ORDENFA defende harmonização curricular

  • Partida do Presidente do Conselho Militar de Transição da República do Tchad, Mahamat Idriss Déby
Ondjiva – A Ordem dos Enfermeiros de Angola (ORDENFA) defende a conclusão do processo de harmonização curricular do ensino de enfermagem nos níveis médio e superior, de maneira que venha a responder as necessidades do país e o perfil epidemiológico.

O currículo actual está desajustado em relação as várias unidades de ensino, resultando na formação de vários profissionais sem o perfil adequado.

Falando, hoje, na XII Jornadas técnico-cientificas de enfermagem, que decorre desde quinta-feira,  na cidade de Ondjiva, província do Cunene, o bastonário da ORDENFA, Paulo Luvualo, disse que é necessário evitar este tipo de situação, para que a saúde da população seja tratada por pessoas tecnicamente qualificadas.

Sem avançar números, realçou que a organização continua preocupada com a existência de uma larga maioria de profissionais de  enfermagem angolanos e estrangeiros que não possuem carteira profissional e estão actuar no sector privado, violando assim o decreto presidencial nº 179/10, de 18 de Agosto.

Mais de trezentos profissionais idos das províncias do Cunene, Luanda e Bié participam nas jornadas, que decorre durante três dias, para  saudar o Dia Internacional do Enfermeiro (12 de Maio).

Sob o lema "Enfermeiro: Uma voz para liderar, uma visão para futuro dos cuidados de saúde", o evento está a debruçar-se sobre a saúde materno-infantil e o impacto da Covid-19 na assistência às gestantes.

A humanização na assistência ao parto, o Programa Nascer Livre para Brilhar, adesão das mulheres jovens às consultas pré-natais, entre outros, fazem igualmente parte da agenda do evento.

O Dia Internacional do Enfermeiro foi instituído em homenagem a Florence Nightingale, uma enfermeira britânica, de ascendência italiana, que destacou-se durante a Guerra da Criméia (1854).

Florence Nightingale é considerada mãe da enfermagem, por transformar o modo de funcionamento do Hospital Militar do Exército inglês na Turquia e ao introduzir mudanças na prestação de cuidados de saúde.

 

O currículo actual está desajustado em relação as várias unidades de ensino, resultando na formação de vários profissionais sem o perfil adequado.

Falando, hoje, na XII Jornadas técnico-cientificas de enfermagem, que decorre desde quinta-feira,  na cidade de Ondjiva, província do Cunene, o bastonário da ORDENFA, Paulo Luvualo, disse que é necessário evitar este tipo de situação, para que a saúde da população seja tratada por pessoas tecnicamente qualificadas.

Sem avançar números, realçou que a organização continua preocupada com a existência de uma larga maioria de profissionais de  enfermagem angolanos e estrangeiros que não possuem carteira profissional e estão actuar no sector privado, violando assim o decreto presidencial nº 179/10, de 18 de Agosto.

Mais de trezentos profissionais idos das províncias do Cunene, Luanda e Bié participam nas jornadas, que decorre durante três dias, para  saudar o Dia Internacional do Enfermeiro (12 de Maio).

Sob o lema "Enfermeiro: Uma voz para liderar, uma visão para futuro dos cuidados de saúde", o evento está a debruçar-se sobre a saúde materno-infantil e o impacto da Covid-19 na assistência às gestantes.

A humanização na assistência ao parto, o Programa Nascer Livre para Brilhar, adesão das mulheres jovens às consultas pré-natais, entre outros, fazem igualmente parte da agenda do evento.

O Dia Internacional do Enfermeiro foi instituído em homenagem a Florence Nightingale, uma enfermeira britânica, de ascendência italiana, que destacou-se durante a Guerra da Criméia (1854).

Florence Nightingale é considerada mãe da enfermagem, por transformar o modo de funcionamento do Hospital Militar do Exército inglês na Turquia e ao introduzir mudanças na prestação de cuidados de saúde.