MASFAMU sensibiliza no Mercado KM30

  • Utentes de mercados sensibilizados
Luanda – O mercado do KM30,  um dos mais movimentados da província de Luanda, foi, neste sábado, escolhido pelo governo para a campanha de sensibilização sobre o uso obrigatório de máscara facial e o cumprimento das medidas de biossegurança.

Neste extenso ponto de encontro e de distribuição dos principais produtos do campo da província de Luanda, vendedores e compradores, praticamente, não obedecem as orientações das autoridades, num momento em que o país vive dificuldades decorrentes da pandemia da Covid-19.

A realidade constatada pela comitiva do o Ministério da Acção Social, Família e Promoção da Mulher (MASFAMU), liderada pela secretária de Estado da Acção Social, Elsa Bárber, foi de desobediência, negligência e desconhecimento de quem faz do Mercado do 30 o local para o ganha-pão quanto à importância de se prevenir diante do também chamado “inimigo invisível” (Covid-19).

Raro foi ver vendedores e compradores com máscara facial devidamente colocada (boca e nariz cobertos), pois muitos não acreditam que exista  Covid-19, enquanto outros nem sequer sabem as formas de contágio.

Para evitar o colapso do sistema nacional de saúde e a perda de controlo da propagação do vírus SARS-Cov-2, o MASFAMU decidiu trabalhar com os dois lados do negócio (vendedores e compradores) dentro do plano nacional de prevenção e combate da pandemia.

Com esta acção, os frequentadores do espaço comercial foram incentivados a acatarem as medidas de biossegurança implementadas pelo Governo para travar a propagação do vírus em Angola.

A secretária de Estado da Acção Social lamentou o facto “presenciado”, mas disse que o trabalho vai continuar em locais de maior concentração, como mercados, paragens de táxis, adiantando que a próxima será a praça do Catinton (Maianga).

“Esta campanha de sensibilização para o uso correcto da máscara e higienização das mãos, de forma regular, serve também para que se transmitam a mensagem às famílias”, acrescentou.

Já o administrador do mercado, António Domingos, se queixou da teimosia dos utilizadores do espaço e prometeu reforçar a fiscalização sobre os 3.628 vendedores controlados, embora esta estatística esteja longe da realidade, pois, pela extensão e aglomerado de pessoas, se estima haver pelo menos cinco mil.

“Podes obrigar o uso das máscaras, mas depois de saírem do mercado alguns vendedores retiram. A Covid-19 não é uma doença que poderá afectar somente o administrador, mas a todos”, reclamou.

No mercado a oferta é variada e os preços condizem com a qualidade do produto, mas nesta fase da circulação comunitária do vírus causador da Covid-19 as autoridades têm apelado mais responsabilidade individual e colectiva dos cidadãos, com o objectivo de impedir danos e perdas maiores.

A província de Luanda, de acordo com dados oficiais das últimas 24 horas, tem neste momento 1.803 casos activos e já perdeu 403 vidas desde o registo dos primeiros infectados em Março de 2020.

 

 

Neste extenso ponto de encontro e de distribuição dos principais produtos do campo da província de Luanda, vendedores e compradores, praticamente, não obedecem as orientações das autoridades, num momento em que o país vive dificuldades decorrentes da pandemia da Covid-19.

A realidade constatada pela comitiva do o Ministério da Acção Social, Família e Promoção da Mulher (MASFAMU), liderada pela secretária de Estado da Acção Social, Elsa Bárber, foi de desobediência, negligência e desconhecimento de quem faz do Mercado do 30 o local para o ganha-pão quanto à importância de se prevenir diante do também chamado “inimigo invisível” (Covid-19).

Raro foi ver vendedores e compradores com máscara facial devidamente colocada (boca e nariz cobertos), pois muitos não acreditam que exista  Covid-19, enquanto outros nem sequer sabem as formas de contágio.

Para evitar o colapso do sistema nacional de saúde e a perda de controlo da propagação do vírus SARS-Cov-2, o MASFAMU decidiu trabalhar com os dois lados do negócio (vendedores e compradores) dentro do plano nacional de prevenção e combate da pandemia.

Com esta acção, os frequentadores do espaço comercial foram incentivados a acatarem as medidas de biossegurança implementadas pelo Governo para travar a propagação do vírus em Angola.

A secretária de Estado da Acção Social lamentou o facto “presenciado”, mas disse que o trabalho vai continuar em locais de maior concentração, como mercados, paragens de táxis, adiantando que a próxima será a praça do Catinton (Maianga).

“Esta campanha de sensibilização para o uso correcto da máscara e higienização das mãos, de forma regular, serve também para que se transmitam a mensagem às famílias”, acrescentou.

Já o administrador do mercado, António Domingos, se queixou da teimosia dos utilizadores do espaço e prometeu reforçar a fiscalização sobre os 3.628 vendedores controlados, embora esta estatística esteja longe da realidade, pois, pela extensão e aglomerado de pessoas, se estima haver pelo menos cinco mil.

“Podes obrigar o uso das máscaras, mas depois de saírem do mercado alguns vendedores retiram. A Covid-19 não é uma doença que poderá afectar somente o administrador, mas a todos”, reclamou.

No mercado a oferta é variada e os preços condizem com a qualidade do produto, mas nesta fase da circulação comunitária do vírus causador da Covid-19 as autoridades têm apelado mais responsabilidade individual e colectiva dos cidadãos, com o objectivo de impedir danos e perdas maiores.

A província de Luanda, de acordo com dados oficiais das últimas 24 horas, tem neste momento 1.803 casos activos e já perdeu 403 vidas desde o registo dos primeiros infectados em Março de 2020.