Mulheres continuam a ser marginalizadas – administrador

  • Mulheres Zungueiras
Ondjiva – Apesar de serem a maior franja da sociedade angolana, as mulheres ainda continuam a ser marginalizadas, admitiu o administrador municipal do Cuanhama, província do Cunene.

Falando numa palestra sobre “Educação na perspectiva do género e emponderamento da Mulher”, Eugénio Ndamenapossi fundamentou que as mulheres ainda enfrentam barreiras relacionadas com a pobreza, analfabetismo e com o fraco exercício dos seus direitos de cidadania, culturais, políticos e económicos.

Neste contexto, apontou a contínua promoção de programas formativos, incentivos ao empreendedorismo como soluções para se inverter o quadro, já que esta franja joga um importante papel na garantia da coesão das famílias.

Na sua visão, a promoção do empoderamento das mulheres exige um novo pensar nas possibilidades educacionais, que vão além da formação tradicional.

Por isso, realçou que a auto-afirmação da mulher na sociedade é um imperativo para a melhoria da qualidade de vida da população e do progresso das comunidades.

“É nesta senda, que a administração promoveu este encontro para partilha de ideias, visando chamar a razão sobre a necessidade da observância do direito de igualdade entre homem e mulher, no que diz respeito a criação de oportunidades e na afirmação social”, sublinhou.

Por seu turno a prelectora Rita Andreia, disse que a promoção da educação, a formação e o desenvolvimento profissional das mulheres são princípios para o empoderamento de género.

Para si, as instituições de ensino devem alcançar a realidade caracterizada por diversidades regionais, económicas e de acesso à educação e ao trabalho, visando combater as assimetrias actuais.

Enfatizou que a UNESCO define a igualdade de género, como gozo do direito e deveres igual entre homens e mulheres, a fim de contribuir para o desenvolvimento da nação.

Enquadrada na jornada “Março Mulher”, o encontro contou com a participação de mulheres de organizações políticas líderes comunitárias, das organizações femininas, ordem pública e igrejas.

Falando numa palestra sobre “Educação na perspectiva do género e emponderamento da Mulher”, Eugénio Ndamenapossi fundamentou que as mulheres ainda enfrentam barreiras relacionadas com a pobreza, analfabetismo e com o fraco exercício dos seus direitos de cidadania, culturais, políticos e económicos.

Neste contexto, apontou a contínua promoção de programas formativos, incentivos ao empreendedorismo como soluções para se inverter o quadro, já que esta franja joga um importante papel na garantia da coesão das famílias.

Na sua visão, a promoção do empoderamento das mulheres exige um novo pensar nas possibilidades educacionais, que vão além da formação tradicional.

Por isso, realçou que a auto-afirmação da mulher na sociedade é um imperativo para a melhoria da qualidade de vida da população e do progresso das comunidades.

“É nesta senda, que a administração promoveu este encontro para partilha de ideias, visando chamar a razão sobre a necessidade da observância do direito de igualdade entre homem e mulher, no que diz respeito a criação de oportunidades e na afirmação social”, sublinhou.

Por seu turno a prelectora Rita Andreia, disse que a promoção da educação, a formação e o desenvolvimento profissional das mulheres são princípios para o empoderamento de género.

Para si, as instituições de ensino devem alcançar a realidade caracterizada por diversidades regionais, económicas e de acesso à educação e ao trabalho, visando combater as assimetrias actuais.

Enfatizou que a UNESCO define a igualdade de género, como gozo do direito e deveres igual entre homens e mulheres, a fim de contribuir para o desenvolvimento da nação.

Enquadrada na jornada “Março Mulher”, o encontro contou com a participação de mulheres de organizações políticas líderes comunitárias, das organizações femininas, ordem pública e igrejas.