Jovens Solidários doam sangue ao hospital Regional

Malanje - Cinco bolsas de sangue foram doadas nesta terça-feira por membros da Brigada Jovens Solidários (BJS) ao hospital Regional de Malanje.

O gesto enquadra-se nas comemorações do 14 de Junho, dia mundial do dador de sangue, e consta do leque de 500 bolsas que a BJS prevê doar faseadamente até ao final deste mês, cuja jornada arrancou no último fim-de-semana com a doação de 80 bolsas.

A informação foi dada hoje à ANGOP, pela secretária da Brigada Jovens Solidários em Malanje, Telma Pita Grós, tendo apelado as famílias e pacientes a denunciarem os eventuais casos de venda de sangue nas unidades sanitárias.

A responsável lançou esse repto, em função dos relatos de venda de sangue em determinadas unidades de Malanje e não só, sob pena de prejudicar os pacientes carentes e desencorajar a doação voluntária.

Sem avançar pormenores, disse que a Brigada tem conhecimento de um caso que envolveu uma enfermeira acusada de cobrar para a transfusão de sangue a um paciente.

Entretanto, lamentou a falta de cultura de denúncia por parte de familiares e os respectivos doentes, provavelmente por temerem represálias, enquanto estiverem internados no hospital.

A par disso, disse que o silêncio inibe os dadores, sendo que o sangue que doam tem destino inconfesso.

Actualmente, a BJS controla 70 dadores voluntários, que têm o hospital Regional de Malanje como o principal alvo das doações de sangue.

De acordo com o chefe da Hemoterapia do hospital Regional de Malanje, António Cassenda Cândido, a unidade tem necessidade diária, em média, de acima de 50 bolsas de sangue.

 

O gesto enquadra-se nas comemorações do 14 de Junho, dia mundial do dador de sangue, e consta do leque de 500 bolsas que a BJS prevê doar faseadamente até ao final deste mês, cuja jornada arrancou no último fim-de-semana com a doação de 80 bolsas.

A informação foi dada hoje à ANGOP, pela secretária da Brigada Jovens Solidários em Malanje, Telma Pita Grós, tendo apelado as famílias e pacientes a denunciarem os eventuais casos de venda de sangue nas unidades sanitárias.

A responsável lançou esse repto, em função dos relatos de venda de sangue em determinadas unidades de Malanje e não só, sob pena de prejudicar os pacientes carentes e desencorajar a doação voluntária.

Sem avançar pormenores, disse que a Brigada tem conhecimento de um caso que envolveu uma enfermeira acusada de cobrar para a transfusão de sangue a um paciente.

Entretanto, lamentou a falta de cultura de denúncia por parte de familiares e os respectivos doentes, provavelmente por temerem represálias, enquanto estiverem internados no hospital.

A par disso, disse que o silêncio inibe os dadores, sendo que o sangue que doam tem destino inconfesso.

Actualmente, a BJS controla 70 dadores voluntários, que têm o hospital Regional de Malanje como o principal alvo das doações de sangue.

De acordo com o chefe da Hemoterapia do hospital Regional de Malanje, António Cassenda Cândido, a unidade tem necessidade diária, em média, de acima de 50 bolsas de sangue.