Mulheres querem maior acesso ao mercado de emprego

Luanda - A secretária da Estado para a Acção Social, Elsa Bárber, destacou, esta quarta-feira, em Luanda, a necessidade de se conceder maior acesso das mulheres ao mercado de trabalho.

Actualmente, conforme a responsável, uma em cada duas mulheres não tem um emprego formal, facto que impede a adequada e plena inserção na estrutura socioeconómica do país.

A responsável, que falava na abertura do Encontro Nacional sobre a Situação do Género em Angola, realça a necessidade de se aumentar a presença de mulheres em áreas chaves de desenvolvimento, uma preocupação do titular do Executivo angolano, que orienta a participação de 50 por cento de mulheres nos processos de tomada de decisão, para que as políticas e programas sejam cada vez mais inclusiva e justas.

Segundo Elsa Bárber,   a educação é a chave para os imensos desafios que ainda acometem a mulher.

“As desistências  escolares das raparigas, por factores de várias ordens, com destaque à incidência de gravidezes na adolescência, perpetuam o estado de pobreza das famílias e condicionam a participação efectiva das mulheres das gerações actuais e futuras nos processos de desenvolvimento do país.

Apesar disso, revelou que os indicadores sócio demográficos de Angola demonstram que a mulher tem um peso considerável enquanto força produtiva e população potencialmente activa do país, atingindo uma cifra de 52 por cento, correspondente a uma população feminina de 12.579.83 dos cerca de 25.789.024 milhões de habitantes.

Dados disponíveis indicam que 53 por cento da população economicamente activa são mulheres, destas 37 por cento (44.396), estão no meio rural.

A nível político, a representatividade das mulheres no parlamento é de 30, 5 por cento de deputadas, no Executivo 39 por cento são ministras e 12 secretárias de Estado, governadoras provinciais 19.5, no poder local, 22,2 porcento e foi elevada a quota para 50 por cento.

“Não obstante aos avanços, ainda temos de percorrer um longo caminho para atingir a paridade”, reconheceu.

O visa reafirmar o compromisso de continuar a promover acções que concorram para a melhoria da vida das mulheres.

Os participantes abordaram a Política Nacional para Igualdade e Equidade de Género e o Projecto de Plano de Acção para a sua implementação, com ideias válidas que vão contribuir na elaboração de estratégias para mitigar os vários problemas inerentes a não efectivação da equidade do género.  

 

Actualmente, conforme a responsável, uma em cada duas mulheres não tem um emprego formal, facto que impede a adequada e plena inserção na estrutura socioeconómica do país.

A responsável, que falava na abertura do Encontro Nacional sobre a Situação do Género em Angola, realça a necessidade de se aumentar a presença de mulheres em áreas chaves de desenvolvimento, uma preocupação do titular do Executivo angolano, que orienta a participação de 50 por cento de mulheres nos processos de tomada de decisão, para que as políticas e programas sejam cada vez mais inclusiva e justas.

Segundo Elsa Bárber,   a educação é a chave para os imensos desafios que ainda acometem a mulher.

“As desistências  escolares das raparigas, por factores de várias ordens, com destaque à incidência de gravidezes na adolescência, perpetuam o estado de pobreza das famílias e condicionam a participação efectiva das mulheres das gerações actuais e futuras nos processos de desenvolvimento do país.

Apesar disso, revelou que os indicadores sócio demográficos de Angola demonstram que a mulher tem um peso considerável enquanto força produtiva e população potencialmente activa do país, atingindo uma cifra de 52 por cento, correspondente a uma população feminina de 12.579.83 dos cerca de 25.789.024 milhões de habitantes.

Dados disponíveis indicam que 53 por cento da população economicamente activa são mulheres, destas 37 por cento (44.396), estão no meio rural.

A nível político, a representatividade das mulheres no parlamento é de 30, 5 por cento de deputadas, no Executivo 39 por cento são ministras e 12 secretárias de Estado, governadoras provinciais 19.5, no poder local, 22,2 porcento e foi elevada a quota para 50 por cento.

“Não obstante aos avanços, ainda temos de percorrer um longo caminho para atingir a paridade”, reconheceu.

O visa reafirmar o compromisso de continuar a promover acções que concorram para a melhoria da vida das mulheres.

Os participantes abordaram a Política Nacional para Igualdade e Equidade de Género e o Projecto de Plano de Acção para a sua implementação, com ideias válidas que vão contribuir na elaboração de estratégias para mitigar os vários problemas inerentes a não efectivação da equidade do género.