MASFAMU trabalha estratégia de inclusão para reclusas

  • Ministra da Acção Social, Família e Promoção da Mulher, Faustina Inglês
Luanda – O Ministério da Família, Acção Social e Promoção da Mulher (Masfamu)  em parceria com a Universidade Católica de Angola estão a trabalhar numa estratégia de inclusão social das reclusas e de assistência  a crianças  internadas nos estabelecimentos prisionais.

A informação foi prestada, nesta  quarta-feira, em Luanda, pela ministra  Faustina Inglês durante a cerimónia de lançamento do livro " Crime de Género- homicídio cometido por mulheres”.

Segundo Faustina Inglês, a estratégia se insere no âmbito dos 11 compromissos a favor da criança.

A ministra revelou que o MASFAMU  abraçou a obra pelo facto de a maioria das provedoras do lar serem mulheres, sobretudo na educação e alimentação.

Faustina Inglês  salientou que quando uma mulher comete um crime e é condenada consequentemente uma família quebra o seu ciclo normal de vivência, levando a desestruturação familiar.

" Apesar dos crimes cometidos pelo género feminino em relação ao masculino serem considerados estatisticamente ínfimos", realçou.

Para a ministra, o mais preocupante é o facto de que a comparticipação da  família em crimes cometidos por mulheres estarem associados a crime contra pessoa.

Por conseguinte, explica, que é daí que estes crimes acabam por levantar enormes preocupações não só para mulheres e famílias  afectadas, como também a sociedade no geral.

 

A informação foi prestada, nesta  quarta-feira, em Luanda, pela ministra  Faustina Inglês durante a cerimónia de lançamento do livro " Crime de Género- homicídio cometido por mulheres”.

Segundo Faustina Inglês, a estratégia se insere no âmbito dos 11 compromissos a favor da criança.

A ministra revelou que o MASFAMU  abraçou a obra pelo facto de a maioria das provedoras do lar serem mulheres, sobretudo na educação e alimentação.

Faustina Inglês  salientou que quando uma mulher comete um crime e é condenada consequentemente uma família quebra o seu ciclo normal de vivência, levando a desestruturação familiar.

" Apesar dos crimes cometidos pelo género feminino em relação ao masculino serem considerados estatisticamente ínfimos", realçou.

Para a ministra, o mais preocupante é o facto de que a comparticipação da  família em crimes cometidos por mulheres estarem associados a crime contra pessoa.

Por conseguinte, explica, que é daí que estes crimes acabam por levantar enormes preocupações não só para mulheres e famílias  afectadas, como também a sociedade no geral.