Cadastradas mais de noventa mil pessoas em zonas de risco

Moçâmedes - Noventa mil 698 pessoas que vivem em zonas consideradas de riscos na província do Namibe, foram cadastradas, nos últimos nove anos, pelos serviços de Protecção Civile Bombeiros.

 Em declarações hoje à Angop, o comandante provincial adjunto ddos Serviços de Protecção Civil e Bombeiros do Namibe,  Ernesto Tchalêngua, estas pessoas vivem em zonas como beira de rios, valas de drenagens e montanhas.

Deste número, explicou,  52 mil 774 pessoas estão concentradas no  município da Bibala,   27 mil 500 em  Moçâmedes,  oito mil em Kamucuio,  duas mil 404 no Tômbwa, enquanto o  Virei possui apenas vintes habitantes nesta condição.

 Sublinhou que o município da Bibala é o mais critico porque é o que mais recebe quedras pluviometricas, dai a razão de deslocação de muitas famílias a procura de  abrigo em zonas de risco.

 Ernesto Tchalêngua disse que estes dados têm sido actualizados todos os anos, tendo em conta o fenómeno da seca que se regista nesta região.

Afirmou que as comissões de protecção civil municipais foram orientadas a realizarem  trabalhos conjuntos com as administrações municipais na monitorização  dos riscos identificados, para que na época de chuva a população não venha a sofrer nenhum dano.

“Estamos preocupados com as pessoas que continuam a insistir em construir as suas residências junto das valas de drenagens, linhas de condutas de agua, nos leitos dos rios, entre outras lugares de risco”, lamentou.

Apontou ainda o surgimento de algumas ravinas que vão colocando em risco algumas no interior da província, sobretudo no município do Kamucuio, que possui já  32 ravinas de pequenas dimensões.

 

 Em declarações hoje à Angop, o comandante provincial adjunto ddos Serviços de Protecção Civil e Bombeiros do Namibe,  Ernesto Tchalêngua, estas pessoas vivem em zonas como beira de rios, valas de drenagens e montanhas.

Deste número, explicou,  52 mil 774 pessoas estão concentradas no  município da Bibala,   27 mil 500 em  Moçâmedes,  oito mil em Kamucuio,  duas mil 404 no Tômbwa, enquanto o  Virei possui apenas vintes habitantes nesta condição.

 Sublinhou que o município da Bibala é o mais critico porque é o que mais recebe quedras pluviometricas, dai a razão de deslocação de muitas famílias a procura de  abrigo em zonas de risco.

 Ernesto Tchalêngua disse que estes dados têm sido actualizados todos os anos, tendo em conta o fenómeno da seca que se regista nesta região.

Afirmou que as comissões de protecção civil municipais foram orientadas a realizarem  trabalhos conjuntos com as administrações municipais na monitorização  dos riscos identificados, para que na época de chuva a população não venha a sofrer nenhum dano.

“Estamos preocupados com as pessoas que continuam a insistir em construir as suas residências junto das valas de drenagens, linhas de condutas de agua, nos leitos dos rios, entre outras lugares de risco”, lamentou.

Apontou ainda o surgimento de algumas ravinas que vão colocando em risco algumas no interior da província, sobretudo no município do Kamucuio, que possui já  32 ravinas de pequenas dimensões.