Munícipes sugerem patrulhas para travar vandalismo

  • Huíla:  Pormenor da cidade do Lubango à noite
Lubango - A criação de brigadas de patrulhamento nocturno integradas pela Polícia, comissão de moradores e a melhoria da iluminação pública nos bairros foram apontadas como factores para travar a onda vandalismo de bens públicos.

As sugestões saíram do primeiro encontro sobre a estratégia de participação dos munícipes no combate aos actos de vandalismo de bens públicos, que juntou, hoje na cidade do Lubango, directores municipais, membros das comissões de moradores, gestores comunais e de bairro, numa promoção da administração local.

 Dos oitenta crimes que Polícia Nacional na cidade do Lubango em média  regista por semana, 20 por cento estão relacionados com o vandalismo de bens públicos, como sistema de iluminação,  bombas de água, cemitérios, jardins, obras, escolas, centros de saúde, entre outros.

Para os munícipes, a falta de policiamento durante a noite, a carência de iluminação pública nos bairros, a fraca resposta da polícia em tempo oportuno, a comercialização de cannabis em alguns pontos da cidade, são outros constrangimentos que dificultam o combate a esse tipo de crime.  

Em resposta, o segundo comandante da Polícia Nacional na Huíla, subcomissário Florêncio Ningui, sublinhou que o ráscio da ONU é de um agente para 250 cidadãos, mas a Huíla está com uma cobertura policial de um agente para mil e 666 cidadãos, o que dificulta o trabalho das forças.

Defendeu que o trabalho de segurança pública deve ser feito com a colaboração da comunidade e em função do número variado de problemas que ocorrem, da disposição dos meios técnicos e do rácio polícia/habitante.

Declarou notar ainda falta de cultura de denúncia do cidadão, pois maior parte dos crimes acontecem no seio da comunidade, com pessoas próximas à vítima e, muitas vezes, familiares acabam por encobrir parentes envolvidos em acções criminosas.

Por sua vez, o administrador do Lubango, Armando Vieira, admitiu que a vandalização dos bens e equipamentos públicos está acentuada, carecendo de intervenção de todos, principalmente, da comunidade.

Falou ainda da necessidade de todos reflectirem sobre as causas e encontrar uma estratégia para minimizar a situação.

 

 

As sugestões saíram do primeiro encontro sobre a estratégia de participação dos munícipes no combate aos actos de vandalismo de bens públicos, que juntou, hoje na cidade do Lubango, directores municipais, membros das comissões de moradores, gestores comunais e de bairro, numa promoção da administração local.

 Dos oitenta crimes que Polícia Nacional na cidade do Lubango em média  regista por semana, 20 por cento estão relacionados com o vandalismo de bens públicos, como sistema de iluminação,  bombas de água, cemitérios, jardins, obras, escolas, centros de saúde, entre outros.

Para os munícipes, a falta de policiamento durante a noite, a carência de iluminação pública nos bairros, a fraca resposta da polícia em tempo oportuno, a comercialização de cannabis em alguns pontos da cidade, são outros constrangimentos que dificultam o combate a esse tipo de crime.  

Em resposta, o segundo comandante da Polícia Nacional na Huíla, subcomissário Florêncio Ningui, sublinhou que o ráscio da ONU é de um agente para 250 cidadãos, mas a Huíla está com uma cobertura policial de um agente para mil e 666 cidadãos, o que dificulta o trabalho das forças.

Defendeu que o trabalho de segurança pública deve ser feito com a colaboração da comunidade e em função do número variado de problemas que ocorrem, da disposição dos meios técnicos e do rácio polícia/habitante.

Declarou notar ainda falta de cultura de denúncia do cidadão, pois maior parte dos crimes acontecem no seio da comunidade, com pessoas próximas à vítima e, muitas vezes, familiares acabam por encobrir parentes envolvidos em acções criminosas.

Por sua vez, o administrador do Lubango, Armando Vieira, admitiu que a vandalização dos bens e equipamentos públicos está acentuada, carecendo de intervenção de todos, principalmente, da comunidade.

Falou ainda da necessidade de todos reflectirem sobre as causas e encontrar uma estratégia para minimizar a situação.