Moralização da sociedade exige maior valorização dos idosos

Huambo - Os desafios da moralização da sociedade, através do resgate dos valores morais, culturais e cívicos, exigem uma maior valorização dos idosos, por parte da juventude, por serem detentores de princípios úteis que orientam uma convivência pacífica nas comunidades.

A recomendação é dos intervenientes no “Onjdango de Valores”, promovidos pelo gabinete provincial da Acção Social, Família e Igualdade no Género, no âmbito das jornadas comemorativas do Dia do Idoso, a assinalar-se na próxima segunda-feira (30 de Novembro).  

Para a antiga professora Maria Imaculada Lumingo, que fazia parte do painel do encontro, a desestabilização social é fruto da desvalorização dos idosos, que poderiam contribuir para a preservação e conservação dos valores, acrescentando que nenhuma sociedade prospera enquanto não tiver como suporte fundamental os ensinamentos dos seus antepassados.

No mesmo diapasão, o padre Simeão Chimbinda, para quem a pessoa idosa não ocupa nos dias de hoje o seu verdadeiro lugar, explicou que os jovens olham para este substrato social como integrante de uma época do passado, que já não tem nada a ver com o presente, onde são maioritariamente substituídos meios de comunicação social de massa.

Face a esta situação, prosseguiu, é imperioso que se restaure, na sociedade, a figura do idoso no contexto africano, como uma biblioteca viva, capaz de conduzir positivamente uma comunidade.

No entanto, defendeu,  por isso, a necessidade de uma melhor utilização dos meios de comunicação social de massa, através da incorporação de programas de educação dos valores morais, éticos e culturais e social, para inculcá-los nas gerações actuais e futuras.

Já o pastor da Igreja Evangélica Congregacional em Angola,  Gaspar Sicato, defendeu a reformulação das políticas dos lares de terceira idade para não se institucionalizar a pessoa idosa,  ao realçar a necessidade de resgatar o espaço do idoso na família.

Por sua vez, a educadora social Valentina Chilombo Capuca advogou maior atenção por parte dos pais e encarregados de educação no acompanhamento aos meios de comunicação de massas, no sentido de avaliar os conteúdos úteis  para a educação das gerações actuais e futuras.

No final do evento, a directora  do Gabinete Provincial da Acção Social, Família e Igualdade no Género, Fátima Cawewe, fez saber que o encontro visou contribuir na recuperação dos valores que a sociedade tem estado a perder.

Sobre a situação actual da pessoa idosa na província, referiu que preocupa os casos de abandono desta franja da sociedade por parte da família, por motivos de questões financeiras, sociais e culturais.

Sem precisar de número, referiu que os dados indicam um crescimento substancialmente, tendo por isso apelado às famílias, e sociedade em geral, a uma maior protecção  da pessoa idosa.

As instituições de acolhimento de pessoas da terceira idade na província do Huambo, situada no Planalto Central de Angola, albergam um total de 212 idosos, sendo 75 no lar do Dango, 71 no da Chivela e 66 no Ongundi Yo Muenho.

A recomendação é dos intervenientes no “Onjdango de Valores”, promovidos pelo gabinete provincial da Acção Social, Família e Igualdade no Género, no âmbito das jornadas comemorativas do Dia do Idoso, a assinalar-se na próxima segunda-feira (30 de Novembro).  

Para a antiga professora Maria Imaculada Lumingo, que fazia parte do painel do encontro, a desestabilização social é fruto da desvalorização dos idosos, que poderiam contribuir para a preservação e conservação dos valores, acrescentando que nenhuma sociedade prospera enquanto não tiver como suporte fundamental os ensinamentos dos seus antepassados.

No mesmo diapasão, o padre Simeão Chimbinda, para quem a pessoa idosa não ocupa nos dias de hoje o seu verdadeiro lugar, explicou que os jovens olham para este substrato social como integrante de uma época do passado, que já não tem nada a ver com o presente, onde são maioritariamente substituídos meios de comunicação social de massa.

Face a esta situação, prosseguiu, é imperioso que se restaure, na sociedade, a figura do idoso no contexto africano, como uma biblioteca viva, capaz de conduzir positivamente uma comunidade.

No entanto, defendeu,  por isso, a necessidade de uma melhor utilização dos meios de comunicação social de massa, através da incorporação de programas de educação dos valores morais, éticos e culturais e social, para inculcá-los nas gerações actuais e futuras.

Já o pastor da Igreja Evangélica Congregacional em Angola,  Gaspar Sicato, defendeu a reformulação das políticas dos lares de terceira idade para não se institucionalizar a pessoa idosa,  ao realçar a necessidade de resgatar o espaço do idoso na família.

Por sua vez, a educadora social Valentina Chilombo Capuca advogou maior atenção por parte dos pais e encarregados de educação no acompanhamento aos meios de comunicação de massas, no sentido de avaliar os conteúdos úteis  para a educação das gerações actuais e futuras.

No final do evento, a directora  do Gabinete Provincial da Acção Social, Família e Igualdade no Género, Fátima Cawewe, fez saber que o encontro visou contribuir na recuperação dos valores que a sociedade tem estado a perder.

Sobre a situação actual da pessoa idosa na província, referiu que preocupa os casos de abandono desta franja da sociedade por parte da família, por motivos de questões financeiras, sociais e culturais.

Sem precisar de número, referiu que os dados indicam um crescimento substancialmente, tendo por isso apelado às famílias, e sociedade em geral, a uma maior protecção  da pessoa idosa.

As instituições de acolhimento de pessoas da terceira idade na província do Huambo, situada no Planalto Central de Angola, albergam um total de 212 idosos, sendo 75 no lar do Dango, 71 no da Chivela e 66 no Ongundi Yo Muenho.