PAPE entra na segunda fase em Benguela

Catumbela – Com mais de 22 mil empregos criados na primeira fase, o Plano de Acção para a Promoção da Empregabilidade (PAPE) entrou hoje na sua segunda etapa, com o mesmo objectivo de combater o desemprego entre os jovens, em todo o país.

O arranque da segunda fase do PAPE, que prevê beneficiar na província de Benguela 261 jovens com estágios profissionais remunerados pelo Estado, decorreu no Centro de Formação Profissional (CEFOPROF), no município da Catumbela, com a entrega de 22 kits de emprego, 23 carteiras profissionais e micro-crédito a dez jovens.

Os valores do micro-crédito variam de 320 mil, o mínimo, a sete milhões de Kwanzas, reembolsáveis em nove meses, com um período de graça de três meses. A taxa de juro é bonificada e equivale a 1.67 por cento.

Foram contemplados com kits profissionais jovens, na sua maioria do município da Catumbela, formados pelas equipas do Instituto Nacional do Emprego e Formação Profissional (INEFOP) nas áreas de barbeiro cabeleireiro, canalizador, pedreiro, ladrilhador, pintor e construção civil, bem como carpinteiro.

Intervindo na ocasião, o vice-governador provincial para os Serviços Técnicos e Infra-estruturas, Adilson Gonçalves, afiançou que Benguela tem condições para o sucesso do PAPE, quer através da formação técnico-profissional dos jovens a vários níveis, quer da sua inserção no mercado de trabalho.

Destacou a importância do referido programa governamental no sentido de reverter o índice de desemprego que atinge os jovens, assim contribuindo no combate à pobreza e na melhoria da qualidade de vida das famílias.

Ainda sublinhou a necessidade de as administrações municipais na província manterem o mesmo engajamento da primeira fase, tendo em conta os eixos do PAPE, entre os quais o fomento do auto-emprego.

Já a directora do Gabinete Provincial da Cultura, Turismo, Juventude e Desportos, Rosália Chitali, enalteceu a continuidade do PAPE, que considera uma importante ferramenta na geração de postos de trabalho aos jovens que aderiram aos centros de formação profissional.

É nesse contexto que Rosália Chitali defende que a entrega de kits de emprego abranja o maior número possível de pessoas, para a criação cada vez mais de postos de trabalho.

Com mobilidade física condicionada, Adelino Sebastião, 29 anos, está entre os cerca de 240 beneficiários da primeira fase do PAPE na província de Benguela e contou como o kit de carpinteiro ajudou a melhorar a sua actividade profissional e a aumentar a renda para suprir as suas dificuldades diárias.

“Antigamente, era obrigado a ir a uma carpintaria para cortar a madeira. Hoje, com o kit que recebi, trabalho em casa”, refere, acrescentando que em três meses criou já dois postos de trabalho.

Lançado em Outubro de 2019, o PAPE terminou a primeira fase com um total de 22.922 postos de trabalho criados, dos 83.500 jovens previstos, por todo país, até 2022.

Nisso, juntam-se 5.132 beneficiários com kits de emprego, dos 42 mil previstos, e 3.722 contemplados com micro-crédito, sendo a meta atingir dez mil beneficiários.

O arranque da segunda fase do PAPE, que prevê beneficiar na província de Benguela 261 jovens com estágios profissionais remunerados pelo Estado, decorreu no Centro de Formação Profissional (CEFOPROF), no município da Catumbela, com a entrega de 22 kits de emprego, 23 carteiras profissionais e micro-crédito a dez jovens.

Os valores do micro-crédito variam de 320 mil, o mínimo, a sete milhões de Kwanzas, reembolsáveis em nove meses, com um período de graça de três meses. A taxa de juro é bonificada e equivale a 1.67 por cento.

Foram contemplados com kits profissionais jovens, na sua maioria do município da Catumbela, formados pelas equipas do Instituto Nacional do Emprego e Formação Profissional (INEFOP) nas áreas de barbeiro cabeleireiro, canalizador, pedreiro, ladrilhador, pintor e construção civil, bem como carpinteiro.

Intervindo na ocasião, o vice-governador provincial para os Serviços Técnicos e Infra-estruturas, Adilson Gonçalves, afiançou que Benguela tem condições para o sucesso do PAPE, quer através da formação técnico-profissional dos jovens a vários níveis, quer da sua inserção no mercado de trabalho.

Destacou a importância do referido programa governamental no sentido de reverter o índice de desemprego que atinge os jovens, assim contribuindo no combate à pobreza e na melhoria da qualidade de vida das famílias.

Ainda sublinhou a necessidade de as administrações municipais na província manterem o mesmo engajamento da primeira fase, tendo em conta os eixos do PAPE, entre os quais o fomento do auto-emprego.

Já a directora do Gabinete Provincial da Cultura, Turismo, Juventude e Desportos, Rosália Chitali, enalteceu a continuidade do PAPE, que considera uma importante ferramenta na geração de postos de trabalho aos jovens que aderiram aos centros de formação profissional.

É nesse contexto que Rosália Chitali defende que a entrega de kits de emprego abranja o maior número possível de pessoas, para a criação cada vez mais de postos de trabalho.

Com mobilidade física condicionada, Adelino Sebastião, 29 anos, está entre os cerca de 240 beneficiários da primeira fase do PAPE na província de Benguela e contou como o kit de carpinteiro ajudou a melhorar a sua actividade profissional e a aumentar a renda para suprir as suas dificuldades diárias.

“Antigamente, era obrigado a ir a uma carpintaria para cortar a madeira. Hoje, com o kit que recebi, trabalho em casa”, refere, acrescentando que em três meses criou já dois postos de trabalho.

Lançado em Outubro de 2019, o PAPE terminou a primeira fase com um total de 22.922 postos de trabalho criados, dos 83.500 jovens previstos, por todo país, até 2022.

Nisso, juntam-se 5.132 beneficiários com kits de emprego, dos 42 mil previstos, e 3.722 contemplados com micro-crédito, sendo a meta atingir dez mil beneficiários.