Mais de 30 mil cidadãos inseridos em actividades geradoras de renda

  • Mulheres expõem em feira
Malanje- Trinta e quatro mil e 936 cidadãos, na sua maioria mulheres, foram inseridos em actividades geradoras de renda no país, no período de Janeiro à presente data, no âmbito do Programa de Desenvolvimento Local e Combate à Pobreza.

Deste número, mil e 260 postos de trabalho foram criados no quadro do Fundo Activo de Capital de Risco Angolano (FACRA) e 202 mulheres beneficiaram de formação sobre empreendedorismo, com vista a promoção do auto-emprego.

A informação foi prestada, na  quarta-feira, pela ministra da Acção Social, Família e Promoção da Mulher, Faustina Alves, durante o X Fórum Nacional da Mulher Rural, decorrido na cidade de Malanje.

Faustina Alves referiu que consta ainda das actividades geradoras de renda, a inserção de centenas de mulheres em 35 cooperativas de corte e costura, agricultura, pastelaria, culinária, decoração, reciclagem, produção de sabão, pesca artesanal, transformação e comercialização de roupas e capacitação de 38 mulheres em matéria de literacia financeira.

Por sua vez, a embaixadora de Angola na Itália, Fátima Jardim, que interveio por vídeo-conferência, considerou a mulher como parceria imprescindível no processo de diversificação económica do país, dado o seu papel na luta pela garantia e segurança alimentar e redução da desnutrição.

A diplomata defendeu, por isso, mais incentivo e o aumento do número de empregos para essa franja social.

Por seu turno, a representante da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) em Angola, Gherda Barreto, reiterou o contributo das mulheres na luta contra à pobreza, fome e a malnutrição no meio rural, apesar do desigual acesso à recursos tendentes a elevação do nível de produção agrícola.

Já o governador provincial de Malanje, Norberto dos Santos “Kwata Kanawa”, frisou que a permanente aposta do Executivo na criação de políticas para o empoderamento das mulheres, com vista a eliminar as barreiras que impedem o seu desenvolvimento.

Sob o lema “Mulher rural no agro-negócio: desafios e oportunidades para a sua inclusão financeira”, o X Fórum Nacional da Mulher Rural, enquadrou-se no âmbito das jornadas alusivas ao Dia Internacional da Mulher Rural, a assinalar-se a 15 deste mês.
 

Com realização bianual, o fórum nacional visa promover a valorização da mulher do meio rural, analisar os constrangimentos e oportunidades para o seu empoderamento, incentivar a implementação de projectos que contribuam para a melhoria das condições e integração da mesma no processo de desenvolvimento do país.

O acto foi presenciado por vídeo-conferência pela Ministra de Estado para a Área Social, Carolina Cerqueira e presencial por representantes das agências das nações unidas, deputados à Assembleia Nacional, membros do governo provincial, autoridades tradicionais e distintos convidados.
 

Deste número, mil e 260 postos de trabalho foram criados no quadro do Fundo Activo de Capital de Risco Angolano (FACRA) e 202 mulheres beneficiaram de formação sobre empreendedorismo, com vista a promoção do auto-emprego.

A informação foi prestada, na  quarta-feira, pela ministra da Acção Social, Família e Promoção da Mulher, Faustina Alves, durante o X Fórum Nacional da Mulher Rural, decorrido na cidade de Malanje.

Faustina Alves referiu que consta ainda das actividades geradoras de renda, a inserção de centenas de mulheres em 35 cooperativas de corte e costura, agricultura, pastelaria, culinária, decoração, reciclagem, produção de sabão, pesca artesanal, transformação e comercialização de roupas e capacitação de 38 mulheres em matéria de literacia financeira.

Por sua vez, a embaixadora de Angola na Itália, Fátima Jardim, que interveio por vídeo-conferência, considerou a mulher como parceria imprescindível no processo de diversificação económica do país, dado o seu papel na luta pela garantia e segurança alimentar e redução da desnutrição.

A diplomata defendeu, por isso, mais incentivo e o aumento do número de empregos para essa franja social.

Por seu turno, a representante da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) em Angola, Gherda Barreto, reiterou o contributo das mulheres na luta contra à pobreza, fome e a malnutrição no meio rural, apesar do desigual acesso à recursos tendentes a elevação do nível de produção agrícola.

Já o governador provincial de Malanje, Norberto dos Santos “Kwata Kanawa”, frisou que a permanente aposta do Executivo na criação de políticas para o empoderamento das mulheres, com vista a eliminar as barreiras que impedem o seu desenvolvimento.

Sob o lema “Mulher rural no agro-negócio: desafios e oportunidades para a sua inclusão financeira”, o X Fórum Nacional da Mulher Rural, enquadrou-se no âmbito das jornadas alusivas ao Dia Internacional da Mulher Rural, a assinalar-se a 15 deste mês.
 

Com realização bianual, o fórum nacional visa promover a valorização da mulher do meio rural, analisar os constrangimentos e oportunidades para o seu empoderamento, incentivar a implementação de projectos que contribuam para a melhoria das condições e integração da mesma no processo de desenvolvimento do país.

O acto foi presenciado por vídeo-conferência pela Ministra de Estado para a Área Social, Carolina Cerqueira e presencial por representantes das agências das nações unidas, deputados à Assembleia Nacional, membros do governo provincial, autoridades tradicionais e distintos convidados.