Ministra reafirma reintegração social de 60 mil ex-militares até 2022

  • Preparação da terra para prática da agricultura na província da Huíla
Caxito - Sessenta mil ex-militares recadastrados serão inseridos, até 2022, em projectos agrícolas e geração de rendas, no âmbito de do Programa de Combate à Pobreza.

O programa visa retirar da situação de pobreza cerca de 70 por cento dos ex-militares e 30 por cento da comunidade no geral.

Os projectos ligados a inclusão produtiva e geração de rendas contemplam também a construção de infra-estruturas, com prioridade para os ex-combatentes, órfãos dos ex-militares e viúvas.

Segundo a ministra da Acção, Social e Promoção da Mulher, Faustina Alves, que falava a propósito na província do Bengo,  o processo de reintegração social decorre a um ritmo acelerado.

A governante sublinhou que neste momento há no país  604 tractores para serem distribuídos às cooperativas dos desmobilizados.

Na província, a governante visitou as cooperativas agrícolas dos  ex-militares do Bucula e dos Paranhos (município do Dande), que já apresentam níveis de produção avançados.

A cooperativa agro-pecuária do Bucula possui 57 membros que trabalham numa área de cerca de 100 hectares, dos quais 57 reservados a actividade agrícola.

Deste número, apenas 35 estão em produção, enquanto o restante está destinado a construção de habitação.

Em 2020 a cooperativa produziu cerca de 60 toneladas de produtos.

Já a cooperativa dos ex-militares do Paranhos possui duas mil famílias, dos quais 103 são ex-militares que trabalham numa área de 79 hectares, dos 225 hectares previstos, e têm uma produção anual que varia entre 50 a 60 toneladas de produtos diversos.

As duas cooperativas produzem a banana, a cana, a batata-doce, a manga, o limão, a laranja, a mandioca, a goiaba, o mamão e no período das chuvas hortícolas.

Na província do Bengo dos 3.600 ex-militares controlados, 3.482 foram já reintegrados em diversos programas, enquanto os restantes 118 aguardam a reintegração.

O programa visa retirar da situação de pobreza cerca de 70 por cento dos ex-militares e 30 por cento da comunidade no geral.

Os projectos ligados a inclusão produtiva e geração de rendas contemplam também a construção de infra-estruturas, com prioridade para os ex-combatentes, órfãos dos ex-militares e viúvas.

Segundo a ministra da Acção, Social e Promoção da Mulher, Faustina Alves, que falava a propósito na província do Bengo,  o processo de reintegração social decorre a um ritmo acelerado.

A governante sublinhou que neste momento há no país  604 tractores para serem distribuídos às cooperativas dos desmobilizados.

Na província, a governante visitou as cooperativas agrícolas dos  ex-militares do Bucula e dos Paranhos (município do Dande), que já apresentam níveis de produção avançados.

A cooperativa agro-pecuária do Bucula possui 57 membros que trabalham numa área de cerca de 100 hectares, dos quais 57 reservados a actividade agrícola.

Deste número, apenas 35 estão em produção, enquanto o restante está destinado a construção de habitação.

Em 2020 a cooperativa produziu cerca de 60 toneladas de produtos.

Já a cooperativa dos ex-militares do Paranhos possui duas mil famílias, dos quais 103 são ex-militares que trabalham numa área de 79 hectares, dos 225 hectares previstos, e têm uma produção anual que varia entre 50 a 60 toneladas de produtos diversos.

As duas cooperativas produzem a banana, a cana, a batata-doce, a manga, o limão, a laranja, a mandioca, a goiaba, o mamão e no período das chuvas hortícolas.

Na província do Bengo dos 3.600 ex-militares controlados, 3.482 foram já reintegrados em diversos programas, enquanto os restantes 118 aguardam a reintegração.