Mais de 600 mil famílias integradas na segunda fase do FRESAN

  • Agricultura
Lubango - Seiscentas mil famílias vulneráveis das províncias da Huíla, Namibe e Cunene vão beneficiar das acções da segunda fase do projecto de Fortalecimento da Resiliência e da Segurança Alimentar e Nutricional em Angola, com vista a melhoria da sua condição social e económica.

A primeira fase do projecto, lançado em 2018, beneficiou perto de 400 mil pessoas dessas províncias.

O mesmo tem como objectivo reduzir a fome, a pobreza e a vulnerabilidade das comunidades afectadas pela seca no sul do país até 2024.

Trata-se de uma iniciativa do Governo angolano, orçada em 65 milhões de Euros, financiados pela União Europeia.

O programa está a ser implementado em parceria com o Instituto Camões, Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) e Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Falando à imprensa, hoje, segunda-feira, à margem da apresentação pública do programa FRESAN II, na cidade do Lubango, o gestor do projecto da Comissão Europeia, Danilo Barbero, disse que o programa vai incidir no reforço da agricultura sustentável, promoção de uma melhor nutrição e desenvolvimento das capacidades das instituições.

Destacou que, na componente de segurança alimentar e nutrição, o foco está na produção de produtos florestais não madeireiros, processamento, preservação e transformação de bens alimentares, canais e redes de comercialização e reservas de alimentos.

As atenções estarão igualmente viradas para os projectos de água, bem como a prevenção e gestão da desnutrição.

Com a implementação desta fase, espera-se o desenvolvimento de contribuições importantes para o fortalecimento da resiliência das pessoas afectadas pela seca prolongada.

A primeira fase do projecto, lançado em 2018, beneficiou perto de 400 mil pessoas dessas províncias.

O mesmo tem como objectivo reduzir a fome, a pobreza e a vulnerabilidade das comunidades afectadas pela seca no sul do país até 2024.

Trata-se de uma iniciativa do Governo angolano, orçada em 65 milhões de Euros, financiados pela União Europeia.

O programa está a ser implementado em parceria com o Instituto Camões, Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) e Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Falando à imprensa, hoje, segunda-feira, à margem da apresentação pública do programa FRESAN II, na cidade do Lubango, o gestor do projecto da Comissão Europeia, Danilo Barbero, disse que o programa vai incidir no reforço da agricultura sustentável, promoção de uma melhor nutrição e desenvolvimento das capacidades das instituições.

Destacou que, na componente de segurança alimentar e nutrição, o foco está na produção de produtos florestais não madeireiros, processamento, preservação e transformação de bens alimentares, canais e redes de comercialização e reservas de alimentos.

As atenções estarão igualmente viradas para os projectos de água, bem como a prevenção e gestão da desnutrição.

Com a implementação desta fase, espera-se o desenvolvimento de contribuições importantes para o fortalecimento da resiliência das pessoas afectadas pela seca prolongada.