismo angolano entrou, nesta sexta-feira, numa nova etapa, com o início da atribuição da carteira profissional.

O primeiro acto de outorga da carteira aconteceu em Luanda, tendo sido atribuídas 50 carteiras, a título simbólico, aos profissionais mais antigos na classe e a alguns líderes sindicais e gestores de empresas do sector. 

Destacam-se entre os jornalistas beneficiados nesta primeira fase, entre outros, Siona Casimiro, Rui Ramos e Maria Luísa Fançony.

O evento, segundo a presidente da Comissão da Carteira e Ética, organismo responsável pela acreditação dos profissionais de comunicação social em Angola, Luísa Rogério, representa um marco importante numa profissão cujo desempenho influencia o normal funcionamento de outras actividades sociais.

Luísa Rogério disse que a carteira não é apenas um documento de identificação, mas um comprometimento do profissional com o código de ética e deontologia que regulam a profissão.

De acordo com ela, o jornalismo é uma actividade transversal na vida da sociedade porque reforça a pluralidade de ideias e liberdade de expressão, pilares do estado democrático e de direito.

Presente no acto, o ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Manuel Homem, enalteceu o acto, frisando que a atribuição da carteira vai resolver o problema de organização da actividade dos jornalistas em Angola.

Por seu lado, o secretário-geral do Sindicato dos Jornalistas Angolanos, Teixeira Cândido, referiu que o evento significa o culminar de um longo processo para que os jornalistas tivessem a sua auto-regulação funcional.

O líder sindical disse tratar-se de um passo importante para que classe se faça respeitar e credibilizar, alterando o perfil do profissional, que fica obrigado a cumprir com a deontologia sob pena de ser sancionado.

A cerimónia de outorga das primeiras carteiras profissionais envolveu a atribuição do documento a 50 profissionais que exercem a actividade do período anterior a independência até 1985, tendo sido presenciada pelos gestores de órgãos públicos e privados de comunicação social, jornalistas e representantes de instituições socio-profissionais.

A Comissão da Carteira e Ética pode renovar, suspender ou cassar, nos termos da lei, a carteira profissional, bem como apreciar, julgar ou sancionar a violação da legislação.

Nos termos do Estatuto dos Jornalistas, para se ter acesso a essa profissão é preciso uma licenciatura em comunicação social ou jornalismo ou ter mais de cinco anos de profissão.

 

O primeiro acto de outorga da carteira aconteceu em Luanda, tendo sido atribuídas 50 carteiras, a título simbólico, aos profissionais mais antigos na classe e a alguns líderes sindicais e gestores de empresas do sector. 

Destacam-se entre os jornalistas beneficiados nesta primeira fase, entre outros, Siona Casimiro, Rui Ramos e Maria Luísa Fançony.

O evento, segundo a presidente da Comissão da Carteira e Ética, organismo responsável pela acreditação dos profissionais de comunicação social em Angola, Luísa Rogério, representa um marco importante numa profissão cujo desempenho influencia o normal funcionamento de outras actividades sociais.

Luísa Rogério disse que a carteira não é apenas um documento de identificação, mas um comprometimento do profissional com o código de ética e deontologia que regulam a profissão.

De acordo com ela, o jornalismo é uma actividade transversal na vida da sociedade porque reforça a pluralidade de ideias e liberdade de expressão, pilares do estado democrático e de direito.

Presente no acto, o ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Manuel Homem, enalteceu o acto, frisando que a atribuição da carteira vai resolver o problema de organização da actividade dos jornalistas em Angola.

Por seu lado, o secretário-geral do Sindicato dos Jornalistas Angolanos, Teixeira Cândido, referiu que o evento significa o culminar de um longo processo para que os jornalistas tivessem a sua auto-regulação funcional.

O líder sindical disse tratar-se de um passo importante para que classe se faça respeitar e credibilizar, alterando o perfil do profissional, que fica obrigado a cumprir com a deontologia sob pena de ser sancionado.

A cerimónia de outorga das primeiras carteiras profissionais envolveu a atribuição do documento a 50 profissionais que exercem a actividade do período anterior a independência até 1985, tendo sido presenciada pelos gestores de órgãos públicos e privados de comunicação social, jornalistas e representantes de instituições socio-profissionais.

A Comissão da Carteira e Ética pode renovar, suspender ou cassar, nos termos da lei, a carteira profissional, bem como apreciar, julgar ou sancionar a violação da legislação.

Nos termos do Estatuto dos Jornalistas, para se ter acesso a essa profissão é preciso uma licenciatura em comunicação social ou jornalismo ou ter mais de cinco anos de profissão.