Novas turbinas entram em funcionamento em Outubro

  • Central térmica de Ondjiva
Ondjiva - As duas turbinas eléctricas, com capacidade de 25 megawatts cada, em fase de montagem na central térmica de Ondjiva, província do Cunene, entram em funcionamento no mês de Outubro.

A informação foi avançada nesta quarta-feira pelo ministro da Energia e Águas, João Baptista Borges, realçando que actualmente os trabalhos estão em fase conclusiva, com o arranque de forma provisória da primeira turbina dentro de três semanas e a 20 de Outubro a segunda turbina.

Segundo o ministro, as duas turbinas vão aumentar a capacidade de produção de energia eléctrica de 16.9 para 66,9 megawatts, e vai possibilitar a ENDE dar resposta ao processo de electrificação domiciliar e iluminação pública de novos bairros de Ondjiva e no município de Namacunde.

De acordo com o ministro, actualmente a província do Cunene apresenta um défice de energia de quase seis megawatts, devido à paralisação de dois dos três grupos geradores da central térmica de Ondjiva, levando assim para o processo de restrições.

Para eliminação total das restrições, o governo investiu 40 milhões de dólares em  cada uma das turbinas, a fim de permitir que  se tenha uma estabilidade no fornecimento de energia na cidade de Ondjiva e arredores.

A par da eliminação das restrições, sublinhou que o projecto vai permitir que o Cunene deixe de depender da energia proveniente da Namíbia, num total de 8.5 megawatts, com a qual Angola tem uma factura pesada na ordem de um milhão e 300 mil dólares mensal.

João Baptista Borges afirmou que essa solução alternativa visa impedir que a dívida do Estado venha a acumular-se, devido a essa alimentação da Namíbia, devendo ficar só para casos de emergência, tal como uma eventual avaria na central térmica.

Referiu que a acção faz parte de um projecto que tem sido implementado a nível do país pelo Executivo angolano, que pretende ver melhorado o fornecimento de energia eléctrica à população.

Entretanto, salientou que neste momento está em curso o processo de capacitação técnica dos funcionários que irão trabalhar para operar e manter o equipamento funcional.

Por seu turno, a governadora do Cunene, Gerdina Didalelwa, enalteceu o investimento no sector, realçando que a mesma vai acabar com os problemas actuais de falta de energia junto das populações.

De acordo com a governadora, as turbinas vão dar resposta há uma das preocupações gritante das famílias que sofrem com o processo de restrições, sobretudo em épocas de chuvas.

A província do Cunene conta com uma potência de 16,9 megawatts, sendo 8.5 proveniente da estação de Onuno (Namíbia), no quadro de um acordo assinado entre os dois países em 1999, cinco da central térmica do Xangongo e 3.4 da Central Térmica de Ondjiva.

A energia é repartida pelos municípios de Ombadja, Cuanhama e Namacunde, enquanto no Cuvelai, Cahama e Curoca o fornecimento é feito através de grupos geradores.

 

A informação foi avançada nesta quarta-feira pelo ministro da Energia e Águas, João Baptista Borges, realçando que actualmente os trabalhos estão em fase conclusiva, com o arranque de forma provisória da primeira turbina dentro de três semanas e a 20 de Outubro a segunda turbina.

Segundo o ministro, as duas turbinas vão aumentar a capacidade de produção de energia eléctrica de 16.9 para 66,9 megawatts, e vai possibilitar a ENDE dar resposta ao processo de electrificação domiciliar e iluminação pública de novos bairros de Ondjiva e no município de Namacunde.

De acordo com o ministro, actualmente a província do Cunene apresenta um défice de energia de quase seis megawatts, devido à paralisação de dois dos três grupos geradores da central térmica de Ondjiva, levando assim para o processo de restrições.

Para eliminação total das restrições, o governo investiu 40 milhões de dólares em  cada uma das turbinas, a fim de permitir que  se tenha uma estabilidade no fornecimento de energia na cidade de Ondjiva e arredores.

A par da eliminação das restrições, sublinhou que o projecto vai permitir que o Cunene deixe de depender da energia proveniente da Namíbia, num total de 8.5 megawatts, com a qual Angola tem uma factura pesada na ordem de um milhão e 300 mil dólares mensal.

João Baptista Borges afirmou que essa solução alternativa visa impedir que a dívida do Estado venha a acumular-se, devido a essa alimentação da Namíbia, devendo ficar só para casos de emergência, tal como uma eventual avaria na central térmica.

Referiu que a acção faz parte de um projecto que tem sido implementado a nível do país pelo Executivo angolano, que pretende ver melhorado o fornecimento de energia eléctrica à população.

Entretanto, salientou que neste momento está em curso o processo de capacitação técnica dos funcionários que irão trabalhar para operar e manter o equipamento funcional.

Por seu turno, a governadora do Cunene, Gerdina Didalelwa, enalteceu o investimento no sector, realçando que a mesma vai acabar com os problemas actuais de falta de energia junto das populações.

De acordo com a governadora, as turbinas vão dar resposta há uma das preocupações gritante das famílias que sofrem com o processo de restrições, sobretudo em épocas de chuvas.

A província do Cunene conta com uma potência de 16,9 megawatts, sendo 8.5 proveniente da estação de Onuno (Namíbia), no quadro de um acordo assinado entre os dois países em 1999, cinco da central térmica do Xangongo e 3.4 da Central Térmica de Ondjiva.

A energia é repartida pelos municípios de Ombadja, Cuanhama e Namacunde, enquanto no Cuvelai, Cahama e Curoca o fornecimento é feito através de grupos geradores.