MASFAMU na 65ª sessão da Comissão sobre o Estado da Mulher

  • Ministra da Acção Social, Família e Promoção da Mulher, Faustina Alves
Luanda – Angola apresenta esta noite, na 65ª sessão da Comissão das Nações Unidas sobre Estatuto da Mulher, uma comunicação sobre boas práticas, participação plena e efectiva da mulher na tomada de decisões.

A declaração estará a cargo da ministra da Acção Social Família e Promoção da Mulher, Faustina Alves, cuja intervenção acontece por volta das 21 horas locais (16 horas nos Estados Unidos da América).

Em declarações à imprensa, para a antevisão da comunicação de Angola,  a governante considera que, apesar dos constrangimentos, a pandemia veio abrir outros horizontes, pois as mulheres batalhadoras e guerreira,  tornaram-se mais criativas e têm  estado a apresentar muitas formas de se empoderarem, gerando renda.

Por outro lado, explica que o Estado não deixou de prestar atenção as questões do género, tendo dado como exemplo a aprovação da Política Nacional para a igualdade e equidade de género e o Plano de Desenvolvimento Nacional 2018-2022.

Quanto ao plano, destacou o 1º Eixo de Desenvolvimento Humano e Bem-Estar como prioridade para o Programa Integrado de Desenvolvimento Local e Combate a Pobreza, inserido no Orçamento Geral do Estado, com 25 milhões de Kwanzas mensais para todos municípios do país, prevendo 12 por cento para o empoderamento das mulheres e das meninas no meio rural.

Faustina Alves entende que em sectores como da justiça, a camada feminina angolana está bem representada, com 34,4 por cento na Magistratura do Ministério Público, 38 por cento da Magistratura Judicial e 31 na Advocacia.

Na abertura do evento, que termina no dia 25 do corrente mês, o Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres, mostrou-se preocupados com a desigualdade com que a Covid-19 afectou, a nível global, o empoderamento feminino, a redução do poder económico feminino e aumento da violência doméstica.

A construção de alianças para a participação plena e efectiva das mulheres na vida pública, a participação e liderança das mulheres no plano e estratégia de resposta e recuperação dos efeitos da Covid-19 e o empoderamento das mulheres para o desenvolvimento sustentável fazem parte dos temas em debate.

Está igualmente previsto um debate interactivo sobre o acompanhamento da implementação das recomendações emanadas da 4ª  Conferência Mundial sobre as Mulheres e a 23ª sessão especial da Assembleia Geral, intitulada "Mulheres 2000 sobre igualdade de género, desenvolvimento e paz para o século XXI".

Participam igualmente, por vídeo-conferência, a secretária de Estado, Elsa Bárber, directores nacionais e técnicos do MASFAMU.

A declaração estará a cargo da ministra da Acção Social Família e Promoção da Mulher, Faustina Alves, cuja intervenção acontece por volta das 21 horas locais (16 horas nos Estados Unidos da América).

Em declarações à imprensa, para a antevisão da comunicação de Angola,  a governante considera que, apesar dos constrangimentos, a pandemia veio abrir outros horizontes, pois as mulheres batalhadoras e guerreira,  tornaram-se mais criativas e têm  estado a apresentar muitas formas de se empoderarem, gerando renda.

Por outro lado, explica que o Estado não deixou de prestar atenção as questões do género, tendo dado como exemplo a aprovação da Política Nacional para a igualdade e equidade de género e o Plano de Desenvolvimento Nacional 2018-2022.

Quanto ao plano, destacou o 1º Eixo de Desenvolvimento Humano e Bem-Estar como prioridade para o Programa Integrado de Desenvolvimento Local e Combate a Pobreza, inserido no Orçamento Geral do Estado, com 25 milhões de Kwanzas mensais para todos municípios do país, prevendo 12 por cento para o empoderamento das mulheres e das meninas no meio rural.

Faustina Alves entende que em sectores como da justiça, a camada feminina angolana está bem representada, com 34,4 por cento na Magistratura do Ministério Público, 38 por cento da Magistratura Judicial e 31 na Advocacia.

Na abertura do evento, que termina no dia 25 do corrente mês, o Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres, mostrou-se preocupados com a desigualdade com que a Covid-19 afectou, a nível global, o empoderamento feminino, a redução do poder económico feminino e aumento da violência doméstica.

A construção de alianças para a participação plena e efectiva das mulheres na vida pública, a participação e liderança das mulheres no plano e estratégia de resposta e recuperação dos efeitos da Covid-19 e o empoderamento das mulheres para o desenvolvimento sustentável fazem parte dos temas em debate.

Está igualmente previsto um debate interactivo sobre o acompanhamento da implementação das recomendações emanadas da 4ª  Conferência Mundial sobre as Mulheres e a 23ª sessão especial da Assembleia Geral, intitulada "Mulheres 2000 sobre igualdade de género, desenvolvimento e paz para o século XXI".

Participam igualmente, por vídeo-conferência, a secretária de Estado, Elsa Bárber, directores nacionais e técnicos do MASFAMU.