Lar de acolhimento da Huíla busca apoios

Lubango - O centro católico de acolhimento de mulheres “Providência Divina”, localizado na comuna do Hoque, município do Lubango, está a mobilizar apoios financeiros e materiais para reabilitação e conclusão da sua estrutura.

O centro acolhe 50 meninas, dos sete aos 23 anos de idade, quase o dobro da sua capacidade e gerido por uma congregação de freiras católicas, “Irmãs Consoladoras”.

A estrutura, que existe desde Março de 2009, acolhe órfãos, crianças em situação de vulnerabilidade e  membros da comunidade San.

Em declarações à Angop, a responsável do centro, madre Donata Beirão, disse que falta mosaico, pintura, portas, janelas, entre outros equipamentos.   

“Com a reabilitação do centro, poderíamos acolher pelo menos 70 crianças, numa estrutura mais ampla e confortável. Esperamos que tenhamos patrocínios para tal”, destacou.

Lamenta o facto de as internas não terem acesso a formação, devido falta de pessoal e equipamentos para a instrução e desenvolver pequenos ofícios.

“Queremos ter uma sala de aulas no local, pois as meninas deslocam-se seis quilómetros para ir a escola do primeiro ciclo. Para a primária já é mais próximo, mas no tempo chuvoso têm de atravessar o rio, o que é perigoso”, continuou.

 

O centro acolhe 50 meninas, dos sete aos 23 anos de idade, quase o dobro da sua capacidade e gerido por uma congregação de freiras católicas, “Irmãs Consoladoras”.

A estrutura, que existe desde Março de 2009, acolhe órfãos, crianças em situação de vulnerabilidade e  membros da comunidade San.

Em declarações à Angop, a responsável do centro, madre Donata Beirão, disse que falta mosaico, pintura, portas, janelas, entre outros equipamentos.   

“Com a reabilitação do centro, poderíamos acolher pelo menos 70 crianças, numa estrutura mais ampla e confortável. Esperamos que tenhamos patrocínios para tal”, destacou.

Lamenta o facto de as internas não terem acesso a formação, devido falta de pessoal e equipamentos para a instrução e desenvolver pequenos ofícios.

“Queremos ter uma sala de aulas no local, pois as meninas deslocam-se seis quilómetros para ir a escola do primeiro ciclo. Para a primária já é mais próximo, mas no tempo chuvoso têm de atravessar o rio, o que é perigoso”, continuou.