Passageiros do CFB destacam redução de gastos financeiros

  • Comboio do CFB (arquivo)
Luena – A população do Moxico destacam que o retorno do comboio dos Caminhos de Ferro de Benguela (CFB), no troço Luena – Luau, retomado, nesta quarta-feira, vai encurtar as distâncias e minimizar os gastos financeiros feitos com autocarros.

Os comboios do CFB ficaram paralisados desde Março último, altura em que o país começou a registar os primeiros casos de Covid-19, tendo sido restringido a sua circulação, devido ao Estado de Emergência que vigorou entre Março a Maio, para conter a cadeia de transmissão da pandemia.

Ao falar à ANGOP antes de embarcarem no comboio em direcção ao Luau, após oito meses de paralisação, o agricultor António Cauina afirmou que a interrupção do comboio o levou a optar a viajar de veículo automóvel.

Essa opção fazia-lhe gastar, mensalmente, 30 mil kwanzas para o transporte das suas mercadorias, na sua maioria produtos do campo, para serem escoados aos grandes mercados da região.

Ao contrário dos automóveis, com os comboios, o agricultor poupa 29.500 kzs, ou seja, paga apenas mil 500 kwanzas no percurso entre Luena-Luacano.

Já Felícia Mukanda, residente na cidade do Luena, afirmou que finalmente vai poder visitar a sua família no município fronteiriço do Luau, visto que os transportes privados de passageiros praticam preços até 12 mil kwanzas, cinco vezes mais do que se gasta com os comboios.

Por sua vez, o professor João Sacuva, munícipe da Cameia, espera que as autoridades aumentem ou retornem o número de viagens, que era de três vezes por semana, para permitir a viagem de todos os usuários de forma cómoda.

O representante da administração do CFB, Fernando António Prata, informou que a redução de passageiros de 90 para 45 por carruagem visa obedecer os limites de lotação estabelecido para evitar contágios em massa pelo novo coronavírus.

Explicou que antes transportava diariamente, por viagem, 630 passageiros contra os 315 actuais, em sete carruagens da primeira, segunda e terceira classe.

Prevê que o número de viagens venha a aumentar, de um para três por semana, como o praticado anteriormente, desde que a população acate as medidas de prevenção contra a pandemia e, com isso, haja redução de casos de contágios pelo país.

O CFB, antes de chegar ao Luau, a última estação saindo do Luena, passa pelos municípios Léua, Cameia e Luacano, num percurso de 334 quilómetros.

Os comboios do CFB ficaram paralisados desde Março último, altura em que o país começou a registar os primeiros casos de Covid-19, tendo sido restringido a sua circulação, devido ao Estado de Emergência que vigorou entre Março a Maio, para conter a cadeia de transmissão da pandemia.

Ao falar à ANGOP antes de embarcarem no comboio em direcção ao Luau, após oito meses de paralisação, o agricultor António Cauina afirmou que a interrupção do comboio o levou a optar a viajar de veículo automóvel.

Essa opção fazia-lhe gastar, mensalmente, 30 mil kwanzas para o transporte das suas mercadorias, na sua maioria produtos do campo, para serem escoados aos grandes mercados da região.

Ao contrário dos automóveis, com os comboios, o agricultor poupa 29.500 kzs, ou seja, paga apenas mil 500 kwanzas no percurso entre Luena-Luacano.

Já Felícia Mukanda, residente na cidade do Luena, afirmou que finalmente vai poder visitar a sua família no município fronteiriço do Luau, visto que os transportes privados de passageiros praticam preços até 12 mil kwanzas, cinco vezes mais do que se gasta com os comboios.

Por sua vez, o professor João Sacuva, munícipe da Cameia, espera que as autoridades aumentem ou retornem o número de viagens, que era de três vezes por semana, para permitir a viagem de todos os usuários de forma cómoda.

O representante da administração do CFB, Fernando António Prata, informou que a redução de passageiros de 90 para 45 por carruagem visa obedecer os limites de lotação estabelecido para evitar contágios em massa pelo novo coronavírus.

Explicou que antes transportava diariamente, por viagem, 630 passageiros contra os 315 actuais, em sete carruagens da primeira, segunda e terceira classe.

Prevê que o número de viagens venha a aumentar, de um para três por semana, como o praticado anteriormente, desde que a população acate as medidas de prevenção contra a pandemia e, com isso, haja redução de casos de contágios pelo país.

O CFB, antes de chegar ao Luau, a última estação saindo do Luena, passa pelos municípios Léua, Cameia e Luacano, num percurso de 334 quilómetros.