Obras das lagoas do “Tio Kimbundu" e “Mabululu” executadas a 50%

  • Colocação de manilhas para evacuar água da Lagoa "Tio Quimbundo "  bairro Grafanil
Luanda – As obras das lagoas do “Tio Kimbundu” e do “Mabululu”, situadas no bairro Grafanil, em Luanda, já estão executadas a pelo menos 50 por cento, correspondendo a intervenção em seiscentos metros da área circundante, para a evacuação da água das respectivas bacias de retenção, na época chuvosa.

A empreitada, iniciada em Abril último, contempla a escavação, aplicação de manilhas e reaterro (terraplanagem/nivelamento das escavações), num percurso de 1.200 metros, numa das ruas adjacentes ao “Suco Pira” (Graganil), reportou, nesta sexta-feira, o encarregado geral da empresa construtora, Francisco da Silva.

Além disso, as obras, que visam evitar as inundações de residências daquela comunidade, abrangem também a limpeza das duas lagoas, demolição de residências adjacentes e, consequentemente, o realojamento da população ao redor, um processo com execução física de 30 por cento em cada lagoa.  

Em declarações à ANGOP, o também engenheiro de construção civil assegurou que com a conclusão das obras, prevista para Setembro próximo, a população daquele bairro deixará de enfrentar as inundações, que há mais de 15 anos assolam as residências dos cidadãos e tiram qualidade de vida à comunidade.

Esclareceu que na Lagoa do conhecido “Tio/Velho Kimbundu” será instalado um sistema de gravidade, que permitirá evacuar e ou drenar as águas pluviais de forma automática, sem transbordar para as residências ao redor.

Já na Lagoa do “Mabululu”, avançou Francisco da Silva, o sistema será feito por elevação, através de uma moto-bomba que irá bombear a água para fossos específicos, interligados para as manilhas de drenagem.

De acordo com o encarregado geral da empresa Minuila, a água a ser transportada pelas manilhas das duas lagoas será evacuada para uma vala de drenagem já existente nas proximidades do bairro, afecto ao distrito urbano do Kalawenda, no município do Cazenga.

Moradores aplaudem requalificação das lagoas  

Em função do trabalho que está a ser desenvolvido ao redor das lagoas do “Tio Kimbundu” e do “Mabululu”, os moradores agradecem a iniciativa e incentivam as autoridades locais a concluírem a empreitada, antes da próxima época chuvosa, para se evitar constrangimentos e mortes, como tem sido frequente.  

“Aqui quando chove é um inferno. As residências ficam completamente inundadas, com lixos e insectos. Por isso é necessário que se faça um trabalho perfeito, igual que se fez na bacia de retenção do Coelho, município de Viana”, clamou Gabriel de Almeida, morador há mais de 20 anos, nos arredores da Lagoa do “Tio Kimbundu”.

Contou que, entre vários administradores que dirigiram o município do Cazenga, nenhum deles deu uma solução definitiva, mas espera que desta vez se resolva definitivamente o problema.

Conceição José, outra moradora, com residência fixa há cerca de 10 metros da Lagoa do “Tio Kimbundu” pede que se conclua o mais breve possível as obras dessa bacia, para “não nos transferirem mais do bairro”.

Segundo a moradora, que vive há 19 anos no Grafanil, prefere permanecer na sua casa, em vez de ser transferida para a urbanização do Kalawenda, onde a maior parte das pessoas estão a receber casas do tipo T2 (vivendas e apartamentos).

Quem também espera melhorias na requalificação é a munícipe Débora Lucas, que pede o seu realojamento, caso a situação permaneça.  

Segundo apurou a ANGOP, o processo de demolição e a requalificação das duas lagoas permitirá desenvolver um projecto de criação de peixe Tilápia  (prática da aquicultura) naquela zona para beneficiar directamente as famílias circunvizinhas às duas zonas visadas pelas obras.

 

A empreitada, iniciada em Abril último, contempla a escavação, aplicação de manilhas e reaterro (terraplanagem/nivelamento das escavações), num percurso de 1.200 metros, numa das ruas adjacentes ao “Suco Pira” (Graganil), reportou, nesta sexta-feira, o encarregado geral da empresa construtora, Francisco da Silva.

Além disso, as obras, que visam evitar as inundações de residências daquela comunidade, abrangem também a limpeza das duas lagoas, demolição de residências adjacentes e, consequentemente, o realojamento da população ao redor, um processo com execução física de 30 por cento em cada lagoa.  

Em declarações à ANGOP, o também engenheiro de construção civil assegurou que com a conclusão das obras, prevista para Setembro próximo, a população daquele bairro deixará de enfrentar as inundações, que há mais de 15 anos assolam as residências dos cidadãos e tiram qualidade de vida à comunidade.

Esclareceu que na Lagoa do conhecido “Tio/Velho Kimbundu” será instalado um sistema de gravidade, que permitirá evacuar e ou drenar as águas pluviais de forma automática, sem transbordar para as residências ao redor.

Já na Lagoa do “Mabululu”, avançou Francisco da Silva, o sistema será feito por elevação, através de uma moto-bomba que irá bombear a água para fossos específicos, interligados para as manilhas de drenagem.

De acordo com o encarregado geral da empresa Minuila, a água a ser transportada pelas manilhas das duas lagoas será evacuada para uma vala de drenagem já existente nas proximidades do bairro, afecto ao distrito urbano do Kalawenda, no município do Cazenga.

Moradores aplaudem requalificação das lagoas  

Em função do trabalho que está a ser desenvolvido ao redor das lagoas do “Tio Kimbundu” e do “Mabululu”, os moradores agradecem a iniciativa e incentivam as autoridades locais a concluírem a empreitada, antes da próxima época chuvosa, para se evitar constrangimentos e mortes, como tem sido frequente.  

“Aqui quando chove é um inferno. As residências ficam completamente inundadas, com lixos e insectos. Por isso é necessário que se faça um trabalho perfeito, igual que se fez na bacia de retenção do Coelho, município de Viana”, clamou Gabriel de Almeida, morador há mais de 20 anos, nos arredores da Lagoa do “Tio Kimbundu”.

Contou que, entre vários administradores que dirigiram o município do Cazenga, nenhum deles deu uma solução definitiva, mas espera que desta vez se resolva definitivamente o problema.

Conceição José, outra moradora, com residência fixa há cerca de 10 metros da Lagoa do “Tio Kimbundu” pede que se conclua o mais breve possível as obras dessa bacia, para “não nos transferirem mais do bairro”.

Segundo a moradora, que vive há 19 anos no Grafanil, prefere permanecer na sua casa, em vez de ser transferida para a urbanização do Kalawenda, onde a maior parte das pessoas estão a receber casas do tipo T2 (vivendas e apartamentos).

Quem também espera melhorias na requalificação é a munícipe Débora Lucas, que pede o seu realojamento, caso a situação permaneça.  

Segundo apurou a ANGOP, o processo de demolição e a requalificação das duas lagoas permitirá desenvolver um projecto de criação de peixe Tilápia  (prática da aquicultura) naquela zona para beneficiar directamente as famílias circunvizinhas às duas zonas visadas pelas obras.