PN detém cidadãos envolvidos em furto e burla

  • Apresentação de bens aprendidos no Namibe
Moçâmedes – Três cidadãos nacionais, com idades compreendidas de 29 a 37 anos foram detidos, hoje, pelos Serviços de Investigação Criminal (SIC) no Namibe, implicados num crime de furto e burla, avaliado em três milhões e 500 kwanzas.

Para a prática dos crimes, os infractores dirigiram-se a uma loja com o comprovativo de uma transferência bancária no valor em causa para a conta do proprietário do estabelecimento, tendo recebido cinco motorizadas e dois motores.

Quatro dias depois da transferência do valor, o proprietário da loja recebeu uma mensagem do Banco do Fomento de Angola (BFA) onde é domiciliada a conta da firma, que dava conta da retirada do dinheiro, cuja denúncia foi feita ao SIC que, depois de investigar, deteve os autores.

Em declarações à imprensa, o porta-voz do SIC, subinspector José Lolina, disse que ainda decorre a investigação para se apurar outros aspectos que permanecem sob segredo de justiça.

No mesmo acto, foi apresentado um cidadão de 37 anos de idade, que recebia dinheiro as pessoas sob promessa de emprego no Ministério do Interior.

Esclareceu que o acusado iniciou esta prática no mês de Maio, cobrando para cada candidato 300 mil kwanzas.

 

Para a prática dos crimes, os infractores dirigiram-se a uma loja com o comprovativo de uma transferência bancária no valor em causa para a conta do proprietário do estabelecimento, tendo recebido cinco motorizadas e dois motores.

Quatro dias depois da transferência do valor, o proprietário da loja recebeu uma mensagem do Banco do Fomento de Angola (BFA) onde é domiciliada a conta da firma, que dava conta da retirada do dinheiro, cuja denúncia foi feita ao SIC que, depois de investigar, deteve os autores.

Em declarações à imprensa, o porta-voz do SIC, subinspector José Lolina, disse que ainda decorre a investigação para se apurar outros aspectos que permanecem sob segredo de justiça.

No mesmo acto, foi apresentado um cidadão de 37 anos de idade, que recebia dinheiro as pessoas sob promessa de emprego no Ministério do Interior.

Esclareceu que o acusado iniciou esta prática no mês de Maio, cobrando para cada candidato 300 mil kwanzas.