Oitenta mil ex militares serão inseridos na vida produtiva activa em 2022

Luanda – Oitenta mil ex-militares serão reintegrados a vida produtiva até 2022, anunciou, na terça-feira, o director-geral do Instituto de Reintegração Sócio profissional dos Ex-Militares (IRSEM), Jorge Gunji.

Falando no espaço grande entrevista da TPA, Jorge Gunji avançou que  nos últimos três anos foram reintegrados 11 mil ex- militares na vida produtiva.

Os beneficiários estão inseridos em projectos de serralharia, comércio, alfaiataria, alvenaria, construção civil e de tractores para o incentivo à actividade agrícola.

A instituição beneficiou do apoio, por parte do Presidente da Republica, João Lourenço, de 604 tractores e implementos (alfaias e reboque) para o reforço da inclusão produtiva dos ex-militares associados em cooperativas agrícolas.

Das máquinas recebidas, 138 já foram distribuídos, beneficiando 94 cooperativas de 12 províncias.

“A reintegração de 80 mil 537 ex-militares licenciados no âmbito do processo de paz em Angola foi estabelecida como meta do quinquénio 2018-2022, mas desde 2018 até à data presente apenas foram reintegrados 10.736 ex-militares”, afirmou Jorge Gunji.

Conforme o responsável, o processo de reintegração conheceu uma quebra na sua dinâmica entre 2018 devido as transformações no programa, que culminou com a sua inclusão no Programa Integrado de Desenvolvimento Local e Combate à Pobreza (PIDLCP).

Para Jorge Gunji, esta decisão, que emana do Decreto Presidencial 140/18 de 6 de Junho, abrandou o protagonismo da instituição em relação ao objecto social, na medida em que começa a ficar cada vez mais com menos recursos para cumprir a sua missão fundamental.

De acordo com o director, no período de Julho a Dezembro de 2020 procedeu-se a uma reactualização das metas controladas, uma espécie de prova de vida do grupo alvo.

"Para avaliar a real cifra de ex-militares ainda por reintegrar, atendendo o prolongado período de gestão do processo, em que muitos dos ex-militares poderão ter mudado de local de residência sem registo dos serviços provinciais do IRSEM", disse.

Dos 10 mil 736 ex-militares reintegrados desde 2018, 2 mil 501 foram por via de acções unilaterais do IRSEM, o mil 802 por via de acções executadas pelo PIDLCP e seis mil 433 por via de distribuição de equipamentos de produção agrícola.

Jorge Gunji explicou que os quatro acordos de paz para o alcance da paz e estabilidade nacional produziram 291.400 efectivos licenciados das Forças Armadas de Angola.

O IRSEM é um instituto público dotado de personalidade jurídica, com autonomia administrativa e é tutelado pelo Ministério da Acção Social, Família e Promoção da Mulher.

Falando no espaço grande entrevista da TPA, Jorge Gunji avançou que  nos últimos três anos foram reintegrados 11 mil ex- militares na vida produtiva.

Os beneficiários estão inseridos em projectos de serralharia, comércio, alfaiataria, alvenaria, construção civil e de tractores para o incentivo à actividade agrícola.

A instituição beneficiou do apoio, por parte do Presidente da Republica, João Lourenço, de 604 tractores e implementos (alfaias e reboque) para o reforço da inclusão produtiva dos ex-militares associados em cooperativas agrícolas.

Das máquinas recebidas, 138 já foram distribuídos, beneficiando 94 cooperativas de 12 províncias.

“A reintegração de 80 mil 537 ex-militares licenciados no âmbito do processo de paz em Angola foi estabelecida como meta do quinquénio 2018-2022, mas desde 2018 até à data presente apenas foram reintegrados 10.736 ex-militares”, afirmou Jorge Gunji.

Conforme o responsável, o processo de reintegração conheceu uma quebra na sua dinâmica entre 2018 devido as transformações no programa, que culminou com a sua inclusão no Programa Integrado de Desenvolvimento Local e Combate à Pobreza (PIDLCP).

Para Jorge Gunji, esta decisão, que emana do Decreto Presidencial 140/18 de 6 de Junho, abrandou o protagonismo da instituição em relação ao objecto social, na medida em que começa a ficar cada vez mais com menos recursos para cumprir a sua missão fundamental.

De acordo com o director, no período de Julho a Dezembro de 2020 procedeu-se a uma reactualização das metas controladas, uma espécie de prova de vida do grupo alvo.

"Para avaliar a real cifra de ex-militares ainda por reintegrar, atendendo o prolongado período de gestão do processo, em que muitos dos ex-militares poderão ter mudado de local de residência sem registo dos serviços provinciais do IRSEM", disse.

Dos 10 mil 736 ex-militares reintegrados desde 2018, 2 mil 501 foram por via de acções unilaterais do IRSEM, o mil 802 por via de acções executadas pelo PIDLCP e seis mil 433 por via de distribuição de equipamentos de produção agrícola.

Jorge Gunji explicou que os quatro acordos de paz para o alcance da paz e estabilidade nacional produziram 291.400 efectivos licenciados das Forças Armadas de Angola.

O IRSEM é um instituto público dotado de personalidade jurídica, com autonomia administrativa e é tutelado pelo Ministério da Acção Social, Família e Promoção da Mulher.