Executivo aposta na formação e orientação económica da juventude

  • Nito Alves, activista social presente no evento
Luanda – Os ministérios da Juventude e Desportos e da Economia e Planeamento vão implementar, até 2022, um programa de formação e orientação económica à juventude, no quadro de um protocolo de cooperação.

Conforme uma nota do Ministério da Juventude e Desportos (Minjud) a que a ANGOP teve acesso, o programa será operacionalizado pelo Instituto Angolano da Juventude (IAJ) e pelo Instituto Nacional de Pequenas e Médias Empresas (INAPEM).

Trata-se de uma iniciativa do Executivo Angolano, de âmbito nacional, que contempla diversos domínios de formação, com destaque para as áreas de elaboração de planos de negócios, gestão de empresas e cooperativismo, contabilidade, assistência técnica, formalização de negócio e empreendedorismo.

De acordo com a nota, prevê alcançar um total de 20 mil jovens em todo país, no período compreendido entre 2020 e 2022, e vai beneficiar, essencialmente, jovens com vocação para o empreendedorismo.

“Trata-se de um programa inovador e abrangente, que visa, essencialmente, garantir as capacidades no seio da juventude angolana em face dos projectos estruturantes que o Executivo vem desenvolvendo no âmbito do Programa de Apoio à Produção, Diversificação das Exportações e Substituição das Importações–PRODESI”, lê-se na nota.

O programa foi formalizado e endossado pelos titulares dos dois sectores, em Agosto do ano em curso, e será operacionalizado através das representações provinciais do IAJ e do INAPEM.

Para o efeito, adianta, as infra-estruturas de apoio à juventude espalhadas pelo país, nomeadamente a Casa de Juventude e os Centros Comunitários de Juventude, foram ajustados em termos curricular e organizativos para atender ao programa de formação e orientação económica à juventude.

O protocolo de cooperação tem como objectivos fomentar o empreendedorismo e o cooperativismo juvenil qualificado como ferramenta essencial para a geração do auto-emprego e de promoção da participação económica da juventude.

Visa ainda realizar acções de orientação económica para os jovens, de modo que os seus negócios estejam melhor estruturados e se tornem desse modo exequíveis, confiáveis e seguros, impulsionar modelos de negócios com base na inovação e criatividade, garantir maior viabilidade e flexibilidade no apoio aos projectos dos jovens empreendedores e empresários, e identificar jovens potenciais empreendedores e apoiar o desenvolvimento das suas competências.

Entre os objectivos consta ainda estimular o empresariado juvenil, dotando-o de ferramentas que o tornem cada vez mais preparado para os principais desafios da economia nacional.

O programa prevê, entre outras acções, formação, monitoria, consultoria e acompanhamento, apoio na constituição de empresas e cooperativas, orientação sobre gestão, mercado e acesso ao crédito no quadro dos programas em curso, formalização de actividades.

Inclui, igualmente, a certificação, incubação e aceleração de negócios, acesso ao financiamento, apoio na constituição de startups e desenvolvimento de competências.

Conforme uma nota do Ministério da Juventude e Desportos (Minjud) a que a ANGOP teve acesso, o programa será operacionalizado pelo Instituto Angolano da Juventude (IAJ) e pelo Instituto Nacional de Pequenas e Médias Empresas (INAPEM).

Trata-se de uma iniciativa do Executivo Angolano, de âmbito nacional, que contempla diversos domínios de formação, com destaque para as áreas de elaboração de planos de negócios, gestão de empresas e cooperativismo, contabilidade, assistência técnica, formalização de negócio e empreendedorismo.

De acordo com a nota, prevê alcançar um total de 20 mil jovens em todo país, no período compreendido entre 2020 e 2022, e vai beneficiar, essencialmente, jovens com vocação para o empreendedorismo.

“Trata-se de um programa inovador e abrangente, que visa, essencialmente, garantir as capacidades no seio da juventude angolana em face dos projectos estruturantes que o Executivo vem desenvolvendo no âmbito do Programa de Apoio à Produção, Diversificação das Exportações e Substituição das Importações–PRODESI”, lê-se na nota.

O programa foi formalizado e endossado pelos titulares dos dois sectores, em Agosto do ano em curso, e será operacionalizado através das representações provinciais do IAJ e do INAPEM.

Para o efeito, adianta, as infra-estruturas de apoio à juventude espalhadas pelo país, nomeadamente a Casa de Juventude e os Centros Comunitários de Juventude, foram ajustados em termos curricular e organizativos para atender ao programa de formação e orientação económica à juventude.

O protocolo de cooperação tem como objectivos fomentar o empreendedorismo e o cooperativismo juvenil qualificado como ferramenta essencial para a geração do auto-emprego e de promoção da participação económica da juventude.

Visa ainda realizar acções de orientação económica para os jovens, de modo que os seus negócios estejam melhor estruturados e se tornem desse modo exequíveis, confiáveis e seguros, impulsionar modelos de negócios com base na inovação e criatividade, garantir maior viabilidade e flexibilidade no apoio aos projectos dos jovens empreendedores e empresários, e identificar jovens potenciais empreendedores e apoiar o desenvolvimento das suas competências.

Entre os objectivos consta ainda estimular o empresariado juvenil, dotando-o de ferramentas que o tornem cada vez mais preparado para os principais desafios da economia nacional.

O programa prevê, entre outras acções, formação, monitoria, consultoria e acompanhamento, apoio na constituição de empresas e cooperativas, orientação sobre gestão, mercado e acesso ao crédito no quadro dos programas em curso, formalização de actividades.

Inclui, igualmente, a certificação, incubação e aceleração de negócios, acesso ao financiamento, apoio na constituição de startups e desenvolvimento de competências.