Ministra de Estado ausculta comunidade angolana na Itália

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Luanda – A ministra de Estado para a Área Social, Carolina Cerqueira, abordou, na terça-feira, com os membros da comunidade angolana em Itália, a situação social, política e económica do país, com ênfase para os efeitos provocados pela crise económica e financeira, pandemia da Covid-19 e pela seca na região sul e sudeste.

Carolina Cerqueira, que se encontra em Roma a participar na Pré-Cimeira sobre Sistemas Alimentares promovida pelo Fundo das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), ressaltou que a seca no sul e sudeste de Angola constitui um desafio para o Executivo, que procura atender as necessidades básicas das populações afectadas com a distribuição de mantimentos, assistência medicamentosa e apoio social.

Para contrapor aos efeitos da seca, adiantou, estão em curso programas estruturantes de grande dimensão para suprir as carências em falta de água e incentivar o assentamento populacional.

A governante aproveitou a oportunidade para ressaltar os esforços do Governo na promoção de políticas públicas impactantes com vista a garantir o bem-estar, o progresso e a justiça social, alicerces de um sólido desenvolvimento humano.

A ministra deu a conhecer os avanços registados no país, no domínio da saúde, com a modernização de infra-estruturas e formação de quadros visível no aumento de hospitais, centros de saúde e seis hospitais de campanha equipados com alta tecnologia para fazer frente aos efeitos da Covid-19, associado a uma elevada progressão de meios humanos, sobretudo jovens.

Em relação à educação, Carolina Cerqueira informou que o elevado crescimento populacional de Angola tem exigido do Executivo uma actuação rápida para responder ao desafio demográfico, com o aumento de infra-estruturas escolares, a um ritmo muito acelerado, em todo o país, a distribuição de manuais escolares gratuitos e formação acelerada de professores e educadores.

Conforme a ministra, o Executivo está empenhado em responder, com grande determinação, aos desafios, para expandir o sistema educativo e melhorar a sua qualidade.

Durante à sua intervenção, a governante apresentou, igualmente, dados relativos à execução dos programas de fortalecimento da protecção social em curso, com destaque para o programa de desenvolvimento local e combate à pobreza e o KWENDA que tem uma componente forte de transferências monetárias para as famílias mais pobres, assim como a grande oferta de novas infra- estruturas sociais no quadro do Programa Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM).

O voto na diáspora

Em relação ao processo eleitoral que se avizinha, com o futuro voto no estrangeiro, pela primeira vez na história de Angola, no quadro da revisão pontual da Constituição proposta pelo Presidente da República, a ministra fez menção ao “ intenso trabalho” operacional em curso para ser efectividado.

A intenção, frisou, é permitir o exercício de um direito de cidadania, garantido constitucionalmente, com a participação directa dos angolanos na diáspora na vida política do país.

Carolina Cerqueira enalteceu, ainda, a representatividade do género no Executivo angolano com a responsabilidade de pastas importantes exerrcidas por mulheres e cujo impacto na melhoria da condição social das populações é grande.

Aos membros da comunidade, dos quais dezenas de estudantes, a ministra aconselhou para preservarem e promoverem os valores patrióticos e dar exemplos de cidadania, disciplina e elevar o nome de Angola no seu dia-a-dia.

Na ocasião a Embaixadora angolana, Fátima Jardim, agradeceu a presença de representantes da comunidade angolana de várias regiões da Itália, que não hesitaram em estar presentes, apesar da distância que tiveram que percorrer.

Fátima Jardim destacou o papel das associações no reforço da união, solidariedade e amizade entre os filhos de Angola em terras italianas.

Na ocasião foram entregues diplomas de honra às 4 associações culturais, filantrópicas e de educação e investigação criadas.

Participaram no encontro as secretarias de Estado das Relações Exteriores e das Pescas, Esmeralda Mendonça e Esperança Costa respectivamente, o Embaixador de Angola no Vaticano, Paulino Baptista, a Comissária da UA, Josefa Sako, entre outros convidados.

Carolina Cerqueira, que se encontra em Roma a participar na Pré-Cimeira sobre Sistemas Alimentares promovida pelo Fundo das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), ressaltou que a seca no sul e sudeste de Angola constitui um desafio para o Executivo, que procura atender as necessidades básicas das populações afectadas com a distribuição de mantimentos, assistência medicamentosa e apoio social.

Para contrapor aos efeitos da seca, adiantou, estão em curso programas estruturantes de grande dimensão para suprir as carências em falta de água e incentivar o assentamento populacional.

A governante aproveitou a oportunidade para ressaltar os esforços do Governo na promoção de políticas públicas impactantes com vista a garantir o bem-estar, o progresso e a justiça social, alicerces de um sólido desenvolvimento humano.

A ministra deu a conhecer os avanços registados no país, no domínio da saúde, com a modernização de infra-estruturas e formação de quadros visível no aumento de hospitais, centros de saúde e seis hospitais de campanha equipados com alta tecnologia para fazer frente aos efeitos da Covid-19, associado a uma elevada progressão de meios humanos, sobretudo jovens.

Em relação à educação, Carolina Cerqueira informou que o elevado crescimento populacional de Angola tem exigido do Executivo uma actuação rápida para responder ao desafio demográfico, com o aumento de infra-estruturas escolares, a um ritmo muito acelerado, em todo o país, a distribuição de manuais escolares gratuitos e formação acelerada de professores e educadores.

Conforme a ministra, o Executivo está empenhado em responder, com grande determinação, aos desafios, para expandir o sistema educativo e melhorar a sua qualidade.

Durante à sua intervenção, a governante apresentou, igualmente, dados relativos à execução dos programas de fortalecimento da protecção social em curso, com destaque para o programa de desenvolvimento local e combate à pobreza e o KWENDA que tem uma componente forte de transferências monetárias para as famílias mais pobres, assim como a grande oferta de novas infra- estruturas sociais no quadro do Programa Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM).

O voto na diáspora

Em relação ao processo eleitoral que se avizinha, com o futuro voto no estrangeiro, pela primeira vez na história de Angola, no quadro da revisão pontual da Constituição proposta pelo Presidente da República, a ministra fez menção ao “ intenso trabalho” operacional em curso para ser efectividado.

A intenção, frisou, é permitir o exercício de um direito de cidadania, garantido constitucionalmente, com a participação directa dos angolanos na diáspora na vida política do país.

Carolina Cerqueira enalteceu, ainda, a representatividade do género no Executivo angolano com a responsabilidade de pastas importantes exerrcidas por mulheres e cujo impacto na melhoria da condição social das populações é grande.

Aos membros da comunidade, dos quais dezenas de estudantes, a ministra aconselhou para preservarem e promoverem os valores patrióticos e dar exemplos de cidadania, disciplina e elevar o nome de Angola no seu dia-a-dia.

Na ocasião a Embaixadora angolana, Fátima Jardim, agradeceu a presença de representantes da comunidade angolana de várias regiões da Itália, que não hesitaram em estar presentes, apesar da distância que tiveram que percorrer.

Fátima Jardim destacou o papel das associações no reforço da união, solidariedade e amizade entre os filhos de Angola em terras italianas.

Na ocasião foram entregues diplomas de honra às 4 associações culturais, filantrópicas e de educação e investigação criadas.

Participaram no encontro as secretarias de Estado das Relações Exteriores e das Pescas, Esmeralda Mendonça e Esperança Costa respectivamente, o Embaixador de Angola no Vaticano, Paulino Baptista, a Comissária da UA, Josefa Sako, entre outros convidados.