Reafirmada aposta na educação da mulher

  • Faustina Alves, Ministra da Acção Social, Família  e Promoção da Mulher
Luanda - A ministra da Acção Social, Família e Promoção da Mulher, Faustina Alves, apontou, esta sexta-feira, a capacitação e formação da mulher como factor preponderante no desenvolvimento e igualdade do género.

Ao discursar na abertura do Fórum da Mulher Africana, acrescentou ser ainda necessário a união de esforços para ajudaa as mulheres no acesso a tecnologia moderna, a terra, ao crédito e aos serviços, a fim de estarem capacitadas para a agricultura e a agro-indústria.

“O objectivo da igualdade de género e do empoderamento da mulher é uma das grandes obras da União Africana”, recordou, adiantando que, em relação a igualdade e equidade do género, Angola está no caminho, e, a medida que o tempo passa, trabalha em novas estratégias, para analisar e arquitectar outras formas de direitos iguais entre homens e mulheres.

Salientou que há países onde as mulheres ainda têm muitas questões de base, para a tomada de decisão e conseguirem ter os seus direitos preservados.

“Deve-se incentivar a escola, não importa a localização, seja rural ou do campo, a mulher tem de ir a escola, porque com a leitura começa a compreender muitos fenómeno e ter acesso a informação”, disse.

Segundo Faustina Alves, actualmente, não é só o livro, existem as novas tecnologias que dão acesso a informações.

Para a ministra, deve-se de ir rebuscar todas as formas de educação, formação por etapas, como a técnico-profissional, artes e ofícios e de nível superior.

A orientação sexual e a questão da mutilação genital feminina foram igualmente abordadas pela ministra, como áreas que merecem especial atenção.

Segundo um estudo apresentado pela Nações Unidas, em Janeiro de 2021, nove mulheres no mundo são Chefes de Estado e 13 lideram governos, assim como um total de 22 estão em lideranças políticas, em 193 países.

O evento, realizado no âmbito da jornada do Dia da Mulher Africana, celebrado a 31 do corrente mês, teve como objectivo debater os problemas das mulheres africanas e encontrar possíveis soluções e decorreu sob o lema “Inclusão financeira da mulher - desafios e oportunidades”.

Participaram mulheres de diversas organizações e instituições nacionais e internacionais. 

Ao discursar na abertura do Fórum da Mulher Africana, acrescentou ser ainda necessário a união de esforços para ajudaa as mulheres no acesso a tecnologia moderna, a terra, ao crédito e aos serviços, a fim de estarem capacitadas para a agricultura e a agro-indústria.

“O objectivo da igualdade de género e do empoderamento da mulher é uma das grandes obras da União Africana”, recordou, adiantando que, em relação a igualdade e equidade do género, Angola está no caminho, e, a medida que o tempo passa, trabalha em novas estratégias, para analisar e arquitectar outras formas de direitos iguais entre homens e mulheres.

Salientou que há países onde as mulheres ainda têm muitas questões de base, para a tomada de decisão e conseguirem ter os seus direitos preservados.

“Deve-se incentivar a escola, não importa a localização, seja rural ou do campo, a mulher tem de ir a escola, porque com a leitura começa a compreender muitos fenómeno e ter acesso a informação”, disse.

Segundo Faustina Alves, actualmente, não é só o livro, existem as novas tecnologias que dão acesso a informações.

Para a ministra, deve-se de ir rebuscar todas as formas de educação, formação por etapas, como a técnico-profissional, artes e ofícios e de nível superior.

A orientação sexual e a questão da mutilação genital feminina foram igualmente abordadas pela ministra, como áreas que merecem especial atenção.

Segundo um estudo apresentado pela Nações Unidas, em Janeiro de 2021, nove mulheres no mundo são Chefes de Estado e 13 lideram governos, assim como um total de 22 estão em lideranças políticas, em 193 países.

O evento, realizado no âmbito da jornada do Dia da Mulher Africana, celebrado a 31 do corrente mês, teve como objectivo debater os problemas das mulheres africanas e encontrar possíveis soluções e decorreu sob o lema “Inclusão financeira da mulher - desafios e oportunidades”.

Participaram mulheres de diversas organizações e instituições nacionais e internacionais.