PAPE beneficia mais de cinco mil jovens no país

  • Centro Polivalente de Formacão Profissional
Benguela – Mais de cinco mil jovens beneficiaram de acções de formação no âmbito do Plano de Acção de Promoção da Empregabilidade (PAPE), em todo país, apurou hoje, quinta-feira, nesta cidade, a ANGOP.

Desenho gráfico, hardware, técnica de instalação de câmara de vigilância CCTV, barbearia, cabeleireiro, instalação e montagem de parabólicas, reparação de geradores de pequeno porte, fotografia e digitalização e reparação de telefones, são os cursos de maior realce.

Já no âmbito do incentivo ao empreendedorismo, consta ainda o curso de gestão básica de pequenos negócios.

A informação foi avançada pelo director-geral do Instituto Nacional de Emprego e Formação Profissional, Manuel Mbangui, acrescentado que essa iniciativa prevê beneficiar 83 mil jovens no país.

O responsável, que falava durante a cerimónia de lançamento do PAPE em Benguela, destacou que se pretende apoiar, sobretudo, jovens formados pelos diversos centros do INEFOP.  

O responsável reafirmou que o Executivo aposta na mitigação dos efeitos do desemprego e que está consciente que a sua taxa é alta, agravada pela pandemia da Covid-19.

O PAPE é um programa que pretende facilitar também o acesso ao crédito, porque muitos jovens com iniciativa têm dificuldade em encontrar recursos para iniciar as suas actividades.

“Dentro do PAPE, existe uma “janela” para o micro crédito, na qual procuramos reduzir a taxa de juro e conceder um período de graça de três meses aos beneficiados”, explicou.  

No entanto, esclareceu, os equipamentos que estão a ser distribuídos no quadro dos apoios devem ser rentabilizados, para que os próprios beneficiários possam permitir que demais jovens usufruam do programa.

Para Manuel Mbangui, o que se quer é que o programa seja minimamente sustentável, de tal sorte que o Executivo angolano está a despender recursos no quadro da implementação do PAPE, avaliado em 21 mil milhões de Kwanzas , de acordo com o Decreto Presidencial nº 113/19.      

Entretanto, o diretor-geral adjunto do Instituto Superior Politécnico de Benguela (ISPB), Amaro Ricardo, defendeu que a universidade deve ser também promotora do empreendedorismo, fazendo surgir nos campus um ambiente susceptível de ajudar no surgimento de novas empresas.

“Sabemos que as empresas que fazem surgir novos produtos e serviços a partir das universidades são muito mais robustas”, enfatizou.

O PAPE é um programa aprovado pelo Presidente da República, João Lourenço, em decreto 113/19 de 16 de Abril, tutelado pelo Ministério da Administração Pública, Emprego e Segurança Social, e prevê formar, em todo o país, 30 mil jovens, contando com um orçamento de 21 mil milhões de Kwanzas, para concessão 10 mil micro-créditos e distribuição de 42 mil kits profissionais.

Desenho gráfico, hardware, técnica de instalação de câmara de vigilância CCTV, barbearia, cabeleireiro, instalação e montagem de parabólicas, reparação de geradores de pequeno porte, fotografia e digitalização e reparação de telefones, são os cursos de maior realce.

Já no âmbito do incentivo ao empreendedorismo, consta ainda o curso de gestão básica de pequenos negócios.

A informação foi avançada pelo director-geral do Instituto Nacional de Emprego e Formação Profissional, Manuel Mbangui, acrescentado que essa iniciativa prevê beneficiar 83 mil jovens no país.

O responsável, que falava durante a cerimónia de lançamento do PAPE em Benguela, destacou que se pretende apoiar, sobretudo, jovens formados pelos diversos centros do INEFOP.  

O responsável reafirmou que o Executivo aposta na mitigação dos efeitos do desemprego e que está consciente que a sua taxa é alta, agravada pela pandemia da Covid-19.

O PAPE é um programa que pretende facilitar também o acesso ao crédito, porque muitos jovens com iniciativa têm dificuldade em encontrar recursos para iniciar as suas actividades.

“Dentro do PAPE, existe uma “janela” para o micro crédito, na qual procuramos reduzir a taxa de juro e conceder um período de graça de três meses aos beneficiados”, explicou.  

No entanto, esclareceu, os equipamentos que estão a ser distribuídos no quadro dos apoios devem ser rentabilizados, para que os próprios beneficiários possam permitir que demais jovens usufruam do programa.

Para Manuel Mbangui, o que se quer é que o programa seja minimamente sustentável, de tal sorte que o Executivo angolano está a despender recursos no quadro da implementação do PAPE, avaliado em 21 mil milhões de Kwanzas , de acordo com o Decreto Presidencial nº 113/19.      

Entretanto, o diretor-geral adjunto do Instituto Superior Politécnico de Benguela (ISPB), Amaro Ricardo, defendeu que a universidade deve ser também promotora do empreendedorismo, fazendo surgir nos campus um ambiente susceptível de ajudar no surgimento de novas empresas.

“Sabemos que as empresas que fazem surgir novos produtos e serviços a partir das universidades são muito mais robustas”, enfatizou.

O PAPE é um programa aprovado pelo Presidente da República, João Lourenço, em decreto 113/19 de 16 de Abril, tutelado pelo Ministério da Administração Pública, Emprego e Segurança Social, e prevê formar, em todo o país, 30 mil jovens, contando com um orçamento de 21 mil milhões de Kwanzas, para concessão 10 mil micro-créditos e distribuição de 42 mil kits profissionais.