Lobito regista aumento de casos de violência doméstica

  • Cidade do Lobito: uma das suas artérias
Lobito – Sessenta e oito casos de violência doméstica foram registados no município do Lobito, província de Benguela, de Janeiro a Junho de 2021, contra 59 notificados no mesmo período de 2020, soube esta terça-feira a ANGOP.

A informação foi avançada pela chefe da secção municipal da Acção Social, Família e Igualdade do Género, Fernanda Liapita, Fernanda Liapita, acrescentando que, no mesmo período, houve 21 casos de fuga a paternidade, 20 de incumprimento de mesada e onze de desalojamento de famílias.

Na mesma senda, disse, foram notificados ainda oito casos de adultério, cinco de ofensas morais e três mães que abandonaram os seus filhos.

Fernanda Liapita adiantou que, em tempo da Covid-19, muitos pais desempregados saem de casa para fazer biscates, com o intuído de conseguir alguns valores e comprar comida para a família, mas, muitas vezes, não alcançam o objectivo.

“Quando isso acontece, a pressão da mulher ou do marido torna-se insuportável e a maioria dos casos resulta em abandono do lar”, realçou.

O bairro 27 de Março, na zona alta, e a Cabaia, na orla marítima a sul do Lobito, são as localidades onde há maior registo de violência doméstica, segundo a responsável.

Na perspectiva de prevenir e aconselhar os casais, o sector da Acção Social, Família e Igualdade do Género tem realizado palestras em centros médicos, de acolhimento e outras instituições, contando como o apoio das igrejas e da Organização da Mulher Angolana (OMA).

Advertiu que para aqueles que não acatam os seus conselhos, o sector encaminha os processos para o Tribunal, citando, como exemplo, os três casos registados durante o período em referência.

O município do Lobito tem uma população estimada em cerca de 500 mil habitantes, com dois terços concentrados na sede municipal.

 

 

A informação foi avançada pela chefe da secção municipal da Acção Social, Família e Igualdade do Género, Fernanda Liapita, Fernanda Liapita, acrescentando que, no mesmo período, houve 21 casos de fuga a paternidade, 20 de incumprimento de mesada e onze de desalojamento de famílias.

Na mesma senda, disse, foram notificados ainda oito casos de adultério, cinco de ofensas morais e três mães que abandonaram os seus filhos.

Fernanda Liapita adiantou que, em tempo da Covid-19, muitos pais desempregados saem de casa para fazer biscates, com o intuído de conseguir alguns valores e comprar comida para a família, mas, muitas vezes, não alcançam o objectivo.

“Quando isso acontece, a pressão da mulher ou do marido torna-se insuportável e a maioria dos casos resulta em abandono do lar”, realçou.

O bairro 27 de Março, na zona alta, e a Cabaia, na orla marítima a sul do Lobito, são as localidades onde há maior registo de violência doméstica, segundo a responsável.

Na perspectiva de prevenir e aconselhar os casais, o sector da Acção Social, Família e Igualdade do Género tem realizado palestras em centros médicos, de acolhimento e outras instituições, contando como o apoio das igrejas e da Organização da Mulher Angolana (OMA).

Advertiu que para aqueles que não acatam os seus conselhos, o sector encaminha os processos para o Tribunal, citando, como exemplo, os três casos registados durante o período em referência.

O município do Lobito tem uma população estimada em cerca de 500 mil habitantes, com dois terços concentrados na sede municipal.