Mais de 200 cidadãos da Ilha do Cabo beneficiam do BI gratuito

  • Encerramento da campanha de registo civil e emissão de BI
Luanda - Duzentos e dois cidadãos da Ilha do Cabo beneficiaram, esta terça-feira, de Bilhetes de Identidade (BI) de forma gratuita, no âmbito do Programa de Massificação do Registo Civil e Atribuição do Bilhete de identidade.

A campanha de registo de nascimento e emissão do BI  organizada pela Fundação Arte e Cultura teve início no dia 3 do corrente mês e encerramento nesta terça-feira, com atribuição do documento a crianças, adolescentes, jovens  e adultos.

Segundo a directora geral da Fundação Arte e Cultura, Naama Margalit, muitas são as crianças e adolescentes fora do ensino escolar por falta de documentação e pais que não dispõem de registo de nascimento e BI na zona da Ilha.

"Essas pessoas tiveram a oportunidade de se registar e tratar o BI. Já podem gozar dos seus direitos e deveres no país”, disse.

Por seu turno, a secretária de Estado da Acção Social, Família e Promoção da Mulher, Elsa Barber, frisou que o Executivo continuará a implementar o compromisso número três dos 11 assumidos a favor da criança.

De acordo com a responsável, toda criança tem direito ao nome, nacionalidade, acesso ao ensino e cuidados de saúde, direitos fundamentais das crianças.

Para Elsa Barber, é fundamental que as crianças gozem os seus direitos de cidadania, para a garantia de um futuro melhor.

Já para o coordenador técnico nacional do programa de Massificação do Registo de nascimento e atribuição do BI, Fernandes Fortes, adiantou que estão mobilizados técnicos do Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos, membros da sociedade civil, militares das Forças Armadas Angolanas (FAA), bem como associações e igrejas para a execução do projecto.

Criada a 25 de Janeiro de 2006, a fundação arte e cultura  trabalhada para as comunidades na inserção social das famílias em situação de vulnerabilidade e risco e no apoio às artes e cultura angolana.

A campanha de registo de nascimento e emissão do BI  organizada pela Fundação Arte e Cultura teve início no dia 3 do corrente mês e encerramento nesta terça-feira, com atribuição do documento a crianças, adolescentes, jovens  e adultos.

Segundo a directora geral da Fundação Arte e Cultura, Naama Margalit, muitas são as crianças e adolescentes fora do ensino escolar por falta de documentação e pais que não dispõem de registo de nascimento e BI na zona da Ilha.

"Essas pessoas tiveram a oportunidade de se registar e tratar o BI. Já podem gozar dos seus direitos e deveres no país”, disse.

Por seu turno, a secretária de Estado da Acção Social, Família e Promoção da Mulher, Elsa Barber, frisou que o Executivo continuará a implementar o compromisso número três dos 11 assumidos a favor da criança.

De acordo com a responsável, toda criança tem direito ao nome, nacionalidade, acesso ao ensino e cuidados de saúde, direitos fundamentais das crianças.

Para Elsa Barber, é fundamental que as crianças gozem os seus direitos de cidadania, para a garantia de um futuro melhor.

Já para o coordenador técnico nacional do programa de Massificação do Registo de nascimento e atribuição do BI, Fernandes Fortes, adiantou que estão mobilizados técnicos do Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos, membros da sociedade civil, militares das Forças Armadas Angolanas (FAA), bem como associações e igrejas para a execução do projecto.

Criada a 25 de Janeiro de 2006, a fundação arte e cultura  trabalhada para as comunidades na inserção social das famílias em situação de vulnerabilidade e risco e no apoio às artes e cultura angolana.