OMA aposta na sensibilização contra violência doméstica

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Luanda – A Organização da Mulher Angolana (OMA) perspectiva a realização de acções de sensibilização, com palestras e aconselhamentos, no quadro da campanha de 16 dias de activismo contra a violência doméstica.

Dados disponíveis indicam que 639 casos de violência doméstica foram registados no país, de Janeiro a Agosto deste ano, nos centros de aconselhamento familiar do Ministério da Acção Social, Família e Promoção da Mulher (MASFAMU).

Segundo os dados, 51 foram praticados por mulheres e 588 por homens, enquanto no ano transacto a instituição registou, de Janeiro a Outubro, três mil e 303 casos de violência doméstica, dos quais 2.568 denúncias foram feitas por mulheres e 735 por homens.

Segundo a secretária-geral adjunta da OMA, Maria Pires, que falava na sessão de lançamento da campanha, a decorrer até 14 de Dezembro, a intenção é evitar o aumento de casos nas famílias e, consequentemente, o número de famílias desestruturadas em consequência da separação de pais.

Para Maria Pires, a violência doméstica constitui um problema com níveis preocupantes, apontando a física, a sexual e a económica como as mais frequentes.

A OMA, adiantou, tem contribuído, fundamentalmente, com apoio jurídico gratuito e não só.

 

Dados disponíveis indicam que 639 casos de violência doméstica foram registados no país, de Janeiro a Agosto deste ano, nos centros de aconselhamento familiar do Ministério da Acção Social, Família e Promoção da Mulher (MASFAMU).

Segundo os dados, 51 foram praticados por mulheres e 588 por homens, enquanto no ano transacto a instituição registou, de Janeiro a Outubro, três mil e 303 casos de violência doméstica, dos quais 2.568 denúncias foram feitas por mulheres e 735 por homens.

Segundo a secretária-geral adjunta da OMA, Maria Pires, que falava na sessão de lançamento da campanha, a decorrer até 14 de Dezembro, a intenção é evitar o aumento de casos nas famílias e, consequentemente, o número de famílias desestruturadas em consequência da separação de pais.

Para Maria Pires, a violência doméstica constitui um problema com níveis preocupantes, apontando a física, a sexual e a económica como as mais frequentes.

A OMA, adiantou, tem contribuído, fundamentalmente, com apoio jurídico gratuito e não só.