Mais de dois mil camponeses aprendem a ler e a escrever

  • Logotipo da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO)
Caála - Dois mil e 21 camponeses dos municípios da Caála, Ecunha, Catchiungo, Mungo e Londuimbali , na província do Huambo, foram alfabetizados desde 2019, pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO).

Ao prestar a informação à ANGOP, nesta sexta-feira, o coordenador de escolas de campos da FAO,  Celestino Essuvo, avançou que as aulas de alfabetização foram desenvolvidas no quadro do Projecto de Desenvolvimento da Agricultura
Familiar e Comercialização (MOSAPII).

Informou que as sessões lectivas, cuja iniciativa termina  ainda neste ano, têm como objectivo, fortalecer a capacidade interpretativa das famílias camponesas, de modo a garantir uma maior compreensão das metodologias agronómicas para o melhoramento das práticas agrícolas e a ressocialização das comunidades rurais.

“Nas escolas de campo, para além dos aspectos relacionados com agricultura baseados nas
boas práticas, os agricultores aprendem igualmente a ler e a escrever de forma lúcida e compreensiva, para que se alcance a eficácia e eficiência  na implementação do programa Mosap II”, salientou.

O projecto MOSAP II tem o financiamento do Banco Mundial, decorre nas províncias do Huambo, Bié e Malanje, onde já foram gastos um valor global de 95 milhões de dólares americanos e assiste actualmente perto de 135 mil famílias que aprendem bons hábitos de produção agrícola em quatro mil e 100 escolas de campos distribuídas em 78 comunas destas regiões do país.

Ao prestar a informação à ANGOP, nesta sexta-feira, o coordenador de escolas de campos da FAO,  Celestino Essuvo, avançou que as aulas de alfabetização foram desenvolvidas no quadro do Projecto de Desenvolvimento da Agricultura
Familiar e Comercialização (MOSAPII).

Informou que as sessões lectivas, cuja iniciativa termina  ainda neste ano, têm como objectivo, fortalecer a capacidade interpretativa das famílias camponesas, de modo a garantir uma maior compreensão das metodologias agronómicas para o melhoramento das práticas agrícolas e a ressocialização das comunidades rurais.

“Nas escolas de campo, para além dos aspectos relacionados com agricultura baseados nas
boas práticas, os agricultores aprendem igualmente a ler e a escrever de forma lúcida e compreensiva, para que se alcance a eficácia e eficiência  na implementação do programa Mosap II”, salientou.

O projecto MOSAP II tem o financiamento do Banco Mundial, decorre nas províncias do Huambo, Bié e Malanje, onde já foram gastos um valor global de 95 milhões de dólares americanos e assiste actualmente perto de 135 mil famílias que aprendem bons hábitos de produção agrícola em quatro mil e 100 escolas de campos distribuídas em 78 comunas destas regiões do país.