Partidos políticos na oposição querem implementação do PIIM

  • Participantes ao Seminário sobre execução do PIIM no Cuando Cubango
Menongue - Os partidos na oposição com assento parlamentar defenderam, esta quarta-feira, em Menongue (Cuando Cubango), a necessidade da implementação cabal do Plano Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM), para melhorar as condições sociais das populações.

Tratam-se dos secretários provinciais da UNITA, PRS e CASA-CE, Francisco Gaio Kakoma, Samuel Messene, Bernardo Komesso, respectivamente, que participaram no II seminário sobre o ponto de situação da Execução do PIIM, orientado pelo governador do Cuando Cubango, Júlio Bessa.

Em declarações à imprensa, o representante da UNITA, Francisco Gaio Kakoma, referiu que, depois do PIIM ter sido lançado em 2019, agora no Cuando Cubango começam a ser dados os passos significativos para a sua efectiva implementação, com exigências aceitáveis para o bem-estar das populações, mas que o grande dilema é a execução e o horizonte temporal.

Para aquele político, urge a necessidade da sua implementação e, como deputado à Assembleia Nacional pelo círculo provincial do Cuando Cubango, fará o seu papel de fiscalização nos municípios e comunas, no sentido de se aferir o que foi apresentado e o que vai ser executado no Cuando Cubango.

O secretário referiu que tanto o MPLA, que está a governar, quanto a UNITA, que está na oposição, têm como fim único resolver os problemas das populações, por ser um pressuposto governativo que satisfaz a todos os angolanos.

Defendeu que o dinheiro saído do Fundo Soberano, para o efeito, não deveria mais depender do Ministério das Finanças, porque pode travar a sua execução.

Já o secretário do PRS, Samuel Messene, disse ser preciso que haja rigorosidade, responsabilidade e prontidão na materialização do PIIM, para a satisfação das necessidades das populações, uma vez serem projectos ambiciosos, em vários sectores que tocam a vida social e económica do povo.

O secretário executivo da CASA-CE no Cuando Cubango, Bernardo Komesso, considerou que, apesar do atraso no arranque do PIIM, espera que seja posta em prática, para atender os problemas das populações.

Depois da actualização orçamental recente, o PIIM local passou para 63 milhões de dólares, contra os anteriores 50 milhões, para cobrir estudos, projectos e consultoria.

Constam do PIIM a elaboração dos Planos de Desenvolvimento Provincial "KK-2050" e de urbanização municipais, a aquisição e instalação de pára-raios comunitários e equipamentos de telecomunicações, internet, radiodifusão, mangas de vacinação e tratamento de gado, construção e apetrechamento de escolas, hospitais, postos de saúde, casas de função, expansão da rede de distribuição de energia eléctrica, água potável, espaços de lazer, entre outros.

O PIIM do Cuando Cubango tem uma carteira de 266 projectos e acções, para implementação em duas fases, sendo 121 na primeira e que já estão em concurso público, e 145 na segunda.

Até ao momento, 68 empresas nacionais candidataram-se à execução das várias obras postas a concurso, através de aquisição dos respectivos cadernos de encargo, sendo que destas empresas concorrentes 25 por cento estão sediadas no Cuando Cubango e 75 localizadas nas demais províncias do país.

Tratam-se dos secretários provinciais da UNITA, PRS e CASA-CE, Francisco Gaio Kakoma, Samuel Messene, Bernardo Komesso, respectivamente, que participaram no II seminário sobre o ponto de situação da Execução do PIIM, orientado pelo governador do Cuando Cubango, Júlio Bessa.

Em declarações à imprensa, o representante da UNITA, Francisco Gaio Kakoma, referiu que, depois do PIIM ter sido lançado em 2019, agora no Cuando Cubango começam a ser dados os passos significativos para a sua efectiva implementação, com exigências aceitáveis para o bem-estar das populações, mas que o grande dilema é a execução e o horizonte temporal.

Para aquele político, urge a necessidade da sua implementação e, como deputado à Assembleia Nacional pelo círculo provincial do Cuando Cubango, fará o seu papel de fiscalização nos municípios e comunas, no sentido de se aferir o que foi apresentado e o que vai ser executado no Cuando Cubango.

O secretário referiu que tanto o MPLA, que está a governar, quanto a UNITA, que está na oposição, têm como fim único resolver os problemas das populações, por ser um pressuposto governativo que satisfaz a todos os angolanos.

Defendeu que o dinheiro saído do Fundo Soberano, para o efeito, não deveria mais depender do Ministério das Finanças, porque pode travar a sua execução.

Já o secretário do PRS, Samuel Messene, disse ser preciso que haja rigorosidade, responsabilidade e prontidão na materialização do PIIM, para a satisfação das necessidades das populações, uma vez serem projectos ambiciosos, em vários sectores que tocam a vida social e económica do povo.

O secretário executivo da CASA-CE no Cuando Cubango, Bernardo Komesso, considerou que, apesar do atraso no arranque do PIIM, espera que seja posta em prática, para atender os problemas das populações.

Depois da actualização orçamental recente, o PIIM local passou para 63 milhões de dólares, contra os anteriores 50 milhões, para cobrir estudos, projectos e consultoria.

Constam do PIIM a elaboração dos Planos de Desenvolvimento Provincial "KK-2050" e de urbanização municipais, a aquisição e instalação de pára-raios comunitários e equipamentos de telecomunicações, internet, radiodifusão, mangas de vacinação e tratamento de gado, construção e apetrechamento de escolas, hospitais, postos de saúde, casas de função, expansão da rede de distribuição de energia eléctrica, água potável, espaços de lazer, entre outros.

O PIIM do Cuando Cubango tem uma carteira de 266 projectos e acções, para implementação em duas fases, sendo 121 na primeira e que já estão em concurso público, e 145 na segunda.

Até ao momento, 68 empresas nacionais candidataram-se à execução das várias obras postas a concurso, através de aquisição dos respectivos cadernos de encargo, sendo que destas empresas concorrentes 25 por cento estão sediadas no Cuando Cubango e 75 localizadas nas demais províncias do país.