PN apresenta supostos homicidas no Zaire

Mbanza Kongo – Dois supostos homicidas, acusados de terem morto um jovem de 21 anos de idade, no passado dia 29 de Outubro, no bairro 11 de Novembro, em Mbanza Kongo, província do Zaire, foram apresentados esta sexta-feira, pela Polícia Nacional (PN).

Trata-se de Manzambi Dongala, 28 anos de idade, e Manuel Nzolameso, 39 anos, acusados de agredir até a morte o jovem, Conde Kiangebeni , após o terem surpreendido a assaltar a residência destes.

Os implicados, entretanto, negaram a acusação, argumentando que apenas queriam conduzir a vítima às autoridades policiais, justificando que as agressões que levaram à morte da vítima foram feitas por vizinhos que testemunharam o assalto.

O Serviço de Investigação Criminal (SIC), por sua vez, refere que os supostos homicidas não chamaram a polícia, nem fizeram participação sobre o assalto, além de deixarem o malogrado a mercê da fúria da população.

A mesma fonte explicou que a detenção dos dois indivíduos resultou de diligências que culminaram com a sua localização.

Na ocasião, a PN apresentou, também, um cidadão, de 35 anos de idade, residente na comuna fronteiriça do Luvo, Mbanza Kongo, implicado no crime de auxílio à imigração ilegal.

Um cidadão da Eritreia, Salammy Arais, de 41 anos de idade, que foi surpreendido a infiltrar-se no território nacional por vias ilegais, vindo da RDC, também foi apresentado à imprensa.

O eritreu explicou que vive em Angola, desde 2016, e tentava regressar após alguns meses na RDC onde se deslocou para tratar assuntos pessoais.

“Fui assaltado e fiquei sem dinheiro e documentos. Por isso, preferi regressar a Angola por via ilegal”, justificou.

Outros 11 cidadãos nacionais, supostamente evolvidos nos crimes de contrabando de combustível e furto, fazem parte do grupo apresentado aos órgãos de comunicação social.
 

Trata-se de Manzambi Dongala, 28 anos de idade, e Manuel Nzolameso, 39 anos, acusados de agredir até a morte o jovem, Conde Kiangebeni , após o terem surpreendido a assaltar a residência destes.

Os implicados, entretanto, negaram a acusação, argumentando que apenas queriam conduzir a vítima às autoridades policiais, justificando que as agressões que levaram à morte da vítima foram feitas por vizinhos que testemunharam o assalto.

O Serviço de Investigação Criminal (SIC), por sua vez, refere que os supostos homicidas não chamaram a polícia, nem fizeram participação sobre o assalto, além de deixarem o malogrado a mercê da fúria da população.

A mesma fonte explicou que a detenção dos dois indivíduos resultou de diligências que culminaram com a sua localização.

Na ocasião, a PN apresentou, também, um cidadão, de 35 anos de idade, residente na comuna fronteiriça do Luvo, Mbanza Kongo, implicado no crime de auxílio à imigração ilegal.

Um cidadão da Eritreia, Salammy Arais, de 41 anos de idade, que foi surpreendido a infiltrar-se no território nacional por vias ilegais, vindo da RDC, também foi apresentado à imprensa.

O eritreu explicou que vive em Angola, desde 2016, e tentava regressar após alguns meses na RDC onde se deslocou para tratar assuntos pessoais.

“Fui assaltado e fiquei sem dinheiro e documentos. Por isso, preferi regressar a Angola por via ilegal”, justificou.

Outros 11 cidadãos nacionais, supostamente evolvidos nos crimes de contrabando de combustível e furto, fazem parte do grupo apresentado aos órgãos de comunicação social.