Luanda agitada em véspera de Natal

  • População desrespeita distanciamento fisíco nas filas dos bancos
  • Enchente nas agências bancárias da cidade de Luanda na quadra festiva
Luanda - A cidade de Luanda "acordou" agitada nesta quinta-feira, com milhares de cidadãos aglomerados nas ruas, em busca de produtos essenciais para as celebrações do Natal.

Contra todas as expectativas, devido à pandemia da Covid-19, registou-se em quase toda a capital do país, desde as primeiras horas da manhã, enchentes nas superfícies comerciais, particularmente nos mercados informais. 

O mesmo cenário registou-se nos supermercados, nos balcões dos bancos comerciais e nos ATMs, onde milhares de cidadãos se concentraram até ao princípio da tarde. 

Nas paragens de táxi e autocarros, o movimento também foi de agitação, principalmente no começo da manhã e ao fim da tarde, em quase toda a cidade capital. 

Em algumas artérias de Luanda, com mais de 30 milhões de habitantes, houve desrespeito à norma do distanciamento físico imposta pelo Decreto Presidencial sobre a Situação de Calamidade Pública. 

Esta violação foi notória nos mercados do Hoji-Ya-Henda, São Paulo, da Estalagem e do Kikolo, com milhares de pessoas a cruzarem-se na intensa jornada pela busca de produtos, sem aparente temor da Covid-19, que já infectou 17.029 em Angola, com 395 óbitos.

O efeito da festa de Natal foi sentido, igualmente, no trânsito automóvel, sendo que várias estradas estiveram engarrafadas no horário de "pico" (12h00/13h00). 

Os serviços de táxis e de autocarros funcionaram com normalidade, desde muito cedo, num dia em que os trabalhadores labutaram até às 13h00, devido o Natal, com excepção dos serviços de turno (piquete). 

Por causa das enchentes, vários cidadãos optaram por andar a pé longas distâncias, para chegar às suas casas, enquanto alguns taxistas realizaram rotas curtas e excederam o limite de 50 por cento da lotação imposta pelo Governo.

Apesar das restrições impostas pelo Decreto Presidencial sobre a Situação de Calamidade Pública e dos apelos das autoridades do país, muitos cidadãos circularam sem máscaras, expondo-se a riscos na via pública. 

Durante a jornada, a Angop constatou que a batata rena, o repolho, a cenoura, a couve, os ovos, a coxa de frango, o feijão, grão de bico, peixe seco e as bebidas diversas estiveram entre os produtos mais procurados em Luanda. 

Pela dificuldade financeira, derivada da crise económica, que se agudizou com a Covid-19, várias famílias optaram por substituir os produtos tradicionais da ceia de Natal, com destaque para o bacalhau e o peru.

De recordar que este ano, o Natal e o ano novo deverão ser celebrados em regime de restrições, estando proibida a realização de festas em salões e ajuntamentos com mais de 15 pessoas, incluindo no domicílio. 

A medida, constante do último Decreto Presidencial sobre a Situação de Calamidade Pública, visa evitar contágios em massa na quadra festiva. 

Contra todas as expectativas, devido à pandemia da Covid-19, registou-se em quase toda a capital do país, desde as primeiras horas da manhã, enchentes nas superfícies comerciais, particularmente nos mercados informais. 

O mesmo cenário registou-se nos supermercados, nos balcões dos bancos comerciais e nos ATMs, onde milhares de cidadãos se concentraram até ao princípio da tarde. 

Nas paragens de táxi e autocarros, o movimento também foi de agitação, principalmente no começo da manhã e ao fim da tarde, em quase toda a cidade capital. 

Em algumas artérias de Luanda, com mais de 30 milhões de habitantes, houve desrespeito à norma do distanciamento físico imposta pelo Decreto Presidencial sobre a Situação de Calamidade Pública. 

Esta violação foi notória nos mercados do Hoji-Ya-Henda, São Paulo, da Estalagem e do Kikolo, com milhares de pessoas a cruzarem-se na intensa jornada pela busca de produtos, sem aparente temor da Covid-19, que já infectou 17.029 em Angola, com 395 óbitos.

O efeito da festa de Natal foi sentido, igualmente, no trânsito automóvel, sendo que várias estradas estiveram engarrafadas no horário de "pico" (12h00/13h00). 

Os serviços de táxis e de autocarros funcionaram com normalidade, desde muito cedo, num dia em que os trabalhadores labutaram até às 13h00, devido o Natal, com excepção dos serviços de turno (piquete). 

Por causa das enchentes, vários cidadãos optaram por andar a pé longas distâncias, para chegar às suas casas, enquanto alguns taxistas realizaram rotas curtas e excederam o limite de 50 por cento da lotação imposta pelo Governo.

Apesar das restrições impostas pelo Decreto Presidencial sobre a Situação de Calamidade Pública e dos apelos das autoridades do país, muitos cidadãos circularam sem máscaras, expondo-se a riscos na via pública. 

Durante a jornada, a Angop constatou que a batata rena, o repolho, a cenoura, a couve, os ovos, a coxa de frango, o feijão, grão de bico, peixe seco e as bebidas diversas estiveram entre os produtos mais procurados em Luanda. 

Pela dificuldade financeira, derivada da crise económica, que se agudizou com a Covid-19, várias famílias optaram por substituir os produtos tradicionais da ceia de Natal, com destaque para o bacalhau e o peru.

De recordar que este ano, o Natal e o ano novo deverão ser celebrados em regime de restrições, estando proibida a realização de festas em salões e ajuntamentos com mais de 15 pessoas, incluindo no domicílio. 

A medida, constante do último Decreto Presidencial sobre a Situação de Calamidade Pública, visa evitar contágios em massa na quadra festiva.