Malanje: Projecto de inclusão produtiva abrange 19 mil famílias

Malanje - Dezanove mil famílias vulneráveis das 18 províncias do país vão beneficiar, ainda este ano, de apoios para desenvolvimento de iniciativas económicas, no âmbito da componente de inclusão produtiva, inserido no Programa de Fortalecimento da Protecção Social “Kwenda”.

A informação foi prestada hoje (quarta-feira), pelo director-geral do FAS (Fundo de Apoio Social), Belarmino Jelembi, durante a abertura do primeiro ciclo de formação de quadros da organização, que junta funcionários das províncias de Malanje, Lunda Norte, Lunda Sul, Moxico, Uige, Luanda, Cuanza Norte e Zaire.

 

A par da referida componente, disse que no decurso deste ano o FAS vai operacionalizar o cadastro social único, que visa reunir dados estatísticos sobre o número de famílias em situação de vulnerabilidade no país, assim como a implementação de 24 centros de acção social integrado e construção de 60 projectos de abastecimento água nas províncias do Cunene, Huila, Cuando Cubango e Namibe.

 

No domínio da transferência social monetária, lembrou que será desenvolvido um trabalho massivo de assistência a mais 300 mil famílias carenciadas de duas mil 410 aldeias e bairros, situadas em 98 comunas, recordando, por outro lado, estar na forja a reabilitação de 50 infra-estruturas sociais.

 

Quanto à formação ora iniciada, Belarmino Jelembi disse que a mesma visa direccionar os trabalhos dos quadros do FAS para o permanente desenvolvimento social das comunidades intervencionadas, através da geração da sustentabilidade das acções, rumo à sistematização do resultado das tarefas do Fundo de Apoio Social.

 

Por sua vez, o vice-governador de Malanje para o sector Político, Social e Económico, Domingos Eduardo, destacou a intervenção do FAS junto das comunidades locais, o que implica o aumento de competências em matérias de desenvolvimento comunitário, visando torná-la numa instituição de referência e num recurso para produção de políticas públicas viradas ao desenvolvimento local e combate à pobreza.

 

O primeiro ciclo de formação de quadros do Fundo de Apoio Social, que já foi realizado na região Centro e Sul do país, vai abordar temas relacionados com o desenvolvimento local e sustentável, protecção social, inclusão produtiva, actores e espaços de desenvolvimento local, ADECOS (Agentes de Desenvolvimento Comunitário e Sanitário) no contexto das caixas sociais, entre outros.

 

O FAS foi criado pelo Governo angolano com o objectivo de apoiar o programa de combate à pobreza, por meio de financiamentos de projectos sociais nas comunidades. A instituição tem ainda como objectivo financiar projectos comunitários e desenvolver as capacidades dos beneficiários, parceiros e administrações locais.

 

Actualmente, está a executar o programa Kwenda e o Programa de Desenvolvimento Local (PDL), assim como está a levar a cabo acções de fortalecimento da resiliência no sul do país e pesquisas na área de nutrição.

 

A informação foi prestada hoje (quarta-feira), pelo director-geral do FAS (Fundo de Apoio Social), Belarmino Jelembi, durante a abertura do primeiro ciclo de formação de quadros da organização, que junta funcionários das províncias de Malanje, Lunda Norte, Lunda Sul, Moxico, Uige, Luanda, Cuanza Norte e Zaire.

 

A par da referida componente, disse que no decurso deste ano o FAS vai operacionalizar o cadastro social único, que visa reunir dados estatísticos sobre o número de famílias em situação de vulnerabilidade no país, assim como a implementação de 24 centros de acção social integrado e construção de 60 projectos de abastecimento água nas províncias do Cunene, Huila, Cuando Cubango e Namibe.

 

No domínio da transferência social monetária, lembrou que será desenvolvido um trabalho massivo de assistência a mais 300 mil famílias carenciadas de duas mil 410 aldeias e bairros, situadas em 98 comunas, recordando, por outro lado, estar na forja a reabilitação de 50 infra-estruturas sociais.

 

Quanto à formação ora iniciada, Belarmino Jelembi disse que a mesma visa direccionar os trabalhos dos quadros do FAS para o permanente desenvolvimento social das comunidades intervencionadas, através da geração da sustentabilidade das acções, rumo à sistematização do resultado das tarefas do Fundo de Apoio Social.

 

Por sua vez, o vice-governador de Malanje para o sector Político, Social e Económico, Domingos Eduardo, destacou a intervenção do FAS junto das comunidades locais, o que implica o aumento de competências em matérias de desenvolvimento comunitário, visando torná-la numa instituição de referência e num recurso para produção de políticas públicas viradas ao desenvolvimento local e combate à pobreza.

 

O primeiro ciclo de formação de quadros do Fundo de Apoio Social, que já foi realizado na região Centro e Sul do país, vai abordar temas relacionados com o desenvolvimento local e sustentável, protecção social, inclusão produtiva, actores e espaços de desenvolvimento local, ADECOS (Agentes de Desenvolvimento Comunitário e Sanitário) no contexto das caixas sociais, entre outros.

 

O FAS foi criado pelo Governo angolano com o objectivo de apoiar o programa de combate à pobreza, por meio de financiamentos de projectos sociais nas comunidades. A instituição tem ainda como objectivo financiar projectos comunitários e desenvolver as capacidades dos beneficiários, parceiros e administrações locais.

 

Actualmente, está a executar o programa Kwenda e o Programa de Desenvolvimento Local (PDL), assim como está a levar a cabo acções de fortalecimento da resiliência no sul do país e pesquisas na área de nutrição.