Ordem dos Pastores de Benguela tem novo presidente

Benguela – O novo presidente da Ordem dos Pastores Evangélicos de Angola (OPEA) em Benguela, bispo André Amado, empossado nesta sexta-feira, promete trabalhar, durante o seu mandato, na reorganização da instituição e definição de estratégias de actuação.

Segundo o líder religioso, apesar de ter integrado o conselho executivo anterior, desconhece, por enquanto, o número de pastores que compõem a ordem, uma vez que os arquivos administrativos estão “desfasados”, pelo que precisa ao menos de 90 dias para organizar minimamente a casa.

André Amado, que falava à margem da cerimónia do seu empossamento, depois da cerimónia da recepção de pastas do presidente cessante, bispo Eliseu Júnior, que concluiu um mandato de quatro anos, avançou que vai trabalhar também na regularização das contas da OPEA.

Para o novo responsável, a prioridade será fazer um novo recenseamento dos pastores na ordem, tendo em conta determinados critérios definidos pelos estatutos, devendo ser constituído um grupo de pastores credíveis para integrarem o “conselho de avaliação” dos candidatos.

Quanto à credibilidade de alguns pastores, alguns com problemas judiciais, o bispo admitiu que muitos destes nunca foram pastores. “Alguns são curandeiros e se alvoram como pastores”, informou, indicando ser absurdo que um pastor mantenha um crente cativo durante dois anos, mesmo sabendo que a igreja nunca foi uma unidade hospitalar.  

Para o novo presidente da OPEA em Benguela, falta, às vezes, alguma coerência por parte da imprensa, que volta e meia veicula más práticas supostamente praticadas por alegados pastores, sem nunca antes confirmarem a sua idoneidade junto à ordem.

“Muitos destes já foram expulsos de outras igrejas por condutas indecorosas e fundam suas ceitas religiosas, mesmo sem nunca terem tido alguma ordenação ou certificação teológica por uma igreja credível”, enfatizou.

Constituem atribuições da OPEA, entre outras acções, a defesa dos interesses, direitos, prerrogativas e imunidades dos seus membros e suas instituições, colaborar com os órgãos de soberania na implantação da lei sobre o exercício de culto e de consciência, bem como regular o exercício do ministério pastoral e promover o respeito pelos princípios deontológicos da profissão.

Zelar pela dignidade, prestígio e disciplina da classe pastoral e reforçar a unidade e solidariedade dos seus membros, contribuindo para o estreitamento das relações com instituições congéneres no estrangeiro, além de incentivar a formação académica e teológica, são também objectivos que se propõe a Ordem dos Pastores Evangélicos.

Fundada em 12 de Novembro de 2005, goza de autonomia própria e é livre nas suas normas de funcionamento, daí a sua independência de qualquer igreja.

Podem integrar a organização todos os que exercem o ministério pastoral, nomeadamente Apóstolos, Bispos, Anciãos, Profetas, Evangelistas, Presbíteros e Pastores.

Participaram da cerimónia, representantes de todos partidos com assento parlamentar e membros de outras denominações religiosas, com realce para a Católica Apostólica Romana.

Segundo o líder religioso, apesar de ter integrado o conselho executivo anterior, desconhece, por enquanto, o número de pastores que compõem a ordem, uma vez que os arquivos administrativos estão “desfasados”, pelo que precisa ao menos de 90 dias para organizar minimamente a casa.

André Amado, que falava à margem da cerimónia do seu empossamento, depois da cerimónia da recepção de pastas do presidente cessante, bispo Eliseu Júnior, que concluiu um mandato de quatro anos, avançou que vai trabalhar também na regularização das contas da OPEA.

Para o novo responsável, a prioridade será fazer um novo recenseamento dos pastores na ordem, tendo em conta determinados critérios definidos pelos estatutos, devendo ser constituído um grupo de pastores credíveis para integrarem o “conselho de avaliação” dos candidatos.

Quanto à credibilidade de alguns pastores, alguns com problemas judiciais, o bispo admitiu que muitos destes nunca foram pastores. “Alguns são curandeiros e se alvoram como pastores”, informou, indicando ser absurdo que um pastor mantenha um crente cativo durante dois anos, mesmo sabendo que a igreja nunca foi uma unidade hospitalar.  

Para o novo presidente da OPEA em Benguela, falta, às vezes, alguma coerência por parte da imprensa, que volta e meia veicula más práticas supostamente praticadas por alegados pastores, sem nunca antes confirmarem a sua idoneidade junto à ordem.

“Muitos destes já foram expulsos de outras igrejas por condutas indecorosas e fundam suas ceitas religiosas, mesmo sem nunca terem tido alguma ordenação ou certificação teológica por uma igreja credível”, enfatizou.

Constituem atribuições da OPEA, entre outras acções, a defesa dos interesses, direitos, prerrogativas e imunidades dos seus membros e suas instituições, colaborar com os órgãos de soberania na implantação da lei sobre o exercício de culto e de consciência, bem como regular o exercício do ministério pastoral e promover o respeito pelos princípios deontológicos da profissão.

Zelar pela dignidade, prestígio e disciplina da classe pastoral e reforçar a unidade e solidariedade dos seus membros, contribuindo para o estreitamento das relações com instituições congéneres no estrangeiro, além de incentivar a formação académica e teológica, são também objectivos que se propõe a Ordem dos Pastores Evangélicos.

Fundada em 12 de Novembro de 2005, goza de autonomia própria e é livre nas suas normas de funcionamento, daí a sua independência de qualquer igreja.

Podem integrar a organização todos os que exercem o ministério pastoral, nomeadamente Apóstolos, Bispos, Anciãos, Profetas, Evangelistas, Presbíteros e Pastores.

Participaram da cerimónia, representantes de todos partidos com assento parlamentar e membros de outras denominações religiosas, com realce para a Católica Apostólica Romana.