Kwenda chega ao município de Luquembo

Luquembo - Catorze mil e 40 famílias em situação de vulnerabilidade do município de Luquembo, em Malanje, vão ser apoiadas, até Janeiro de 2021, com uma renda trimestral de 25 mil e 500 kwanzas cada, no âmbito do Programa de Fortalecimento da Protecção Social “Kwenda”.

Para tal, o Fundo de Apoio Social (FAS) leva a cabo desde o dia 7 deste mês o processo de cadastramento das famílias a serem contempladas. Nesta altura estão já registadas mil e 700 agregados.

Segundo o director provincial da instituição, Gomes Golambole, que falava durante a apresentação do programa Kwenda às autoridades tradicionais, líderes religiosos e funcionários da administração do município de Luquembo, o cadastramento, que conta com o suporte de 75 técnicos, vai abranger 349 aldeias até 31 deste mês, ao passo que as transferências monetárias começam a ser feitas a partir da primeira quinzena de 2021.

O também coordenador do Kwenda para as regiões Norte e Leste do país disse que a fase de expansão do projecto prevê atender 40 mil agregados de cinco municípios das províncias de Malanje, Cuanza Norte, Lunda Norte, Lunda Sul e Moxico.

Na fase piloto, que em Malanje contemplou mil e 854 famílias, das 7 mil e 519 cadastradas no município de Cambundi-Catembo, com 25 mil e 500 kwanzas por trimestre (correspondente a 8 mil e 500 kwanzas/mês).

Gomes Golambole lembrou que, na primeira fase, o projecto encontrou algumas resistências nas comunidades, porquanto a população estava céptica em relação ao êxito da iniciativa, situação superada após intensos trabalhos de sensibilização junto das famílias.

Avaliou como sendo positivo os resultados alcançados do projecto lançado em Maio na província, tendo em conta  90 por cento das famílias tem aplicado o montante nos propósitos definidos, concretamente na produção agrícola e melhoria das condições de habitabilidade.

Entretanto, o vice-governador de Malanje para o sector Político, Económico e Social de Malanje, Domingos Eduardo, desmentiu as narrativas que tentam associar o Kwenda a fins eleitoralistas, considerando que o referido projecto visa, unicamente, aliviar as dificuldades que as famílias mais carenciadas enfrentam e empoderá-las.

Pediu as autoridades tradicionais e religiosas a fiscalizarem o processo, de modo a se evitar o seu fracasso.

De iniciativa presidencial, o Programa de Fortalecimento da Protecção Social “Kwenda” vai atender, faseadamente, um milhões 608 mil famílias carentes dos 164 municípios do país, até 2023, contando para o efeito com um orçamento global de 420 milhões de dólares norte-americanos.

A par das transferências sociais monetárias, o programa tem a componente de inclusão produtiva, municipalização da acção social e cadastramento social único.

 

 

 

Para tal, o Fundo de Apoio Social (FAS) leva a cabo desde o dia 7 deste mês o processo de cadastramento das famílias a serem contempladas. Nesta altura estão já registadas mil e 700 agregados.

Segundo o director provincial da instituição, Gomes Golambole, que falava durante a apresentação do programa Kwenda às autoridades tradicionais, líderes religiosos e funcionários da administração do município de Luquembo, o cadastramento, que conta com o suporte de 75 técnicos, vai abranger 349 aldeias até 31 deste mês, ao passo que as transferências monetárias começam a ser feitas a partir da primeira quinzena de 2021.

O também coordenador do Kwenda para as regiões Norte e Leste do país disse que a fase de expansão do projecto prevê atender 40 mil agregados de cinco municípios das províncias de Malanje, Cuanza Norte, Lunda Norte, Lunda Sul e Moxico.

Na fase piloto, que em Malanje contemplou mil e 854 famílias, das 7 mil e 519 cadastradas no município de Cambundi-Catembo, com 25 mil e 500 kwanzas por trimestre (correspondente a 8 mil e 500 kwanzas/mês).

Gomes Golambole lembrou que, na primeira fase, o projecto encontrou algumas resistências nas comunidades, porquanto a população estava céptica em relação ao êxito da iniciativa, situação superada após intensos trabalhos de sensibilização junto das famílias.

Avaliou como sendo positivo os resultados alcançados do projecto lançado em Maio na província, tendo em conta  90 por cento das famílias tem aplicado o montante nos propósitos definidos, concretamente na produção agrícola e melhoria das condições de habitabilidade.

Entretanto, o vice-governador de Malanje para o sector Político, Económico e Social de Malanje, Domingos Eduardo, desmentiu as narrativas que tentam associar o Kwenda a fins eleitoralistas, considerando que o referido projecto visa, unicamente, aliviar as dificuldades que as famílias mais carenciadas enfrentam e empoderá-las.

Pediu as autoridades tradicionais e religiosas a fiscalizarem o processo, de modo a se evitar o seu fracasso.

De iniciativa presidencial, o Programa de Fortalecimento da Protecção Social “Kwenda” vai atender, faseadamente, um milhões 608 mil famílias carentes dos 164 municípios do país, até 2023, contando para o efeito com um orçamento global de 420 milhões de dólares norte-americanos.

A par das transferências sociais monetárias, o programa tem a componente de inclusão produtiva, municipalização da acção social e cadastramento social único.