APEJ coopera na promoção da empregabilidade

Malanje - A Associação de Promoção de Empregabilidade Juvenil (APEJ) está comprometida em cooperar com o Estado angolano no fomento de acções tendentes a criação de postos de trabalho.

Essa disposição foi manifestada hoje (sexta-feira), nesta cidade, pelo presidente nacional da agremiação, Benvindo André, no acto de apresentação e empossamento da coordenação da Associação Provincial de Malanje.

Sem avançar detalhes, o responsável precisou que a concretização esse desiderato passa por mais abertura para diálogo e disponibilidade institucional que se necessita para juntos traçar políticas que estimulem a criação de empregos.

“O emprego não é uma equação difícil, é uma questão de acção, organização e de resultados, mas é preciso organizar o sector informal e a actividade económica”, frisou, realçando que por esse facto urge cooperar com o governo neste domínio, a fim de para além da empregabilidade, gerar receitas para o Estado, gerar riquezas e consequentemente melhorar a economia do país.

Entretanto, de acordo com o presidente da APEJ, o sector privado é também chamado a fazer a sua parte para a concretização dessa luta comum de promoção de empregos, que conta com investidores nacionais e estrangeiros, sem descurar a participação das organizações juvenis empresariais.

Destacou a existência de projectos da APEJ em carteira, cuja materialização dependerá muito do comprometimento e seriedade dos jovens, por formas também a abolir a imagem de que os jovens hoje são imediatistas e não se envolvem de forma responsável nos assuntos do país.

“Temos de ser capazes de criticar, mas também de apresentar soluções para os problemas da falta de emprego e de uma ocupação útil de cada jovem, e a coordenação da APEJ de Malanje assume a partir de hoje o desafio de mudar o paradigma e a visão sobre a empregabilidade”, concluiu.

Por sua vez, o director do Gabinete Provincial da Cultura, Turismo, Juventude e Desportos, Fernandes Cristóvão, destacou o papel da Associação na promoção do emprego, pelo que a união deve prevalecer para os propósitos da mesma sejam alcançados, rumo a resolução dos problemas das famílias e da sociedade.

Enalteceu a vontade e coragem da juventude e dos empreendedores de Malanje de enfrentar todos os desafios para definir oportunidades de emprego, mesmo em tempo de crise que o país vive, o que obriga a todos a unir sinergias para a construção de uma Angola mais próspera e orgulhosa para as futuras gerações, contribuindo no combate a corrupção e outras acções realizadas pelo Executivo.

A presidente do Conselho Provincial da Juventude, Maria Ulo Manuel, defendeu o contínuo associativismo juvenil, sendo que o surgimento desta associação vem responder os desafios da empregabilidade, nos dias actuais em que os governos vêm reduzindo a sua intervenção directa nesse domínio, pelo que urge os jovens empreender, acabando com a ideia de que o Estado deve ser o único e maior empregador.

A coordenação ora empossada integra dez membros, entre os quais, um coordenador provincial, um adjunto, secretário executivo, bem como secretários para informação, intercâmbio, finanças, marketing, género e inclusão social e outros.

A APEJ é uma organização filantrópica criada em Fevereiro deste ano, voltada ao incentivo ao empreendedorismo no seio da juventude angolana.

 

Essa disposição foi manifestada hoje (sexta-feira), nesta cidade, pelo presidente nacional da agremiação, Benvindo André, no acto de apresentação e empossamento da coordenação da Associação Provincial de Malanje.

Sem avançar detalhes, o responsável precisou que a concretização esse desiderato passa por mais abertura para diálogo e disponibilidade institucional que se necessita para juntos traçar políticas que estimulem a criação de empregos.

“O emprego não é uma equação difícil, é uma questão de acção, organização e de resultados, mas é preciso organizar o sector informal e a actividade económica”, frisou, realçando que por esse facto urge cooperar com o governo neste domínio, a fim de para além da empregabilidade, gerar receitas para o Estado, gerar riquezas e consequentemente melhorar a economia do país.

Entretanto, de acordo com o presidente da APEJ, o sector privado é também chamado a fazer a sua parte para a concretização dessa luta comum de promoção de empregos, que conta com investidores nacionais e estrangeiros, sem descurar a participação das organizações juvenis empresariais.

Destacou a existência de projectos da APEJ em carteira, cuja materialização dependerá muito do comprometimento e seriedade dos jovens, por formas também a abolir a imagem de que os jovens hoje são imediatistas e não se envolvem de forma responsável nos assuntos do país.

“Temos de ser capazes de criticar, mas também de apresentar soluções para os problemas da falta de emprego e de uma ocupação útil de cada jovem, e a coordenação da APEJ de Malanje assume a partir de hoje o desafio de mudar o paradigma e a visão sobre a empregabilidade”, concluiu.

Por sua vez, o director do Gabinete Provincial da Cultura, Turismo, Juventude e Desportos, Fernandes Cristóvão, destacou o papel da Associação na promoção do emprego, pelo que a união deve prevalecer para os propósitos da mesma sejam alcançados, rumo a resolução dos problemas das famílias e da sociedade.

Enalteceu a vontade e coragem da juventude e dos empreendedores de Malanje de enfrentar todos os desafios para definir oportunidades de emprego, mesmo em tempo de crise que o país vive, o que obriga a todos a unir sinergias para a construção de uma Angola mais próspera e orgulhosa para as futuras gerações, contribuindo no combate a corrupção e outras acções realizadas pelo Executivo.

A presidente do Conselho Provincial da Juventude, Maria Ulo Manuel, defendeu o contínuo associativismo juvenil, sendo que o surgimento desta associação vem responder os desafios da empregabilidade, nos dias actuais em que os governos vêm reduzindo a sua intervenção directa nesse domínio, pelo que urge os jovens empreender, acabando com a ideia de que o Estado deve ser o único e maior empregador.

A coordenação ora empossada integra dez membros, entre os quais, um coordenador provincial, um adjunto, secretário executivo, bem como secretários para informação, intercâmbio, finanças, marketing, género e inclusão social e outros.

A APEJ é uma organização filantrópica criada em Fevereiro deste ano, voltada ao incentivo ao empreendedorismo no seio da juventude angolana.