Meios obsoletos dificultam recolha de lixo na Catumbela

Catumbela – A falta de meios e o aumento da produção de lixo está a limitar a recolha de resíduos sólidos no município da Catumbela, província de Benguela.

Segundo o director do Ambiente e Saneamento, Felisberto Jamba, que falava à ANGOP, os únicos meios existentes, nomeadamente um camião-basculante, retro-escavadora e um tractor com reboque, bem como 18 barcas, de três a seis metros cúbicos, encontram-se em estado obsoleto.

Trata-se de meios do tempo em que o município da Catumbela ainda era comuna do Lobito e mais não correspondem à demanda da produção de resíduos sólidos, actualmente, estimada em cerca de mil toneladas/mês, das quais 600 toneladas concernentes aos 18 pontos de recolha com barcas.

Felisberto Jamba ressalta a necessidade de mais barcas, camiões compactadores, retroescavadoras e bulldozers para eliminar os vários focos de lixo ainda existentes e melhorar a gestão dos resíduos sólidos na circunscrição.

Acrescentou que há ligeiras melhorias no saneamento básico, em função da disponibilização, por parte do governo provincial e de empresas locais, de máquinas como bulldozer e retroescavadora para ajudar na recolha dos resíduos, sobretudo em momentos mais críticos.

Relativamente à deposição do lixo, aponta para existência de uma lixeira controlada na zona do Chiwile 2, onde são acondicionados os resíduos sólidos, embora defendesse a criação de um aterro sanitário.

O gestor afiança que o município da Catumbela “não está assim tão mal”, apesar da preocupação das autoridades locais com o lixo amontoado em 22 pontos sem barcas, onde a recolha é feita apenas uma vez por mês, por falta de meios materiais.

Por outro lado, adiantou que a instituição tem estado a trabalhar com as comissões de moradores e munícipes em campanhas de educação ambiental, para contribuírem na melhoria do ambiente.

Com uma divisão administrativa que compreende as comunas da Catumbela (vila-sede), do Gama, Praia do Bebé e do Biópio, o município da Catumbela conta, actualmente, com mais de 205 mil habitantes.

Segundo o director do Ambiente e Saneamento, Felisberto Jamba, que falava à ANGOP, os únicos meios existentes, nomeadamente um camião-basculante, retro-escavadora e um tractor com reboque, bem como 18 barcas, de três a seis metros cúbicos, encontram-se em estado obsoleto.

Trata-se de meios do tempo em que o município da Catumbela ainda era comuna do Lobito e mais não correspondem à demanda da produção de resíduos sólidos, actualmente, estimada em cerca de mil toneladas/mês, das quais 600 toneladas concernentes aos 18 pontos de recolha com barcas.

Felisberto Jamba ressalta a necessidade de mais barcas, camiões compactadores, retroescavadoras e bulldozers para eliminar os vários focos de lixo ainda existentes e melhorar a gestão dos resíduos sólidos na circunscrição.

Acrescentou que há ligeiras melhorias no saneamento básico, em função da disponibilização, por parte do governo provincial e de empresas locais, de máquinas como bulldozer e retroescavadora para ajudar na recolha dos resíduos, sobretudo em momentos mais críticos.

Relativamente à deposição do lixo, aponta para existência de uma lixeira controlada na zona do Chiwile 2, onde são acondicionados os resíduos sólidos, embora defendesse a criação de um aterro sanitário.

O gestor afiança que o município da Catumbela “não está assim tão mal”, apesar da preocupação das autoridades locais com o lixo amontoado em 22 pontos sem barcas, onde a recolha é feita apenas uma vez por mês, por falta de meios materiais.

Por outro lado, adiantou que a instituição tem estado a trabalhar com as comissões de moradores e munícipes em campanhas de educação ambiental, para contribuírem na melhoria do ambiente.

Com uma divisão administrativa que compreende as comunas da Catumbela (vila-sede), do Gama, Praia do Bebé e do Biópio, o município da Catumbela conta, actualmente, com mais de 205 mil habitantes.