Natal: Luanda regista tranquilidade

  • Vista parcial de Luanda, capital de Angola
Luanda – A província de Luanda registou nesta sexta-feira, feriado de Natal, trânsito fluído nas principais artérias da cidade, que se apresenta sem grandes foco de lixo e com presença activa de efectivos da Polícia.

Contrariamente aos anos anteriores, em que era habitual ver grupos de famílias passearem pela cidade ou deslocarem-se a casa de outros parentes, este ano, em época de Covid-19, a população optou por manter-se em casa e acatar as orientações das autoridades sanitárias.

Na avenida Mortala Mohamed, Ilha de Luanda, em toda a sua extensão, a presença de efectivos da ordem pública e bombeiros espelhou a segurança aí implantada para que os banhistas não façam uso das praias, em cumprimento do Decreto Presidencial sobre a Situação de Calamidade Pública.

Nas zonas onde estão localizados os principais restaurantes da Ilha, pode-se ver apenas os seguranças à porta.

Sem os habituais aglomerados de pessoas, os mercados dos Congolenses e Asa Branca estiveram encerrados, apesar de registar-se pequenos grupos de populares nas paragens de táxis.

No Largo da Independência, uma árvore de Natal foi montada somente hoje, cenário diferente do observado na Avenida 21 de Janeiro, onde parte dos postes de iluminação estão a ser alvo de manutenção.

À porta de igrejas, algumas pessoas marcaram presença nas habituais missas de Natal, enquanto que na Avenida 4 de Fevereiro (Marginal) alguns transeuntes efectuavam exercícios físicos, apesar do sol abrasador.  

Com os mercados encerrados, a venda ambulante também não se fez sentir, nem as enchentes habituais nos multicaixas, como aconteceu nas duas últimas semanas.

Ainda em Luanda, o Serviço Nacional de Protecção Civil e Bombeiros registou durante as últimas 24 horas quatro ocorrências, menos nove a igual período de 2019.

Constam dos registos três incêndios nos municípios de Cacuaco, Viana e Belas, nos bairros Vidrul, Baia e Ramiros sem vítimas humanas.

Os sinistros foram de pequenas proporções e em residências. A outra ocorrência foi uma limpeza de combustível num troco da EN-100 norte no distrito dos Ramiros (Belas).

Numa ronda por alguns hospitais, foi possível constatar um movimento de assistência médica e medicamentosa razoável.

Nos hospitais Américo Boavida, do Prenda e Josina Machel, no município de Luanda, foram assistidos 256 pessoas sem vítimas mortais. No Américo Boavida entraram 88 pacientes vítimas de traumatismos causados por quedas, agressões físicas, ferimentos com arma de fogo e branca e atropelamento.

De acordo com o chefe do banco de urgência em serviço, Magalhães da Silva, apesar das ocorrências a situação foi razoável comparativamente aos anos anteriores.

No banco de urgência do Hospital do Prenda, a situação foi considerado calma pelo médico Armando Gaspar, à semelhança do Josina Machel.

 

 

 

Contrariamente aos anos anteriores, em que era habitual ver grupos de famílias passearem pela cidade ou deslocarem-se a casa de outros parentes, este ano, em época de Covid-19, a população optou por manter-se em casa e acatar as orientações das autoridades sanitárias.

Na avenida Mortala Mohamed, Ilha de Luanda, em toda a sua extensão, a presença de efectivos da ordem pública e bombeiros espelhou a segurança aí implantada para que os banhistas não façam uso das praias, em cumprimento do Decreto Presidencial sobre a Situação de Calamidade Pública.

Nas zonas onde estão localizados os principais restaurantes da Ilha, pode-se ver apenas os seguranças à porta.

Sem os habituais aglomerados de pessoas, os mercados dos Congolenses e Asa Branca estiveram encerrados, apesar de registar-se pequenos grupos de populares nas paragens de táxis.

No Largo da Independência, uma árvore de Natal foi montada somente hoje, cenário diferente do observado na Avenida 21 de Janeiro, onde parte dos postes de iluminação estão a ser alvo de manutenção.

À porta de igrejas, algumas pessoas marcaram presença nas habituais missas de Natal, enquanto que na Avenida 4 de Fevereiro (Marginal) alguns transeuntes efectuavam exercícios físicos, apesar do sol abrasador.  

Com os mercados encerrados, a venda ambulante também não se fez sentir, nem as enchentes habituais nos multicaixas, como aconteceu nas duas últimas semanas.

Ainda em Luanda, o Serviço Nacional de Protecção Civil e Bombeiros registou durante as últimas 24 horas quatro ocorrências, menos nove a igual período de 2019.

Constam dos registos três incêndios nos municípios de Cacuaco, Viana e Belas, nos bairros Vidrul, Baia e Ramiros sem vítimas humanas.

Os sinistros foram de pequenas proporções e em residências. A outra ocorrência foi uma limpeza de combustível num troco da EN-100 norte no distrito dos Ramiros (Belas).

Numa ronda por alguns hospitais, foi possível constatar um movimento de assistência médica e medicamentosa razoável.

Nos hospitais Américo Boavida, do Prenda e Josina Machel, no município de Luanda, foram assistidos 256 pessoas sem vítimas mortais. No Américo Boavida entraram 88 pacientes vítimas de traumatismos causados por quedas, agressões físicas, ferimentos com arma de fogo e branca e atropelamento.

De acordo com o chefe do banco de urgência em serviço, Magalhães da Silva, apesar das ocorrências a situação foi razoável comparativamente aos anos anteriores.

No banco de urgência do Hospital do Prenda, a situação foi considerado calma pelo médico Armando Gaspar, à semelhança do Josina Machel.