Albinos querem mais atenção médica

  • Comunidade albina (Arquivo)
Lubango – Os albinos solicitaram hoje, domingo, na província da Huíla, ao Governo facilidades nas consultas de dermatologia e oftalmologia, bem como na aquisição de medicamentos e óculos.

O pedido foi expresso pelo responsável para Comunicação e Marketing do Movimento de Portadores de Albinismo da Huíla, Alcides Hungulo, em declarações à Angop, no quadro do Dia Internacional de Consciencialização do Albinismo, que hoje se assinala.

O movimento, criado este ano, foi projectado pela Associação de Apoio de Albinos de Angola, fundada 15 de Janeiro de 2015, em Luanda, com a finalidade de banir a exclusão e mitos sobre essa franja social.

Lamentou o facto de não terem consultas de rotina por dificuldades de acesso às mesmas, pois quando as fazem no sector público são atendidos de forma rápida, sem o devido acompanhamento, já que nem todos têm a possibilidade de pagar o serviço privado.

“Gostaríamos ter consultas duas vezes por semana e queremos que o governo crie esta abertura. A oftalmologia é mais perigosa, visto que o albino já nasce com problemas de visão, muitas famílias têm dificuldades em adquirir óculos”, manifestou.

Outro problema com que deparam-se é o câncer da pele, que tem sido tratado no hospital central local, mas a unidade não dá uma resposta eficiente, sendo que para tal são obrigados a procurar os serviços em  Luanda.

Celebrado pela primeira vez em 2015, o Dia Internacional de Consciencialização do Albinismo foi proclamado pela Organização das Nações Unidas (ONU), para divulgar informação sobre o albinismo e evitar a discriminação.

O albinismo é uma anomalia pigmentar que leva a uma cor de pele, de pelos e de olhos muita clara. Devido a factores genéticos (aos genes recessivos dos pais), no albinismo ocorre a ausência total de pigmentação na pele, sistema piloso e íris.

O albinismo não é considerado uma doença, mas podem surgir problemas na visão e existir mais risco de cancro da pele nesta franja social.

Os pais necessitam de possuir o gene do albinismo para que seja passado aos filhos, mesmo que nunca tenham mostrado essa condição. O albinismo não é contagioso, não compromete o desenvolvimento físico e mental, nem a inteligência de seus portadores.

 

O pedido foi expresso pelo responsável para Comunicação e Marketing do Movimento de Portadores de Albinismo da Huíla, Alcides Hungulo, em declarações à Angop, no quadro do Dia Internacional de Consciencialização do Albinismo, que hoje se assinala.

O movimento, criado este ano, foi projectado pela Associação de Apoio de Albinos de Angola, fundada 15 de Janeiro de 2015, em Luanda, com a finalidade de banir a exclusão e mitos sobre essa franja social.

Lamentou o facto de não terem consultas de rotina por dificuldades de acesso às mesmas, pois quando as fazem no sector público são atendidos de forma rápida, sem o devido acompanhamento, já que nem todos têm a possibilidade de pagar o serviço privado.

“Gostaríamos ter consultas duas vezes por semana e queremos que o governo crie esta abertura. A oftalmologia é mais perigosa, visto que o albino já nasce com problemas de visão, muitas famílias têm dificuldades em adquirir óculos”, manifestou.

Outro problema com que deparam-se é o câncer da pele, que tem sido tratado no hospital central local, mas a unidade não dá uma resposta eficiente, sendo que para tal são obrigados a procurar os serviços em  Luanda.

Celebrado pela primeira vez em 2015, o Dia Internacional de Consciencialização do Albinismo foi proclamado pela Organização das Nações Unidas (ONU), para divulgar informação sobre o albinismo e evitar a discriminação.

O albinismo é uma anomalia pigmentar que leva a uma cor de pele, de pelos e de olhos muita clara. Devido a factores genéticos (aos genes recessivos dos pais), no albinismo ocorre a ausência total de pigmentação na pele, sistema piloso e íris.

O albinismo não é considerado uma doença, mas podem surgir problemas na visão e existir mais risco de cancro da pele nesta franja social.

Os pais necessitam de possuir o gene do albinismo para que seja passado aos filhos, mesmo que nunca tenham mostrado essa condição. O albinismo não é contagioso, não compromete o desenvolvimento físico e mental, nem a inteligência de seus portadores.