Malanje em vias de ganhar novo sistema de captação de água

Malanje- O novo sistema de captação, tratamento e distribuição de água à cidade de Malanje, em construção desde Setembro de 2017, na localidade de Quissole, poderá entrar em funcionamento este ano.

Segundo o chefe de departamento de projectos e rendimento hídrico da Empresa de Águas e Saneamento de Malanje (EASM), André da Piedade, que falava por ocasião de uma visita de constatação das obras efectuada pelo governador de Malanje, Norberto Fernandes dos Santos, a construção da infra-estrutura estava previsto para 2018.

Por questões técnicas aliada as paralisações forçadas pela Covid-19, disse, registou-se atraso na conclusão, embora esteja já concluída a estrutura civil, que compreende 60 por cento da obra.

Realçou que o arranque estava condicionado a linha de média tensão, procesos já concluído, daí restar apenas a montagem de alguns equipamentos electromecânicos, bombas, ventosas, descargas de fundo, a par das pinturas.

“Já remetemos um documento ao empreiteiro no sentido de se trabalhar para definir datas e terminar a obra este ano”, frisou.

A construção da infra-estrutura está orçado em 32 milhões, 237 mil e 861 dólares norte americanos, financiados no âmbito da linha de crédito da China. O sistema  foi construído a partir do rio Kuije, no município de Malanje, por uma empreiteira chinesa.

O mesmo tem capacidade de produção de 15 mil metros cúbicos de água/dia e conta com cinco reservatórios de 700 metros cúbicos, de 2 mil metros cúbicos, de 2 mil e 325, de 3 mil e de 9 mil metros cúbicos, respectivamente, para além de condutas e áreas administrativas.

Com uma extensão de 19 quilómetros de tubagem, o investimento vai permitir efectuar 12 mil novas ligações domiciliares no casco urbano e bairros da Canâmbua, Maxinde e Cangambo, reforçando a captação da Guiné, que alimenta actualmente a cidade de Malanje.

Actualmente, a cidade de Malanje regista restrições intercaladas de abastecimento de água nas zonas baixas e altas, com excepção dos bairros bananeiras e encosta, situação que será ultrapassada com a entrada em funcionamento do sistema do Quissole.

A cidade e arredores contam com 11 mil famílias beneficiárias de água, das quais cinco com ligações domiciliares activas, número que poderá subir, tão logo se inaugure o novo sistema.

Segundo o chefe de departamento de projectos e rendimento hídrico da Empresa de Águas e Saneamento de Malanje (EASM), André da Piedade, que falava por ocasião de uma visita de constatação das obras efectuada pelo governador de Malanje, Norberto Fernandes dos Santos, a construção da infra-estrutura estava previsto para 2018.

Por questões técnicas aliada as paralisações forçadas pela Covid-19, disse, registou-se atraso na conclusão, embora esteja já concluída a estrutura civil, que compreende 60 por cento da obra.

Realçou que o arranque estava condicionado a linha de média tensão, procesos já concluído, daí restar apenas a montagem de alguns equipamentos electromecânicos, bombas, ventosas, descargas de fundo, a par das pinturas.

“Já remetemos um documento ao empreiteiro no sentido de se trabalhar para definir datas e terminar a obra este ano”, frisou.

A construção da infra-estrutura está orçado em 32 milhões, 237 mil e 861 dólares norte americanos, financiados no âmbito da linha de crédito da China. O sistema  foi construído a partir do rio Kuije, no município de Malanje, por uma empreiteira chinesa.

O mesmo tem capacidade de produção de 15 mil metros cúbicos de água/dia e conta com cinco reservatórios de 700 metros cúbicos, de 2 mil metros cúbicos, de 2 mil e 325, de 3 mil e de 9 mil metros cúbicos, respectivamente, para além de condutas e áreas administrativas.

Com uma extensão de 19 quilómetros de tubagem, o investimento vai permitir efectuar 12 mil novas ligações domiciliares no casco urbano e bairros da Canâmbua, Maxinde e Cangambo, reforçando a captação da Guiné, que alimenta actualmente a cidade de Malanje.

Actualmente, a cidade de Malanje regista restrições intercaladas de abastecimento de água nas zonas baixas e altas, com excepção dos bairros bananeiras e encosta, situação que será ultrapassada com a entrada em funcionamento do sistema do Quissole.

A cidade e arredores contam com 11 mil famílias beneficiárias de água, das quais cinco com ligações domiciliares activas, número que poderá subir, tão logo se inaugure o novo sistema.