Luanda produz mais de dois milhões de toneladas/ano de lixo

  • Lixo na cidade de Luanda e água parada depois da chuva
Luanda – A província de Luanda produz, actualmente, cerca de 2.5 milhões de toneladas de lixo por ano, com tendência a aumentar em função do crescimento populacional.

A informação consta de um Estudo Estratégico e Económico-Financeiro do Ministério da Economia e Planeamento (MEP) foi divulgado, nesta  segunda-feira, no acto de lançamento de parceria público-privada para o Aterro Sanitário dos Mulenvos, situado no município de Viana, em Luanda.

Luanda tem um histórico elevado de produção de resíduos, adianta o estudo, sendo 25 por cento de lixo orgânico, papel (16) , plástico (15) , vidro (06), ferro (06), um por cento de alumínio, entre outros.

O estudo refere que a produção de resíduos tem um elevado potencial de valorização, se devidamente tratado e usados os componentes da  reciclagem ou reutilização, compostagem e energia.

“ A recolha de resíduos tem actualmente dois fluxos separados, a do mercado formal, efectuada pelas empresas adjudicadas que levam para o Aterro sanitário, e a informal feita através da reciclagem, que funciona com os catadores que as vezes invadem o Aterro a procura de material reciclável”, esclarece o estudo.  

O Aterro Sanitário dos Mulenvos conta com 270 hectares por  explorar, sendo que em 2019 tinha uma taxa de utilização de apenas 40 por cento do seu espaço disponível.

O estudo adianta que 30 hectares do Aterro estão já encerrados e 40 outros (hectares) encontram-se actualmente em utilização, com previsão de encerramento para os próximos quatros anos.

Neste momento o aterro tem disponível uma área de ampliação de 120 hectares, que se estimam ser úteis por 18 anos adicionais, tendo um potencial de se tornar um centro de valorização de resíduos sólidos urbanos, sobretudo pela sua potencialidade de produção e separação de lixo e de ter ainda espaço para a sua expansão.

Dados de 2016 indicam que o Aterro Sanitário dos Mulenvos recebe, por dia, mais de sete mil e 200 toneladas de resíduos sólidos, contra as duas mil e 500 previstas no início da sua concepção.

O Aterro Sanitário dos Mulenvos, considerado o maior de África por possuir uma área de 270 hectares e sete camadas com sete metros de altura , foi inaugurado no dia 14 de Dezembro de 2007.

A informação consta de um Estudo Estratégico e Económico-Financeiro do Ministério da Economia e Planeamento (MEP) foi divulgado, nesta  segunda-feira, no acto de lançamento de parceria público-privada para o Aterro Sanitário dos Mulenvos, situado no município de Viana, em Luanda.

Luanda tem um histórico elevado de produção de resíduos, adianta o estudo, sendo 25 por cento de lixo orgânico, papel (16) , plástico (15) , vidro (06), ferro (06), um por cento de alumínio, entre outros.

O estudo refere que a produção de resíduos tem um elevado potencial de valorização, se devidamente tratado e usados os componentes da  reciclagem ou reutilização, compostagem e energia.

“ A recolha de resíduos tem actualmente dois fluxos separados, a do mercado formal, efectuada pelas empresas adjudicadas que levam para o Aterro sanitário, e a informal feita através da reciclagem, que funciona com os catadores que as vezes invadem o Aterro a procura de material reciclável”, esclarece o estudo.  

O Aterro Sanitário dos Mulenvos conta com 270 hectares por  explorar, sendo que em 2019 tinha uma taxa de utilização de apenas 40 por cento do seu espaço disponível.

O estudo adianta que 30 hectares do Aterro estão já encerrados e 40 outros (hectares) encontram-se actualmente em utilização, com previsão de encerramento para os próximos quatros anos.

Neste momento o aterro tem disponível uma área de ampliação de 120 hectares, que se estimam ser úteis por 18 anos adicionais, tendo um potencial de se tornar um centro de valorização de resíduos sólidos urbanos, sobretudo pela sua potencialidade de produção e separação de lixo e de ter ainda espaço para a sua expansão.

Dados de 2016 indicam que o Aterro Sanitário dos Mulenvos recebe, por dia, mais de sete mil e 200 toneladas de resíduos sólidos, contra as duas mil e 500 previstas no início da sua concepção.

O Aterro Sanitário dos Mulenvos, considerado o maior de África por possuir uma área de 270 hectares e sete camadas com sete metros de altura , foi inaugurado no dia 14 de Dezembro de 2007.