Liderança da IURD Angola apela a reconciliação dos fiéis

  • Parte frontal da IURD no Morro Bento, em Luanda
Luanda - A liderança da Igreja Universal do Reino de Deus em Angola (IURD Angola) reiterou, nesta quinta-feira, em Luanda, o apelo aos fiéis da congregação religiosa para a reconciliação, independentemente da sua nacionalidade e da ala que apoiam.

O apelo foi lançado pelo assessor para os assuntos institucionais, bispo Felner Batalha, durante uma conferência de imprensa que serviu para refutar acusações sobre a ilegalidade do conclave que elegeu a nova direcção dirigida pelo bispo Valente Bizzerra Luís.

A nova direcção da IURD Angola foi eleita em assembleia-geral ordinária, em Fevereiro deste ano, pondo fim ao conflito interno que se instalou em 2019, em consequência de profundas divergências entre bispos, pastores, obreiros angolanos e brasileiros.

O interlocutor refutou, entre outras, as acusações segundo as quais o bispo Valente Bezerra Luís tenha sido expulso da congregação por "má conduta".

Felner Batalha sustentou que, de acordo com os estatutos da IURD Angola, qualquer assembleia-geral, quer ordinária, quer extraordinária, deve ser convocada com pelo menos 15 dias de antecedência, expressando a ordem de trabalho do evento.

"Desafiamos os contestatários a apresentarem publicamente a acta da assembleia em que o bispo Valente Bezerra Luís é expulso por má conduta", afirmou.

Em relação a prestação de contas, se deve ser a Edir Macedo, lider mundial da IURD, ou se a outra entidade, explicou que a IURD Angola é uma instituição de direito angolano e goza de autonomia administrativa e financeira.

Felner Batalha realçou que as acusações tornadas públicas pela comissão da reforma contra a liderança brasileira são claras e estão relacionadas a obrigatoriedade dos pastores e obreiros submeterem-se a vasecotomia, a prática de branqueamento de capitais e envio indevido de divisas para o exterior, entre outras.

Recentemente, o ministro da Cultura, Turismo e Ambiente, Jomo Fortunato, reafirmou que o Executivo angolano reconheceu a liderança do bispo Valente Bizzerra Luís na IURD Angola.

Em entrevista à TPA, o ministro assegurou que o conflito então existente na igreja foi dirimido com a realização da assembleia ordinária, cujo resultado foi informado ao Instituto Nacional dos Assuntos Religiosos (INAR), que tem a nova direcção como interlocutor do Estado angolano.

Segundo o governante, a Assembleia-geral extraordinária foi realizada com base nos estatutos da Igreja e, do ponto de vista legal, a solicitação foi confirmada junto do Estado, através da anotação emitida pelo INAR.

Como consequência da eleição da nova direcção, a igreja viu reabertos os templos que estavam encerrados desde Setembro de 2020, na sequência de investigações das autoridades judiciais angolanas a supostos crimes cometidos por bispos e pastores da antiga direcção.

O apelo foi lançado pelo assessor para os assuntos institucionais, bispo Felner Batalha, durante uma conferência de imprensa que serviu para refutar acusações sobre a ilegalidade do conclave que elegeu a nova direcção dirigida pelo bispo Valente Bizzerra Luís.

A nova direcção da IURD Angola foi eleita em assembleia-geral ordinária, em Fevereiro deste ano, pondo fim ao conflito interno que se instalou em 2019, em consequência de profundas divergências entre bispos, pastores, obreiros angolanos e brasileiros.

O interlocutor refutou, entre outras, as acusações segundo as quais o bispo Valente Bezerra Luís tenha sido expulso da congregação por "má conduta".

Felner Batalha sustentou que, de acordo com os estatutos da IURD Angola, qualquer assembleia-geral, quer ordinária, quer extraordinária, deve ser convocada com pelo menos 15 dias de antecedência, expressando a ordem de trabalho do evento.

"Desafiamos os contestatários a apresentarem publicamente a acta da assembleia em que o bispo Valente Bezerra Luís é expulso por má conduta", afirmou.

Em relação a prestação de contas, se deve ser a Edir Macedo, lider mundial da IURD, ou se a outra entidade, explicou que a IURD Angola é uma instituição de direito angolano e goza de autonomia administrativa e financeira.

Felner Batalha realçou que as acusações tornadas públicas pela comissão da reforma contra a liderança brasileira são claras e estão relacionadas a obrigatoriedade dos pastores e obreiros submeterem-se a vasecotomia, a prática de branqueamento de capitais e envio indevido de divisas para o exterior, entre outras.

Recentemente, o ministro da Cultura, Turismo e Ambiente, Jomo Fortunato, reafirmou que o Executivo angolano reconheceu a liderança do bispo Valente Bizzerra Luís na IURD Angola.

Em entrevista à TPA, o ministro assegurou que o conflito então existente na igreja foi dirimido com a realização da assembleia ordinária, cujo resultado foi informado ao Instituto Nacional dos Assuntos Religiosos (INAR), que tem a nova direcção como interlocutor do Estado angolano.

Segundo o governante, a Assembleia-geral extraordinária foi realizada com base nos estatutos da Igreja e, do ponto de vista legal, a solicitação foi confirmada junto do Estado, através da anotação emitida pelo INAR.

Como consequência da eleição da nova direcção, a igreja viu reabertos os templos que estavam encerrados desde Setembro de 2020, na sequência de investigações das autoridades judiciais angolanas a supostos crimes cometidos por bispos e pastores da antiga direcção.