MINTTICS reitera apoio ao mercado publicitário nacional

  • Secretário de Estado para Comunicação Social, Nuno Caldas Albino
Luanda – O secretário de Estado da Comunicação Social, Nuno Caldas, disse, esta sexta-feira, em Luanda, que o Executivo angolano continuará a apoiar e incentivar o surgimento de mais actores publicitários no mercado nacional.

O responsável fez este pronunciamento quando falava, em representação do ministro das Telecomunicações, Tecnologia de Informação e Comunicação Social, Manuel Homem, na abertura da primeira conferência nacional sobre “Ética e legislação publicitária”.

No seu entender, para que haja uma convivência salutar entre estes actores, deve-se melhorar cada vez mais um conjunto de normas que contribuirão para a existência de relações éticas e socialmente responsáveis no mercado.

Segundo o responsável, a falta de conhecimento da Lei da Publicidade tem gerado pesadas multas para os agentes publicitários, razão pela qual o seu conhecimento é fundamental para evitar esses constrangimentos.

Explicou que para contornar esta situação, o MINTTICS vai continuar a divulgar a Lei, promover um diálogo aberto e sincero com os operadores do sector, para que haja melhores resultados para o mercado.

Disse esperar que do evento, de um dia, saiam contribuições que ajudem a desenhar políticas que vão de encontro às necessidades do mercado nacional publicitário.

Para si, todos devem, individual ou colectivamente, contribuir de forma abnegada, empregando o seu saber, tempo e energia para colocar a indústria da publicidade, não só na perspectiva comercial, mas também pedagógica, educando as gerações com valores humanísticos e de solidariedade, de modo a enfrentar os desafios em prol do desenvolvimento da sociedade e da economia do país.

Referiu que a indústria da publicidade tem se constituído numa actividade geradora de emprego jovem e de enorme valor para a economia, incentiva e promove a concorrência e a liberdade de imprensa, impulsiona a inovação nos produtos e serviços, financiando totalmente ou em parte os órgãos de comunicação social. 

Considerou a publicidade como indispensável para a promoção da liberdade de expressão, da prática das actividades culturais e desportivas, bem como para a mudança de mentalidades.

O mercado da publicidade por via da formação, disse o secretário de Estado, deve continuar a adaptar-se com mestria a sua actividade, tendo em atenção o novo paradigma de mercado ancorado irreversivelmente para migração digital.

Exortou a cada um dos actores do sector, que em face das competências adquiridas possam singrar neste ramo desafiante, a terem atitudes e habilidades para elevar ainda mais a presença da mulher como criativa e produtora.

O evento, que acontece nos formatos presencial e on-line, tem como objectivo discutir o que se faz neste mercado, tendo em conta a sua dimensão e importância, por ser o elo entre as marcas e os consumidores, pelo que deve ser feito com respeito às regras e limites morais.

O encontro, que reuniu académicos, políticos e operadores do sector, serviu para projectar melhores práticas para um mercado mais equilibrado, decente, baseado no espírito de respeito às leis e regras morais.

Dividido em três blocos e sete painéis, os participantes a conferência debaterem "A regulação e supervisão publicitária em Angola", "O negócio da publicidade: factores de mudança, perspectiva e desafios", "Directrizes éticos nos anúncios publicitários", "Importância de órgão de consulta e de acção pedagógica na regulação publicitária", "Regime sancionatório da publicidade de bebidas alcoólicas", "A publicidade e a lei de defesa do consumidor" e "Publicidade e jogos de fortuna ou azar".

O responsável fez este pronunciamento quando falava, em representação do ministro das Telecomunicações, Tecnologia de Informação e Comunicação Social, Manuel Homem, na abertura da primeira conferência nacional sobre “Ética e legislação publicitária”.

No seu entender, para que haja uma convivência salutar entre estes actores, deve-se melhorar cada vez mais um conjunto de normas que contribuirão para a existência de relações éticas e socialmente responsáveis no mercado.

Segundo o responsável, a falta de conhecimento da Lei da Publicidade tem gerado pesadas multas para os agentes publicitários, razão pela qual o seu conhecimento é fundamental para evitar esses constrangimentos.

Explicou que para contornar esta situação, o MINTTICS vai continuar a divulgar a Lei, promover um diálogo aberto e sincero com os operadores do sector, para que haja melhores resultados para o mercado.

Disse esperar que do evento, de um dia, saiam contribuições que ajudem a desenhar políticas que vão de encontro às necessidades do mercado nacional publicitário.

Para si, todos devem, individual ou colectivamente, contribuir de forma abnegada, empregando o seu saber, tempo e energia para colocar a indústria da publicidade, não só na perspectiva comercial, mas também pedagógica, educando as gerações com valores humanísticos e de solidariedade, de modo a enfrentar os desafios em prol do desenvolvimento da sociedade e da economia do país.

Referiu que a indústria da publicidade tem se constituído numa actividade geradora de emprego jovem e de enorme valor para a economia, incentiva e promove a concorrência e a liberdade de imprensa, impulsiona a inovação nos produtos e serviços, financiando totalmente ou em parte os órgãos de comunicação social. 

Considerou a publicidade como indispensável para a promoção da liberdade de expressão, da prática das actividades culturais e desportivas, bem como para a mudança de mentalidades.

O mercado da publicidade por via da formação, disse o secretário de Estado, deve continuar a adaptar-se com mestria a sua actividade, tendo em atenção o novo paradigma de mercado ancorado irreversivelmente para migração digital.

Exortou a cada um dos actores do sector, que em face das competências adquiridas possam singrar neste ramo desafiante, a terem atitudes e habilidades para elevar ainda mais a presença da mulher como criativa e produtora.

O evento, que acontece nos formatos presencial e on-line, tem como objectivo discutir o que se faz neste mercado, tendo em conta a sua dimensão e importância, por ser o elo entre as marcas e os consumidores, pelo que deve ser feito com respeito às regras e limites morais.

O encontro, que reuniu académicos, políticos e operadores do sector, serviu para projectar melhores práticas para um mercado mais equilibrado, decente, baseado no espírito de respeito às leis e regras morais.

Dividido em três blocos e sete painéis, os participantes a conferência debaterem "A regulação e supervisão publicitária em Angola", "O negócio da publicidade: factores de mudança, perspectiva e desafios", "Directrizes éticos nos anúncios publicitários", "Importância de órgão de consulta e de acção pedagógica na regulação publicitária", "Regime sancionatório da publicidade de bebidas alcoólicas", "A publicidade e a lei de defesa do consumidor" e "Publicidade e jogos de fortuna ou azar".