Obras Públicas perspectiva conter ravinas do Zango 5 em seis meses

  • Centralidade do Zango 5
Luanda - O Ministério das Obras Públicas e Ordenamento do Território prevê executar, em seis meses, os trabalhos de contenção e estabilização das ravinas na zona sul da centralidade do Zango 5, município de Viana, em Luanda.

Em declarações à Rádio Nacional de Angola (RNA), o director nacional de obras de engenharia daquele departamento ministerial, Carlos Rocha, afirmou que os trabalhos terão início tão logo sejam liberadas as verbas, autorizadas pelo Presidente da República, João Lourenço, fixadas em Akz mil, trezentos e três milhões, seiscentos e oitenta mil, trezentos e vinte e seis. 

A decisão visa assegurar a adopção de medidas com carácter emergencial para travar o avanço progressivo dos solos na zona sul da referida centralidade, que originaram o surgimento da ravina. 

Segundo Carlos Rocha, o escopo do trabalho passa pela mobilização do estaleiro, limpeza e retirada de contentores, terraplenagem, aplicação de manilhas, execução de caixas de visita e demais trabalhos de betão.

"A construção de murros de contenção, bocas de entrada e de saída para o encaminhamento da água fazem, igualmente, parte das obras, cuja fase final consistirá na reparação do pavimento que foi danificado pela água", esclareceu a fonte, referenciada pela RNA.

O problema das ravinas no Zango 5 começou a evidenciar-se há dois anos, devido a um hipotético “erro de concepção do sistema de macro-drenagem”, segundo especialistas ouvidos pela ANGOP, que afirmam que a progressão da erosão poderá causar, a curto prazo, problemas estruturais no sistema de fornecimento de água e nos cabos de fibra óptica.

Em caso de demora na intervenção, afirmam que a ravina poderá, ainda, cortar o sistema de telecomunicações e engolir edifícios no Bloco A da centralidade.

A centralidade do Zango 5 foi construída para albergar uma população estimada de 48 mil habitantes, sendo que o projecto contempla sete mil e 964 fogos, desenvolvidos numa área total de 416 hectares, subdivididos em 32 sectores urbanos. 

Quanto às tipologias deste que é o mais recente projecto habitacional de Luanda, contempla moradias isoladas e geminadas, e apartamentos de dois e três pisos. 

Conta com equipamentos sociais, como jardins-de-infância (cinco), escolas primárias (quatro) e secundárias (três), estando reservados espaços dentro da área urbanizada para a construção de edifícios públicos e administrativos.

Em declarações à Rádio Nacional de Angola (RNA), o director nacional de obras de engenharia daquele departamento ministerial, Carlos Rocha, afirmou que os trabalhos terão início tão logo sejam liberadas as verbas, autorizadas pelo Presidente da República, João Lourenço, fixadas em Akz mil, trezentos e três milhões, seiscentos e oitenta mil, trezentos e vinte e seis. 

A decisão visa assegurar a adopção de medidas com carácter emergencial para travar o avanço progressivo dos solos na zona sul da referida centralidade, que originaram o surgimento da ravina. 

Segundo Carlos Rocha, o escopo do trabalho passa pela mobilização do estaleiro, limpeza e retirada de contentores, terraplenagem, aplicação de manilhas, execução de caixas de visita e demais trabalhos de betão.

"A construção de murros de contenção, bocas de entrada e de saída para o encaminhamento da água fazem, igualmente, parte das obras, cuja fase final consistirá na reparação do pavimento que foi danificado pela água", esclareceu a fonte, referenciada pela RNA.

O problema das ravinas no Zango 5 começou a evidenciar-se há dois anos, devido a um hipotético “erro de concepção do sistema de macro-drenagem”, segundo especialistas ouvidos pela ANGOP, que afirmam que a progressão da erosão poderá causar, a curto prazo, problemas estruturais no sistema de fornecimento de água e nos cabos de fibra óptica.

Em caso de demora na intervenção, afirmam que a ravina poderá, ainda, cortar o sistema de telecomunicações e engolir edifícios no Bloco A da centralidade.

A centralidade do Zango 5 foi construída para albergar uma população estimada de 48 mil habitantes, sendo que o projecto contempla sete mil e 964 fogos, desenvolvidos numa área total de 416 hectares, subdivididos em 32 sectores urbanos. 

Quanto às tipologias deste que é o mais recente projecto habitacional de Luanda, contempla moradias isoladas e geminadas, e apartamentos de dois e três pisos. 

Conta com equipamentos sociais, como jardins-de-infância (cinco), escolas primárias (quatro) e secundárias (três), estando reservados espaços dentro da área urbanizada para a construção de edifícios públicos e administrativos.