Morte de Agostinho Quilemba deixa comunicação social mais pobre - SJA

  • Jornalista Agostinho Quilemba
Luanda – A comunicação social angolana está mais pobre, particularmente na vertente económica, com a morte por doença do jornalista da Agência Angola Press (ANGOP) Agostinho Quilemba, ocorrida na passada terça-feira, em Luanda.

Esta consideração é do Sindicato dos Jornalistas Angolanos (SJA), em nota de condolências chegada hoje à Angop, tendo reafirmado que Agostinho Quilemba foi um profissional dedicado, com um percurso jornalístico de cerca de duas décadas.

Adianta que se destacou como editor do desk de economia, cargo que desempenhou de forma exemplar e com visível impacto, junto da equipa que liderava e nos conteúdos especializados da agência.

Agostinho Quilemba, licenciado em economia, foi um dos profissionais da nova vaga da Agência, tendo dado início das actividades em 2001.

No âmbito da nova dinâmica da empresa, virada para a melhoria da qualidade dos conteúdos noticiosos, foi nomeado, em 2007, para exercer a função de Subeditor do Desk Económico.

Em 2018, na senda da mesma estratégia editorial, foi nomeado editor do Desk Económico, função que exerceu até à altura da sua morte.

Esta consideração é do Sindicato dos Jornalistas Angolanos (SJA), em nota de condolências chegada hoje à Angop, tendo reafirmado que Agostinho Quilemba foi um profissional dedicado, com um percurso jornalístico de cerca de duas décadas.

Adianta que se destacou como editor do desk de economia, cargo que desempenhou de forma exemplar e com visível impacto, junto da equipa que liderava e nos conteúdos especializados da agência.

Agostinho Quilemba, licenciado em economia, foi um dos profissionais da nova vaga da Agência, tendo dado início das actividades em 2001.

No âmbito da nova dinâmica da empresa, virada para a melhoria da qualidade dos conteúdos noticiosos, foi nomeado, em 2007, para exercer a função de Subeditor do Desk Económico.

Em 2018, na senda da mesma estratégia editorial, foi nomeado editor do Desk Económico, função que exerceu até à altura da sua morte.