Professores actualizam conhecimentos sobre língua gestual

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Malanje - Trinta professores do ensino especial do município de Malanje, participam, desde esta segunda-feira, numa acção de formação sobre língua gestual.

A iniciativa, primeira este ano promovida pelo Instituto Nacional para o Ensino Especial, visa aperfeiçoar os conhecimentos dos docentes neste domínio, bem como mobilizá-los para a criação de condições psicológicas que incentivem as crianças com necessidades especiais a frequentarem a escola.

O evento tem a duração de 10 dias e aborda matérias relacionadas com a língua gestual, linguística gestual, prática de interpretação e gesticulação, entre outras.

No acto de abertura da formação, o chefe de departamento da educação para área de ensino, Domingos Kiluanje, exortou para o cumprimento das políticas do sector da educação voltadas a inclusão dos alunos com deficiências, tendo em atenção as estratégias de ensino e aprendizagem dos mesmos.

“É necessário que os actores da educação entrem em contacto permanente com os normativos que regulam a política de educação especial, nomeadamente a Lei 17/16, de 7 de Outubro, e o Decreto Presidencial nº 187/17, de 16 de Agosto, sobre a política nacional de educação especial orientada para a inclusão escolar”, frisou.

Entretanto, anunciou a criação de núcleos de apoio a inclusão com salas de recursos multifuncionais nas instituições escolares, com vista a que, localmente e de modo contextual, a partir da praxes pedagógicas, se criem recursos para atender às necessidades individuais e colectivas dos alunos.

Por sua vez, a coordenadora provincial do ensino especial, Filipa José Macanzo, disse que, com a formação de língua gestual, pretendem-se ainda multiplicar o número de intérpretes, uma vez que a província carece de professores desta área.

Para a técnica do Instituto Nacional do Ensino Especial, Marcelina Domingos Manuel, a formação é um mecanismo para a eliminação dos obstáculos na comunicação entre alunos e outros agentes do ensino na escola.

A iniciativa, primeira este ano promovida pelo Instituto Nacional para o Ensino Especial, visa aperfeiçoar os conhecimentos dos docentes neste domínio, bem como mobilizá-los para a criação de condições psicológicas que incentivem as crianças com necessidades especiais a frequentarem a escola.

O evento tem a duração de 10 dias e aborda matérias relacionadas com a língua gestual, linguística gestual, prática de interpretação e gesticulação, entre outras.

No acto de abertura da formação, o chefe de departamento da educação para área de ensino, Domingos Kiluanje, exortou para o cumprimento das políticas do sector da educação voltadas a inclusão dos alunos com deficiências, tendo em atenção as estratégias de ensino e aprendizagem dos mesmos.

“É necessário que os actores da educação entrem em contacto permanente com os normativos que regulam a política de educação especial, nomeadamente a Lei 17/16, de 7 de Outubro, e o Decreto Presidencial nº 187/17, de 16 de Agosto, sobre a política nacional de educação especial orientada para a inclusão escolar”, frisou.

Entretanto, anunciou a criação de núcleos de apoio a inclusão com salas de recursos multifuncionais nas instituições escolares, com vista a que, localmente e de modo contextual, a partir da praxes pedagógicas, se criem recursos para atender às necessidades individuais e colectivas dos alunos.

Por sua vez, a coordenadora provincial do ensino especial, Filipa José Macanzo, disse que, com a formação de língua gestual, pretendem-se ainda multiplicar o número de intérpretes, uma vez que a província carece de professores desta área.

Para a técnica do Instituto Nacional do Ensino Especial, Marcelina Domingos Manuel, a formação é um mecanismo para a eliminação dos obstáculos na comunicação entre alunos e outros agentes do ensino na escola.