Ministra destaca importância da comunicação nas relações interfamiliares

  • Ministra da Acção Social, Família e Promoção da Mulher, Faustina Inglês
Luanda - A ministra da Acção Social, Família e Promoção da Mulher (MASFAMU), Faustina Inglês, destacou hoje, quarta-feira, em Luanda, a importância da comunicação, dialogo e convivência nas relações interpessoais e particularmente interfamiliares.

A ministra falava na abertura da reflexão sobre "Conversas em família" com o tema "O encontro entre o passado e o presente: o namoro ontem e hoje", que tem como foco promover o diálogo inter-geracional no seio familiar e da sociedade, para que a troca de experiências de boas práticas ajude a juventude a adoptar uma conduta mais responsável sobre o namoro e, consequentemente na constituição de uma família.

Reconheceu a inevitabilidade e universalidade da comunicação e do diálogo como base fundamental na convivência intrafamiliar, que proporciona melhor troca de experiências e interacção nos maus e bons momentos em todos ciclos da vida, cultivando o amor ao próximo.

Considerou ser importante reflectir-se sobre o namoro e desvelar os seus significados em várias visões, pois actualmente tem se vivenciado uma inversão de valores, onde muitas relações são mal concebidas, pouco desfrutadas como fase do conhecimento e de aprendizado.

Lembrou que o namoro é uma fase saudável vida, por ser o momento de partilha de sentimentos, hábitos e costumes que serve de base para a edificação de lares felizes, com paz e harmonia.

Algumas relações acontecem por meio de negociações, em troca de benefícios financeiros ou materiais, sem propósito de levar ao casamento, sendo que o namoro é um relacionamento entre duas pessoas de sexos diferentes com propósito de conhecer-se um ao outro com a finalidade de unirem suas vidas no casamento.

Explicou que por este facto muitas relações se transformam num martírio para os cônjuges e as famílias, onde se desenvolvem atitudes promíscuas com traições, desilusões, violência doméstica, proliferação de doenças sexualmente transmissíveis, abuso sexual à menores, discriminações de género, gravidez, casamento precoce, fuga à paternidade e a maternidade.

Reiterou a necessidade de preservar os valores morais, cívicos, culturais e patrióticos, que devem ser passados de geração em geração e actualizados em função das mutações sociais, mas não se deve desviar dos princípios alicerçados na unidade, coesão e na relação familiar.

Apelou a uma permanente e contínua formação dos jovens com a participação dos parceiros sociais em particular as igrejas reconhecidas, para que surjam relações saudáveis, em tempos de namoro e harmonioso nos futuros lares.

Encorajou os jovens, a andarem de mãos dadas com os mais velhos, pautarem por comportamento digno responsável e com a respeitarem as diferenças, reconhecendo os grandes desafios que a juventude ainda enfrenta para se formar e se impor diante das adversidades sociais, económicas e financeiras.

O espaço de diálogo "Conversas em Famílias" serve de momentos para a reflexão das questões do reforço das relações humanas e intra-familiar desde a gestão da renda, literacia financeira, poupanças, e consolidando os valores morais e cívicos, cultivando o amor entre os membros da família, adaptando-se ao contexto da mudanças sociais, culturais, económicas e ambientais.

A ministra falava na abertura da reflexão sobre "Conversas em família" com o tema "O encontro entre o passado e o presente: o namoro ontem e hoje", que tem como foco promover o diálogo inter-geracional no seio familiar e da sociedade, para que a troca de experiências de boas práticas ajude a juventude a adoptar uma conduta mais responsável sobre o namoro e, consequentemente na constituição de uma família.

Reconheceu a inevitabilidade e universalidade da comunicação e do diálogo como base fundamental na convivência intrafamiliar, que proporciona melhor troca de experiências e interacção nos maus e bons momentos em todos ciclos da vida, cultivando o amor ao próximo.

Considerou ser importante reflectir-se sobre o namoro e desvelar os seus significados em várias visões, pois actualmente tem se vivenciado uma inversão de valores, onde muitas relações são mal concebidas, pouco desfrutadas como fase do conhecimento e de aprendizado.

Lembrou que o namoro é uma fase saudável vida, por ser o momento de partilha de sentimentos, hábitos e costumes que serve de base para a edificação de lares felizes, com paz e harmonia.

Algumas relações acontecem por meio de negociações, em troca de benefícios financeiros ou materiais, sem propósito de levar ao casamento, sendo que o namoro é um relacionamento entre duas pessoas de sexos diferentes com propósito de conhecer-se um ao outro com a finalidade de unirem suas vidas no casamento.

Explicou que por este facto muitas relações se transformam num martírio para os cônjuges e as famílias, onde se desenvolvem atitudes promíscuas com traições, desilusões, violência doméstica, proliferação de doenças sexualmente transmissíveis, abuso sexual à menores, discriminações de género, gravidez, casamento precoce, fuga à paternidade e a maternidade.

Reiterou a necessidade de preservar os valores morais, cívicos, culturais e patrióticos, que devem ser passados de geração em geração e actualizados em função das mutações sociais, mas não se deve desviar dos princípios alicerçados na unidade, coesão e na relação familiar.

Apelou a uma permanente e contínua formação dos jovens com a participação dos parceiros sociais em particular as igrejas reconhecidas, para que surjam relações saudáveis, em tempos de namoro e harmonioso nos futuros lares.

Encorajou os jovens, a andarem de mãos dadas com os mais velhos, pautarem por comportamento digno responsável e com a respeitarem as diferenças, reconhecendo os grandes desafios que a juventude ainda enfrenta para se formar e se impor diante das adversidades sociais, económicas e financeiras.

O espaço de diálogo "Conversas em Famílias" serve de momentos para a reflexão das questões do reforço das relações humanas e intra-familiar desde a gestão da renda, literacia financeira, poupanças, e consolidando os valores morais e cívicos, cultivando o amor entre os membros da família, adaptando-se ao contexto da mudanças sociais, culturais, económicas e ambientais.