Líder religiosa quer aposta na educação das mulheres africanas   

  • Cozinha comunitária da igreja teosófica espírita
Luanda – A líder espiritual da Igreja Teosófica Espírita, profetiza Suzete João, apontou hoje, domingo, a continua educação da mulher e o seu emponderamento, como os principais desafios que a camada feminina enfrenta.

Ao falar a propósito do Dia da Mulher Africana, assinalado a 31 de Julho, a líder religiosa defendeu a necessidade de se prestar apoio aos negócios das mulheres, por forma a permitir a sua independência económica.

Para Suzete João, só com mulheres formadas e empoderadas é que se pode falar da verdadeira independência da mulher africana e, neste contexto, os governos dos diversos países devem levar a cabo políticas condizentes à materialização desse desiderato.

No concernente ao resgate dos valores morais e cívicos, manifestou-se contrária a práticas culturais levadas a cabo em certos países do continente, como a mutilação genital, considerando-a como prejudicial para a saúde da mulher.    

No âmbito da responsabilidade social da igreja que representa, anunciou que a mesma possui uma cozinha comunitária, com capacidade para atender pelo menos mil refeições diariamente.

De acordo com a profetiza Suzete João, com a entrada em funcionamento, este domingo, da referida cozinha comunitária, pretende-se atender idosos e crianças vulneráveis residentes em vários pontos da cidade capital, numa primeira fase.

Referiu que, para além da distribuição de refeições, a congregação ministra cursos de corte e costura, culinária, artesanato, reciclagem de lixo, pastelaria, entre outros.

Apontou como uma das tarefas primordiais o combate ao analfabetismo, no seio das comunidades, realizando campanhas de alfabetização, conta com o contributo de instituições afins.

Ao falar a propósito do Dia da Mulher Africana, assinalado a 31 de Julho, a líder religiosa defendeu a necessidade de se prestar apoio aos negócios das mulheres, por forma a permitir a sua independência económica.

Para Suzete João, só com mulheres formadas e empoderadas é que se pode falar da verdadeira independência da mulher africana e, neste contexto, os governos dos diversos países devem levar a cabo políticas condizentes à materialização desse desiderato.

No concernente ao resgate dos valores morais e cívicos, manifestou-se contrária a práticas culturais levadas a cabo em certos países do continente, como a mutilação genital, considerando-a como prejudicial para a saúde da mulher.    

No âmbito da responsabilidade social da igreja que representa, anunciou que a mesma possui uma cozinha comunitária, com capacidade para atender pelo menos mil refeições diariamente.

De acordo com a profetiza Suzete João, com a entrada em funcionamento, este domingo, da referida cozinha comunitária, pretende-se atender idosos e crianças vulneráveis residentes em vários pontos da cidade capital, numa primeira fase.

Referiu que, para além da distribuição de refeições, a congregação ministra cursos de corte e costura, culinária, artesanato, reciclagem de lixo, pastelaria, entre outros.

Apontou como uma das tarefas primordiais o combate ao analfabetismo, no seio das comunidades, realizando campanhas de alfabetização, conta com o contributo de instituições afins.